sexta-feira, 16 de agosto de 2019

3260: Situação da apanha de bivalves no Algarve


























Segundo o último comunicado divulgado hoje, dia 16 de Agosto de 2019.


 


Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.


 


No Litoral entre Aljezur e Cabo de São Vicente (L7a), está interdita a apanha de todas as espécies.


 


No Litoral Offshore (L7b), está interdita a apanha da Ostra Gigante Japonesa.


 


No Litoral entre Cabo de São Vicente e Lagos (L7c1), está interdita a apanha de Lapa.




No Litoral entre Lagos e Albufeira (L7c2), está interdita a apanha de todas as espécies.


No Litoral entre Faro e Olhão (L8), está interdita a apanha de todas as espécies.


 


No Litoral entre Tavira e Vila Real de Santo António (L9), está interdita a apanha de Amêijoa Branca.




No Rio Arade, Montante da ponte nova (POR1), está interdita a apanha de Amêijoa-boa.





 



 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH3), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH5), está interdita a apanha de Amêijoa-cão e Longueirão.


 


 


Na Ria Formosa, Tavira (TAV), está interdita a apanha de Mexilhão.


 


Na Ria Formosa, Cacela (VT), está interdita a apanha de Ostra Gigante Japonesa.



 

A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica e a toxina PSP que podem causar paralisia, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 


Fonte: IPMA


























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