sexta-feira, 9 de maio de 2014

2083: Situação da apanha de bivalves no Algarve














Segundo o último comunicado divulgado hoje, dia 9 de Maio de 2014.


 


Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.


 



No litoral entre VRSA e Tavira (L9) está interdita a apanha de todos os bivalves.



No litoral entre Faro e Olhão (L8) está interdita a apanha de todos os bivalves, excepto a ostra e pé-de-burrinho.


 


No litoral de Lagos (L7a) está interdita a apanha de todos os bivalves.


 


Na Ria Formosa, Fuzeta (FUZ1) está interdita a apanha de mexilhão.


 


Na Ria Formosa, Tavira (TAV2) está interdita a apanha de todos os bivalves excepto a ostra e amêijoa-boa.


 


Na Ria Formosa, Olhão (OLH1), Olhão (OLH3), Olhão (OLH4), Olhão (OLH5), Faro (FAR2) e VT1 está interdita a apanha de todos os bvalves.


 


Na Ria de Alvor, LAG está interdita a apanha de todos os bivalves excepto a amêijoa-boa.


 


Na Ria de Alvor, Povoação (POR2) está interdita a apanha de todos os bivalves excepto amêijoa-boa e ostra.


 


A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 


Fonte: IPMA














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