segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

1233: Previsão meteorológica para a semana de 14 de Fevereiro a 20 de Fevereiro de 2011

Previsão meteorológica no Algarve para os próximos dias:


 


Dia 14 (2ªfeira) - Céu pouco nublado tornando-se muito nublado a partir da manhã. Vento fraco a moderado de noroeste rodando para sudoeste tornando-se moderado a forte. Aguaceiros a partir da tarde.


 


Máximas: 11ºC - 15ºC
mínimas: 2ºC - 6ºC


 


Estado do mar:  Ondas de sudoeste com 2 a 3 metros. Temperatura da água do mar: 17ºC


Dia 15 (3ªfeira) -   Céu muito nublado. Vento moderado a forte de sudoeste com rajadas até 70 km/h. Períodos de chuva ou aguaceiros. Pequena subida da temperatura mínima.


 


Máximas: 14ºC - 17ºC


mínimas:  5ºC - 9ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 3 a 4 metros. Temperatura da água do mar: 17ºC.


 


Dia 16 (4ªfeira)  - Céu muito nublado diminuindo de nebulosidade a partir da tarde. Vento moderado a forte de oeste com rajadas até 60 km/h. Aguaceiros e condições favoráveis à ocorrência de trovoadas. Pequena descida de temperatura.


  


Máximas: 11ºC - 15ºC


mínimas: 5ºC - 9ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 4 a 6 metros.


 


Dia 17 (5ª feira)- Céu pouco nublado temporiamente nublado. Vento moderado a forte de noroeste com rajadas até 60 km/h. Possibilidade de ocorrência de aguaceiros fracos.


 


Máximas: 12ºC - 16ºC


mínimas: 5ºC - 9ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 5 a 6 metros diminuindo para 3 metros.


 


Dia 18 (6ª feira)  - Céu nublado. Vento fraco a moderado de sudoeste. Possibilidade de ocorrência de aguaceiros.


 


Máximas: 15ºC - 19ºC


mínimas: 6ºC - 10ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1.5 a 2.5 metros.


 


Dia 19 (Sábado)  - Céu nublado. Vento moderado de sudoeste. Períodos de chuva ou aguaceiros


 


Máximas: 15ºC - 19ºC


mínimas: 6ºC - 10ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1.5 a 2.5 metros.


 


Dia 20 (Domingo) - Céu nublado temporiamente nublado por nuvens altas. Vento moderado de oeste. Períodos de chuva ou aguaceiros. 


 


Máximas: 15ºC - 19ºC


mínimas: 6ºC - 10ºC


 


Estado do mar:  Ondas de sudoeste com 1 a 2 metros.


 


Precipitação prevista para esta semana: 15 mm a 50 mm

sábado, 12 de fevereiro de 2011

1232: Situação nas Albufeiras do Algarve



Dados referentes a 31 de Janeiro de 2011


  


Albufeira do Arade:    18675 dam3  ( 65.78 %)    (+36.01%)


Albufeira do Beliche:   39427 dam3   ( 82.14 %)    (-1.92%)


Albufeira da Bravura:  32812 dam( 94.22 %)    (+0.30%)


Albufeira do Funcho:   35737 dam3  ( 74.89 %)    (+6.83%)


Albufeira de Odeleite: 123620 dam3 ( 95.09 %)    (+1.40%)


 


 


(---) - diferença em relação ao mês passado


 


Fonte: INAG



segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

1231: Previsão meteorológica para a semana de 7 de Fevereiro a 13 de Fevereiro de 2011

Previsão meteorológica no Algarve para os próximos dias:


 


Dia 7 (2ªfeira) - Céu pouco nublado. Vento fraco.


 


Máximas: 13ºC - 17ºC
mínimas: 2ºC - 6ºC


 


Estado do mar:  Ondas de sudoeste inferiores a 1 metro. Temperatura da água do mar: 16ºC


Dia 8 (3ªfeira) -   Céu pouco nublado aumentando de nebulosidade. Vento fraco de sul.


 


Máximas: 10ºC - 14ºC


mínimas:  4ºC - 8ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro. Temperatura da água do mar: 16ºC.


 


Dia 9 (4ªfeira)  - Céu nublado. Vento fraco a moderado de sul.


  


Máximas: 11ºC - 15ºC


mínimas: 5ºC - 9ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro.


 


Dia 10 (5ª feira)- Céu pouco nublado. Vento fraco a moderado de oeste.


