Segundo o último comunicado divulgado hoje, dia 04 de Outubro de 2013.
Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares".
Na Ria de Alvor está interdita a apanha da Mexilhão e Ostra.
A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.
Fonte: IPMA
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