sexta-feira, 26 de maio de 2017

2734: Situação da apanha de bivalves no Algarve


Segundo o último comunicado divulgado hoje, dia 26 de Maio de 2017.


 


Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.


 


No Litoral entre Aljezur e Cabo de São Vicente (L7a), está interdita a apanha da Lapa que está contaminada por cádmio.


 


No Litoral entre Faro e Olhão (L8), está interdita a apanha de todos os bivalves, excepto a amêijoa- branca.


 


Na Ria do Alvôr, Povoação (POR2), está interdita a apanha de Berbigão.


 


Na Ria Formosa, Olhão (OLH2), está interdita a apanha de Longueirão.


 


Na Ria Formosa, Olhão (OLH3), está interdita a apanha de Amêijoa-boa, devido a contaminação microbiológica.


 


Na Ria Formosa, Olhão (OLH5), está interdita a apanha de Longueirão.


 


Na Ria Formosa, Tavira (TAV2), está interdita a apanha da Amêijoa-cão e Berbigão.


 


A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 


Fonte: IPMA


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