sábado, 1 de dezembro de 2007

38: Polis XXI: Algarve e Alentejo juntos para transformar antiga linha férrea em Ecovia

A transformação de uma linha férrea desactivada há 60 anos numa pista para passeios a pé e de bicicleta é um dos projectos que pode avançar em Mértola ao abrigo de uma candidatura conjunta ao Programa Polis XXI.


Três câmaras algarvias e uma alentejana do Baixo Guadiana apresentaram sexta-feira um projecto conjunto de candidatura ao programa, com investimentos públicos e privados que, em conjunto, podem ultrapassar os 3.000 milhões de euros.

Alguns dos projectos para combater a desertificação e perda de competitividade no Baixo Guadiana já estão em curso, frisou o presidente da Câmara de Vila Real de Santo António, que se uniu às de Alcoutim, Castro Marim e Mértola, no Alentejo.
A construção de unidades hoteleiras, projectos de turismo de aldeia, arranjos paisagísticos e a requalificação de zonas ribeirinhas são algumas das intervenções previstas, caso a candidatura seja aprovada.
A transformação de uma antiga linha de caminho de ferro que ligava a Mina de São Domingos a Pomarão numa ecopista, é um dos projectos previstos para avançar em Mértola, uma aspiração antiga da autarquia local.
Segundo o vice-presidente da Câmara alentejana a ideia é aproveitar o caminho que se estende por cerca de 09 quilómetros e hoje praticamente intransitável na Ecopista do Minério.
Era aquele o trajecto que o minério recolhido em São Domingos fazia até ao Pomarão, onde era descarregado e transportado depois em navios, precisou Jorge Rosa, que realça que a intenção de concretizar o projecto não é nova.
Contudo, sublinha, o conceito só tem viabilidade se permitir a ligação a outras zonas, nomeadamente Serpa e algumas áreas do Algarve e Espanha, tornando-se parte de uma rede de ecopistas.
A candidatura ao Polis XXI, cujos resultados devem ser conhecidos durante o mês de Dezembro, é considerada pelos autarcas envolvidos na candidatura como a "derradeira" oportunidade para dinamizar aquela zona.
"A aprovação da candidatura é a oportunidade que o Governo tem de emendar algumas injustiças que têm sido feitas ao longo dos anos", afirmou o presidente da Câmara de Alcoutim em conferência de imprensa.
Segundo o autarca, que comanda um dos concelhos mais deprimidos da Europa, o Rio Guadiana é a "maior marina natural" do continente, mas não gera "um tostão de riqueza" desde Mértola a Vila Real de Santo António.


 


Fonte: LUSA

37: Alerta amarelo no Algarve


Informação do Aviso


Agitação Marítima-AMARELO
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Início



domingo, 2 Dezembro 2007 às 00:00 (UTC).



Fim



domingo, 2 Dezembro 2007 às 23:59 (UTC).


Agitação Marítima relativamente à Altura Significativa

Ondas de noroeste superiores a 4 m na costa ocidental.



 


Fonte: IM

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

36: Biocombustíveis são tema de encontro em Olhão

Os biocombustíveis e as potencialidades que a região algarvia tem ao nível das energias renováveis vão ser o tema central do «Encontro Biocosbustíveis do Algarve- Na rota das energias regionais», que vai decorrer no próximo sábado, dia 1 de Dezembro, em Olhão.


A iniciativa vai ter lugar no Auditório Municipal de Olhão, junto à Escola Secundária de Olhão, a partir das 15 horas.

O local originalmente escolhido para acolher o evento, a Ecoteca de Olhão, teve de ser preterido pelo auditório, uma vez que o número de inscrições foi mais elevado do que era esperado.

No encontro vão estar representantes de associações e empresas que já se dedicam à produção e utilização de energias renováveis.

A associação Almargem, que promove o evento em parceria com a Ecoteca de Olhão, a Associação Interprofissional para o Desenvolvimento da Produção e Valorização da Alfarroba (AIDA) e as empresas Biocar e Reciclimpa são as entidades representadas.

Ao todo, serão feitas quatro apresentações. Manuel Caetano, da AIDA, vai falar sobre «As histórias da Alfarroba, desde as origens ao Bioetanol», enquanto que o representante da Biocar António Fernandes falará sobre o tema «Óleo Vegetal novo ou usado, o biocombustível para o automóvel».

De seguida, Fernando Jerónimo, da Reciclimpa, vai debruçar-se sobre o tema «A aventura da recolha dos Óleos Alimentares Usados». A última apresentação da tarde estará a cargo de Alfredo Franco, da Almargem, que falará sobre o tema «Biodiesalgarve, a valorização energética dum resíduo».

