sábado, 24 de setembro de 2016

2615: Situação da apanha de bivalves no Algarve




























Segundo o último comunicado divulgado ontem, dia 23 de Setembro de 2016.


 


Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.


 


No Litoral entre Faro e Olhão (L8), está interdita a apanha de Mexilhão e Ostra.


 


Na Ria do Alvôr, Povoação (POR2), está interdita a apanha de todos os bivalves excepto amêijoa-boa, Longueirão e Mexilhão.

 


Na Ria Formosa, Olhão (OLH5), está interdita a apanha de Longueirão.

 


Na Ria Formosa, Cacela - Fábrica (VT!), está interdita a apanha de todos os bivalves, excepto ostra-gigante.


 


A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 


Fonte: IPMA




























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