 


Máximas: 12ºC - 16ºC


mínimas: 5ºC - 9ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 a 1.5 metros.


 


Dia 11 (6ª feira)  - Céu nublado por nuvens altas. Vento fraco a moderado de sudoeste. 


 


Máximas: 12ºC - 16ºC


mínimas: 5ºC - 9ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste inferiores a 1 metro.


 


Dia 12 (Sábado)  - Céu pouco nublado temporiamente nublado por nuvens altas. Vento fraco a moderado de leste.


 


Máximas: 13ºC - 17ºC


mínimas: 3ºC - 7ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro.


 


Dia 13 (Domingo) - Céu pouco nublado temporiamente nublado por nuvens altas. Vento fraco a moderado de leste.  


 


Máximas: 13ºC - 17ºC


mínimas: 4ºC - 8ºC


 


Estado do mar:  Ondas de sudoeste com 1 a 1.5 metros.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Resumo climatológico do mês de Janeiro de 2011 no Algarve

Janeiro de 2011 no Algarve


 



Estações


Meteorológicas



Temperatura


Máxima (ºC)



Temperatura


mínima(ºC)



Precipitação


(mm)


Albufeira 19.0 5.7 54.1
Aljezur 22.2 2.0 42.2
Almancil 19.6 2.8 68.3
Alte 22.1 -2.1 64.8
Castro Marim 21.4 1.1 30.0
Faro (Aeroporto) 20.0 4.8 41.1

Lagoa (Sítio das


Fontes)


20.7 2.4 59.8
Lagoa 22.0 2.9 63.2
Messines 21.5 -0.4 76.0
Olhão 19.8 3.2 31.0
Portimão 21.2 3.6 72.6
Sagres 18.7 5.1 141.3

São Brás de


Akportel


18.9 3.9 65.8
Tavira 20.3 4.6 30.1

 


 


Resumo do mês:


Em termos das temperaturas máximas variaram entre os 22.2ºC em Aljezur e os 18.9ºC em São Brás de Alportel. Em relação às temperaturas mínimas destaque para as mínimas negativas em Alte (-2.1ºC) e Messines (-0.4ºC). As temperaturas mínimas variaram entre os -2.1ºC em Alte e os 4.6ºC em Tavira.


Quanto à precipitação de notar a precipitação muito abaixo do normal entre Olhão e Castro Marim, enquanto o resto do Algarve ficou perto da média. A precipitação variou entre os 30 mm em Castro Marim e os 141.3 mm em Sagres.

Resumo do mês de Janeiro de 2011

Olhão


  


Janeiro de 2011


 


Média das Máximas: 15.7ºC (+0.0ºC)


Média das mínimas: 7.7ºC (+0.4ºC)


MÉDIA: 11.7ºC (+0.1ºC)


 


Temperatura MÁXIMA mais alta: 19.8ºC (dia 11)


Temperatura MÁXIMA mais baixa: 8.5ºC (dia 23)


Temperatura mínima mais alta: 15.5ºC (dia 6)


Temperatura mínima mais baixa: 3.2ºC (dias 27 e 30)


 


Nº dias com temperaturas MÁXIMAS inferiores a 10ºC: 2


Nº dias com temperaturas mínimas inferiores a 5ºC: 3


 


Precipitação: 31 mm


Precipitação máxima diária: 10 mm (dia 8)


Nº dias com precipitação superior a 10 mm: 0


Nº dias com precipitação: 12


Nº dias com trovoada: 1


 


 



 


 



 

sábado, 5 de fevereiro de 2011

1230: O que provoca cheias, tornados e ondas de calor no verão?

Temporais da Madeira, tornado na região-centro, inverno mais chuvoso em Lisboa desde o séc. XIX, ou o verão mais quente desde 1931, assim como o mau tempo na Europa, têm um ‘culpado’: a Oscilação do Atlântico Norte (North Atlantic Oscillation-NAO).


 


O ano de 2010 foi o ano mais chuvoso da última década em Portugal Continental, enquanto o verão, quente e seco, foi o segundo com as temperaturas mais elevadas desde 1931.


 


De acordo com o Intituto de Meteorologia o valor total anual da precipitação, em Portugal Continental superou em quase20% o valor referência de 1971-2000, atingindo 1063 mm de precipitação.


 


Destaque para o valor anual em Lisboa, 1598mm, o mais elevado desde o início das observações na Estação Meteorológica do Instituto Geofísico (1870).