Às apresentações seguir-se-á um período de debate. Os interessados em participar no evento deverão enviar um e-mail para o endereço da Ecoteca de Olhão, o ecotecadeolhao@gmail.com, com os seus dados pessoais e profissionais.


 


Fonte: Barlavento Online

35: Algarve tem água de qualidade única no mundo

A água que corre nas torneiras da região, fornecida em alta pela empresa Águas do Algarve, é a primeira no mundo a ter uma certificação de qualidade para consumo humano.


Com a certificação ISSO 22000- Sistemas de Gestão de Segurança Alimentar, a empresa que fornece água aos 16 concelhos algarvios garante não só qualidade e segurança do produto, em qualquer etapa do processo de tratamento e adução, como a prevenção de perigos para a saúde humana.

«Com este sistema de gestão, garantimos um produto seguro e de qualidade inequívoca, contribuindo, desta forma, para a principal actividade económica do Algarve, que é o turismo», afirmou Artur Ribeiro, administrador da empresa, na apresentação desta que é a primeira água certificada.

Humberto Rosa, secretário de Estado do Ambiente, na cerimónia que assinalou a obtenção da certificação da água, relembrou que, em tempos, o Algarve teve problemas de abastecimento e qualidade de água, mas que esta situação fica agora apenas na memória.

«Houve uma mudança nos sistemas multimunicipais e uma melhoria da qualidade da água abastecida», referiu, frisando que, com esta certificação de qualidade, «foi dado mais um passo».

«Agora temos uma água de qualidade especial, igual à que a natureza nos dá. Estamos num lugar cimeiro e somos únicos no mundo», afirmou Humberto Rosa.

Bernardo Trindade, secretário de Estado do Turismo, por seu lado, considerou que este esforço da empresa Águas do Algarve demonstra «um país que se quer afirmar pela qualidade».

Para Pedro Serra, presidente da Águas de Portugal, esta iniciativa «vem sublinhar o trabalho que foi feito para melhorar o sistema de abastecimento de água na região», confessando esperar dentro de alguns anos «beber um copo de água residual tratada».

Depois da cerimónia e da visita às instalações, todos os presentes tiveram a oportunidade de provar um copo da única água de qualidade certificada em todo o mundo.


 


Fonte: Barlavento Online

Dados da Estação Meteorológica em Olhão (não oficial)

Dados do mês de Novembro de 2007


 




Dia



Temperatura Máxima (ºC)



Temperatura mínima (ºC)



Precipitação (mm)



1



21.6



12.7



0



2



22.7



12.1



0



3



22.0



 13.9



0



4



22.5



13.5



0



5



22.9



13.2



0



6



23.1



12.9



0



7



22.0



10.0



0



8



22.0



12.9



0



9



23.6



11.7



0



10



22.0



11.4



0



11



22.9



12.2



0



12



21.8



11.8



0



13



24.2



10.4



0



14



21.4



10.0



0



15



19.7



7.1



0



16



19.7



10.0



0



17



19.4



11.0



0



18



19.7



11.0



0



19



22.1



10.6



7



20



19.2



14.2



42



21



21.2



10.9



1



22



19.7



10.0



3



23



18.2



9.5



0



24



16.4



9.9



0



25



18.3



10.6



0



26



19.2



8.5



0



27



17.2



6.5



0



28



18.2



5.9



0



29



17.2



7.2



0



30



17.1



6.2



0




 


 

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

34: Colheita da laranja atrasa por causa do tempo quente

A colheita da laranja algarvia, principal região produtora do país, está atrasada cerca de um mês na maturação da cor e há produtores a queixarem-se de quebras de produção entre 20 a 30 por cento.

 


"Apesar dos índices de maturação do sabor e sumo tenham atingido os valores necessários. Temos a laranja atrasada na cor um mês devido às altas temperaturas registadas", explicou à Lusa Horácio Ferreira, da Organização de Produção (OP) Cacial.


Segundo aquele especialista, as mudanças climatéricas podem ser uma das razões para o atraso na colheita da laranja algarvia de Inverno, mas o facto de no ano passado se ter registado uma forte produção também pode levar a uma diminuição natural dos citrinos, justifica.


"A laranja algarvia ainda não está capaz estou convencido que só de meados de Dezembro em diante é que vai estar boa", lança, por seu turno, Fernando Cristina da OP Cooprobol, referindo que o único fruto que "está com o sabor algarvio é a clementina".


