sexta-feira, 24 de novembro de 2017

2854: Situação da apanha de bivalves no Algarve











Segundo o último comunicado divulgado ontem, dia 23 de Novembro de 2017.


 


Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.


 


No Litoral entre Aljezur e Cabo de São Vicente (L7a), está interdita a apanha da Lapa que está contaminada por cádmio e de todas as espécies por amostra indisponível.


 


No Litoral entre Cabo de São Vicente e Portimão (L7c), está interdita a apanha da lapa, por amostra indisponível.


 


No Litoral entre Faro e Olhão (L8), está interdita a apanha de todos os bivalves, excepto conquilha e amêijoa-branca.


 


No Litoral entre Tavira e Vila Real de Santo António (L9), está interdita a apanha de todos os bivalves, excepto conquilha e amêijoa-branca.


 


Na Ria de Alvor, Vale da Lama (LAG), está interdita a apanha de Berbigão.


 


Na Ria do Alvôr, Povoação (POR2), está interdita a apanha de Berbigão.


 


Na Ria Formosa, Olhão (OLH1), está interdita a apanha de Mexilhão, por amostra indisponível.


 


Na Ria Formosa, Olhão (OLH3), está interdita a apanha de Amêijoa-boa, por proibição por contaminação microbiológica.



 

A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 


Fonte: IPMA











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