No entanto, entre abril e setembro os valores de precipitação foram inferiores ao valor médio, em especial nos meses de julho, agosto e setembro. julho foi o ano mais seco dos últimos 24 anos e agosto só ficou atrás um ano.


 


Temperatura também subiu


 


No âmbito dos fenómenos extremos, a temperatura também registou valores médios máximos e mínimos superiores aos valores médios (1971-2000.


O Verão, foi o segundo com as temperaturas, máxima e média, mais elevadas desde 1931. Acompanhando a seca, julho teve o valor mais alto e agosto ficou em segundo lugar, quanto a temperaturas, desde 1931.Muito calor e menos chuva criaram condições favoráveis para a ocorrência de fogos florestais ao longo do Verão.


 


Funchal (Madeira) e Santa Maria (Açores) com valores pluviais mais altos


 


No Funchal, houve mais 872,6 mm de precipitação, relativamente aos valores de referência enquanto em Santa Maria choveu 630,8 mm acima dos valores normais de 1971-200º, sendo estes os locais que nas regiões autónomas registaram as maiores anomalias. Tanto as cheias na Madeira que provocaram uma tragédia com mais de quatro dezenas de mortos e os tornados no centro do país, com forte impacto económico, assim como as quatro ondas de calor no verão,têm uma explicação.


 


De acordo com o IM, pode explicar-se esta situação de episódios meteorológicos adversos com o comportamento da Oscilação do Atlântico Norte (North Atlantic Oscillation - NAO), que é um dos principais modos de variabilidade lenta da atmosfera que afeta a região Euro-Atlântica, e Portugal Continental em particular. O índice NAO está relacionado com a intensidade dos ventos de Oeste e influencia o fluxo de ar atlântico para o continente europeu, bem como a trajetória dominante de sistemas depressionários, ou seja a chuva e as temperaturas que se fazem sentir.


 


As observações indicam que, a valores baixos da Oscilação do Atlântico Norte estão associadas quantidades de precipitação acima da média em Portugal, enquanto valores elevados deste fenómeno correspondem a quantidades de precipitação abaixo da média.Daí que, no inverno de 2009/2010 onde se registaram valores recordes negativos da Oscilação do Atlântico Norte à escala mensal e sazonal, estes ventos tiveram implicações diretas no clima particularmente frio, na Europa Central e Setentrional.


 


O mesmo fenómeno justifica também as grandes quantidades de precipitação a oeste e sul da Península Ibérica, incluindo novos recordes absolutos de inverno em Gibraltar e Lisboa, desde o início das medições regulares a segunda metade do século XIX.


 


Fonte: Observatório do Algarve

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

1229: Algarve: O que fazer nas Zonas Húmidas protegidas?

Ligar a investigação científica ao ecoturismo, os passeios marítimos e a observação de aves nas Ria do Alvor e Formosa, mas também explorar o sal da Reserva de Castro Marim, há empresas que olham para as zonas húmidas como um património a preservar.


 



No Algarve, quando se fala em zonas húmidas, a fronteira entre a terra e o mar e uma das zonas mais produtivas do mundo, o tom é, na maioria das vezes, crítico quanto aos muitos desmandos praticados.


 


A Quercus alertou para as ameaças que afetam as zonas húmidas, sujeitas a "forte degradação" devido a situações como a poluição decorrente dos aglomerados urbanos, e exigiu o investimento na sua recuperação.


 


A associação salienta ser "absolutamente necessária" uma articulação entre as entidades com competências na gestão das zonas húmidas, como as Administrações de Região Hidrográfica, o Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB) ou a Autoridade Florestal Nacional (AFN).


 


A pretexto do Dia Mundial das Zonas Húmidas, este ano dedicado ao tema “Florestas, a água e as Zonas Húmidas” o Observatório do Algarve foi à descoberta de uma nova filosofia empresarial.


 


“Mostrar e conhecer o Algarve natural”


 


A Rocha, organização internacional de conservação do ambiente, cuja sede portuguesa fica na Mexilhoeira Grande (Portimão), resolveu apostar numa empresa de ecoturismo, conforme o Observatório do Algarve já havia anunciado aqui.


 


Marcial Felgueiras, diretor de operações da Associação A Rocha, explica que a empresa já está a dar os primeiros passos, tendo os contactos com hotéis da zona do barlavento, para possíveis parcerias, começado em Outubro de 2010.