Além do atraso na cor da laranja que tem de receber um tratamento chamado de desverdização, Fernando Cristina menciona que a produção da laranja reduziu cerca de 30 por cento do ano passado para o vigente, nomeadamente na variedade New Hall.


"Há uma quebra grande de produção", conta o produtor, assinalando ainda que o tempo mais seco estragou o desenvolvimento dos citrinos, levando a que existam menos vendas no mercado.


Também uma das responsáveis pela colheita de laranjas na OP Tavifruta adiantou que há pomares no final de Novembro cuja fruta "ainda não tem os índices de maturação mínimo para colher".


"A colheita está um mês atrasada. O que estamos a colher no final de Novembro era feito no final de Outubro", conta a responsável, que preferiu anonimato, referindo que a venda também não está a correr de forma satisfatória, nomeadamente por causa da concorrência da fruta espanhola, com variedades novas.


O responsável pela Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Algarve (DRAPALG), Castelão Rodrigues, referiu que ainda é cedo para quantificar a quebra de produção da laranja algarvia, mas confirmou que os técnicos da DRAPAL estão a avaliar a situação do atraso da colheita e que uma das causas plausíveis pode relacionar-se com a época da floração (entre Março e Abril).


 


Fonte: Observatório do Algarve


quarta-feira, 28 de novembro de 2007

33: Demolições na Ria Formosa avançam em 2008

Parque Expo deverá concluir plano de intervenção na Ria Formosa até ao final do ano, num processo que se assemelha aos programas Polis. Há 30 milhões de euros de fundos comunitários reservados para o projecto. A demolição de casas ilegais nas ilhas-barreira da Ria Formosa deverá avançar no próximo ano, com a implementação do plano estratégico de intervenção que a sociedade Parque Expo está a concluir. O ministro do Ambiente Nunes Correia, que, na sexta-feira, apresentou em Alvor os fundos estruturais previstos para o Algarve, não quis comprometer-se com prazos, nem com o valor do investimento necessário à concretização do plano, mas foi garantindo que a implementação do plano de requalificação é para ter início em 2008 e que as demolições fazem parte dele. «Como é sabido, há muitas situações de legalidade não resolvidas e é preciso olhar para essas situações nesses planos», referiu. Nunes Correia quer «verdadeira qualidade e situações de total legalidade» na Ria Formosa, pois, disse, «vivemos mal com a ilegalidade». O plano de requalificação da Ria Formosa é um dos três projectos nacionais a que Nunes Correia chamou «Polis do Litoral». Depois de ter sido criado um grupo de trabalho que englobou a sociedade Parque Expo e as Câmaras Municipais de Loulé, Faro, Olhão, Tavira e Vila Real de Santo António, o plano deverá entrar em fase de discussão ainda este ano, de forma a que possa arrancar em 2008. Nunes Correia destacou a Ria Formosa pela sua dupla valia de se tratar de um Parque Natural e de estar inserida na «principal região turística do país», mas foi chamando à atenção para a existência de «muitas situações que podem ser qualificadas, quer de um ponto de vista ambiental, quer de um ponto de vista de frentes de rio, de comunicações na ria, de caminhos e maneiras de visitar as várias zonas da ria, sem prejudicar os habitats». Embora não se conheça ainda o valor do investimento que o plano poderá implicar, sabe-se, porém, que o Plano Operacional Temático de Valorização do Território reserva cerca de 30 milhões de euros do Fundo de Coesão para a sua aplicação. «Sendo um projecto integrado, tem componentes muito diversas, algumas até muito exteriores ao meu próprio ministério, além de que as origens financeiras podem vir de várias linhas orçamentais e de vários programas operacionais», referiu, classificando o esquema de financiamento como «um puzzle com alguma complexidade». Em relação ao papel da sociedade Parque Expo, o ministro destacou o desafio lançado para que saia da esfera urbana. «Chamamos a isto os Polis do Litoral, mas, a meu ver, são muito mais quer os Polis tradicionais, pois temos uma área muito extensa, onde há zonas urbanas que merecem ser qualificadas, frentes de ria ou de mar, mas depois temos também outras zonas, por exemplo dunas, onde é preciso fazer caminhos para a visitação, percursos interpretativos... O que se pede é um projecto que integre essas componentes todas», rematou Nunes Correia.


 


Fonte: Barlavento Online

terça-feira, 27 de novembro de 2007

32: Almargem não concorda com planos da Câmara de Olhão para Marim

A associação ambientalista e de defesa do património algarvia Almargem repudiou a proposta de Plano de Pormenor (PP) Turístico-Cultural de Marim, posta em discussão pública pela Câmara de Olhão.


