sexta-feira, 24 de junho de 2016

2559: Situação da apanha de bivalves no Algarve



























Segundo o último comunicado divulgado hoje, dia 24 de Junho de 2016


 


Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.


 


No Litoral entre Aljezur e Cabo de São Vicente (L7a), está interdita a apanha de todos os bivalves.


 


No Litoral entre Faro e Olhão (L8), está interdita a apanha de Mexilhão e Ostra.


 


Na Ria do Alvôr, Povoação (POR2), está interdita a apanha de Berbigão.

 


Na Ria Formosa, Olhão (OLH4), está interdita a apanha de Mexilhão.

 


Na Ria Formosa, Olhão (OLH5), está interdita a apanha de Mexilhão e Longueirão.


 


Na Ria Formosa, Fuzeta (FUZ1), está interdita a apanha de Amêijoa-boa.


 


Na Ria Formosa, Cacela - Fábrica (VT!), está interdita a apanha de todos os bivalves, excepto ostra-gigante.


 


A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 


Fonte: IPMA



























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