 


“Muitos hotéis estiveram fechados e só agora começam a reabrir”, explica Marcial, por isso a opção por retomar apenas esta semana os contactos para a realização dos primeiros passeios em conjunto com unidades hoteleiras.


 


Por enquanto, a empresa funciona como “uma filha da Associação”, esclarece Marcial Felgueiras, que prefere apostar num crescimento sustentado e “cortar os laços apenas quando a ‘filha’ se tornar maior do que a ‘mãe’”. A aposta é num tipo de turismo direcionado para “o Algarve natural e o Algarve rural”.


 


“Claro que procuramos ter lucro, mas não é um lucro puro e duro. Queremos dar a ganhar também a outros negócios ligados ao Algarve rural, como a gastronomia e o artesanato”, sublinha.“Oferecemos um pacote de classe e pretendemos que os turistas que nos procuram levem uma ideia mais rica da gastronomia e do povo português”, conclui.


 


Investigação científica a par do lazer


 


A Ecoceanus , sedeada no Algarve, oferece serviços em áreas tão diversas como a investigação científica e o ecoturismo.


 


É possivel embarcar no veleiro catamaran Oceanus de 11m, para um “charter” tripulado por biólogos marinhos que, no seus “avisos à navegação” possibilitam uma maior conhecimento do meio a par de um passeio único.


 


Quem quiser aprofundar os seus conhecimentos pode ‘hospedar-se’ no barco, porque são ministrados cursos de fim de semana ou semanais em regime “Live aboard” pelos especialistas. A mesma modalidade pode ser adotada para o mergulho livre e recreativo.


 


No que toca à investigação científica, está disponível uma plataforma logística para investigadores para realizar amostragem biológica e recolha de dados, com a vantagem de poder beneficiar de ‘ajudantes’ especializados em diferentes ramos das ciências marinhas, como a ecologia Costeira, mamíferos marinhos, ictiologia e censos visuais ou seja um painel de investigadores colaboradores da Ecoceanus, pode participar.


 


A empresa é liderada por Daniel Machado licenciado em Biologia Marinha e Pescas pela Universidade do Algarve desde 2004 e Mestre em Ecologia pela Universidade de Coimbra.


 


Em Terra ou na Água


 


A Natura Algarve divide as suas atividades entre a água e a terra, na Ria Formosa, mas também pelos trilhos onde se podem observar aves e outras espécies endémicas.


 


Há programas para dias especiais, como aniversários, despedidas de solteiros, momentos a dois e passeios de barco, pedestres, em jeep e a empresa compromete-se a desenvolver um novo conceito de Ecoturismo na região algarvia, promovendo a divulgação do seu património histórico, cultural e ambiental.


 


O projeto é liderado por Ricardo Barradas, licenciado em Educação Física e Desporto pela Universidade Lusófona e mestrado em Desporto de Alto Rendimento de Barcelona.


 


Viajar com o ‘Espírito do Sol ‘


 


A proposta da Sunquays passa pela utilização da primeira embarcação energeticamente independente construída em Portugal, com recurso a energia solar e com zero de emissões de CO2. O “Espírito-do-Sol” foi desenvolvido especificamente para operar o sistema lagunar do Parque Natural da Ria Formosa.


 


A ideia é minimizar os riscos de erosão das margens do canal, devido ao seu navegar silencioso e sem provocar ondulação, para não afetar o habitat de inúmeras espécies aquáticas residentes. A empresa é gerida por Marisa Garcia licenciada em Biologia Marinha e Pescas.


 


Seguir o voo das aves


 


Henrique Lourenço, gerente das empresas Sequa Tours e Another Level, ambas ligadas a passeios e a turismo de natureza, acredita que este é um sector de mercado em crescimento, sobretudo com a observação de aves (birdwatchig), cujo público se caracteriza por uma grande exigência nos níveis de qualidade do serviço prestado.


 


“O birdwatching tem duas épocas mais direcionadas, é o Outono e a Primavera, se bem que no Inverno também haja algumas espécies que se conseguem avistar.


 


O empresário sublinha que os praticantes de birdwatching, na maioria oriundos do norte da Europa, em particular do mercado britânico, seguem, normalmente, a recomendação de quem já tenha visitado o local e sabem exactamente a espécie de ave que querem avistar. “É um turista muito especial, que sabe aquilo que quer e sabe ao que vem”.


 


“Procuram as nossas espécies endémicas e algumas espécies de arribação, as aves migratórias que vêm do norte de África e do norte da Europa, nos diferentes períodos”, comenta Henrique Lourenço que conta com guias com mais de 15 anos de experiência internacional no seu quadro de colaboradores.


 


O empresário assume que se trata de um mercado em crescimento, mas alerta para os riscos de um serviço mal prestado. “É preciso ter muita atenção com a qualidade do serviço que se dá, porque é um turista que já tem níveis de comparação com outros sítios que visitou e de outras tours que já fez, então temos de proporcionar um nível de qualidade superior”, salienta.


 


O ouro branco de Castro Marim


 


A produção de sal nos esteiros do Guadiana vai ser o mote de um encontro que se realiza a 19 de fevereiro no Auditório da Reserva de Castro Marim e Vila Real de Santo António, com o tema “Economia do sal e flor de sal em Castro Marim”.


 


A intenção é identificar potencialidades e lacunas, sendo certo que atualmente cerca de 80% das salinas locais estão desativadas.


 


Um dos nichos que pode ser explorado é o das argilas terapêuticas provenientes das salinas, que a Federação Europeia de Termalismo reconheceu serem “melhores do que as do Mar Morto”.


 


A iniciativa é do Jornal do Baixo Guadiana em parceria com a Associação Geminação Castro Marim/Guérande, e entre os intervenientes contam-se empresários da extração salina e do turismo, técnicos, investigadores, gastrónomos e trabalhadores das salinas.


 


Em busca de uma solução para que o sal volte a ser o “ouro branco” de uma das zonas húmidas classificadas do Algarve.


 


Fonte: Observatório do Algarve


1228: Aviso Amarelo no Algarve

Faro


Última actualização da informação:



Quinta-feira, 3 de Fevereiro de 2011




Tempo Frio

Amarelo



Tempo Frio


Para o período de: 2011-02-03 10:00:00
até: 2011-02-04 09:59:59



Temperatura Minima


Persistencia de valores baixos da temperatura minima


quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

1227: Aviso Amarelo no Algarve

Faro


Última actualização da informação:



Quarta-feira, 2 de Fevereiro de 2011




Tempo Frio

Amarelo



Tempo Frio


Para o período de: 2011-02-02 07:00:00
até: 2011-02-03 09:59:59



Temperatura Minima


Persistencia de valores baixos da temperatura minima.



 


Fonte: IM

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

1226: CDOS de Faro testa plano de intervenção para o Aeroporto Internacional de Faro

O Comando Distrital de Operações de Socorro de Faro e a ANA-Aeroportos de Portugal vão realizar na próxima terça-feira, dia 8 de fevereiro, a partir das 15h00, um exercício de tipo Livex (Live Exercise) para testar os procedimentos e a operacionalidade do Planos Prévio de Intervenção e de Emergência para o Aeroporto Internacional de Faro, que se encontram já homologados.


O exercício, designado por "AeroFaro’11”, servirá para testar em simultâneo se o Plano Prévio de Intervenção (PPI) para o Aeroporto de Faro, e o Dispositivo Integrado de Resposta (DIR) previsto, para apoio aos meios internos do Aeroporto de Faro, são efetivos e se estes se articulam com o Plano de
Emergência Interno (PEI), dado que aquela infraestrutura irá também exercitar o seu plano de emergência.

O exercício, de âmbito distrital, é planeado e conduzido com a finalidade de testar e exercitar a resposta do DIR para minimizar os efeitos adversos de um acidente grave no Aeroporto.

Neste âmbito, o CDOS, os meios internos do Aeroporto de Faro, os agentes da Proteção Civil participantes, as entidades cooperantes e os Serviços Municipais de Proteção Civil (SMPC) de Faro e Loulé, atuarão como se de uma situação real se tratasse, procedendo às ações necessárias para a
resolução da situação.

O cenário definido pela Direção do Aeroporto de Faro para o exercício é o de um acidente aéreo grave, na aterragem de uma aeronave, que origina elevados danos materiais e humanos.

Uma situação que, aliás, já aconteceu no aeroporto algarvio, quando, em 21 de dezembro de 1992, um avião da companhia holandesa Martinair se despenhou na aterragem, causando 56 mortos e mais de uma centena de feridos, entre os quais alguns portugueses.

O avião, um DC-10, transportava 340 pessoas a bordo, das quais 13 pertenciam à tripulação do aparelho.


 


Fonte: Barlavento Online

Previsão das marés no Algarve

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