Segundo os ambientalistas, este plano apenas vem repetir os erros do passado e vai contra aquilo que é determinado na proposta de Plano de Ordenamento do Parque Natural da Ria Formosa.

O PP de Marim «não se mostra compatível com os objectivos subjacentes às classes de Regime de Protecção afectadas – no caso concreto, as previstas para a Área Terrestre - Protecção Parcial I e Protecção Complementar II», considera a Almargem, num parecer a que o barlavento.online teve acesso.

«De igual forma, a referida proposta contraria claramente os objectivos previstos no Plano de Ordenamento, quer do que ainda está em vigor, quer do que aguarda a sua aprovação», acrescenta a Almargem.

Para a associação, a proposta apresentada é «perfeitamente massificadora e desenquadrada do contexto natural e paisagístico em que se insere, e como tal lesiva dos valores naturais e paisagísticos excepcionais ali existentes».

Também vai contra o «Plano Director Municipal (PDM) em vigor», alertaram.

Outro aspecto do plano que repudiam é o facto de se mencionar «generosamente» os valores naturais e ambientais da zona, ao mesmo tempo que se preconiza «uma imagem vulgar e padronizada do tipo de turismo que se tem vindo a adoptar um pouco por todo o país».

Mesmo assim, a Almargem considera que apesar da vocação eminentemente agrícola da zona, «que deveria ser promovida, esta área poderia sem dúvida receber uma componente turística, a qual deveria no entanto incidir sobre projectos de baixa capacidade de carga que fossem capazes de aliar o desenvolvimento económico com a melhoria da qualidade de vida das populações locais e a protecção e valorização dos valores naturais e paisagísticos».

Tendo isso em conta, defende que deveria ser «objecto de reformulação e, posteriormente, de um processo de Avaliação de Impacte Ambiental ou, no mínimo, de uma Análise de Incidências Ambientais».

Na posição que a Almargem apresentou durante a discussão pública da proposta de plano, pode ler-se que, apesar das características eminentemente rurais da zona em que incide o plano, esta proposta aposta «na expansão da malha urbana para Nascente».

«O Plano de Pormenor de Ocupação Turístico-Cultural de Marim – Olhão - UOP2 constitui um exemplo da desajustada política de ordenamento que orientou os chamados PDM da primeira geração», consideram os ambientalistas.

«Assim, a Almargem exorta os órgãos autárquicos do concelho de Olhão a considerarem de interesse superior promover o desenvolvimento de formas alternativas de usufruto do seu litoral e dos seus espaços naturais, que os tem por excelência, sob a forma de projectos verdadeiramente integradores e genuínos no âmbito do Turismo de Natureza e de Habitação/Rural, reforçando a sua harmonização com várias actividades no âmbito da conservação da natureza, educação ambiental, lazer, desporto, entre outras», conclui a associação.


 


Fonte: Barlavento Online

32: Almargem não concorda com planos da Câmara de Olhão para Marim

A associação ambientalista e de defesa do património algarvia Almargem repudiou a proposta de Plano de Pormenor (PP) Turístico-Cultural de Marim, posta em discussão pública pela Câmara de Olhão.


Segundo os ambientalistas, este plano apenas vem repetir os erros do passado e vai contra aquilo que é determinado na proposta de Plano de Ordenamento do Parque Natural da Ria Formosa.

O PP de Marim «não se mostra compatível com os objectivos subjacentes às classes de Regime de Protecção afectadas – no caso concreto, as previstas para a Área Terrestre - Protecção Parcial I e Protecção Complementar II», considera a Almargem, num parecer a que o barlavento.online teve acesso.

«De igual forma, a referida proposta contraria claramente os objectivos previstos no Plano de Ordenamento, quer do que ainda está em vigor, quer do que aguarda a sua aprovação», acrescenta a Almargem.

Para a associação, a proposta apresentada é «perfeitamente massificadora e desenquadrada do contexto natural e paisagístico em que se insere, e como tal lesiva dos valores naturais e paisagísticos excepcionais ali existentes».

Também vai contra o «Plano Director Municipal (PDM) em vigor», alertaram.

Outro aspecto do plano que repudiam é o facto de se mencionar «generosamente» os valores naturais e ambientais da zona, ao mesmo tempo que se preconiza «uma imagem vulgar e padronizada do tipo de turismo que se tem vindo a adoptar um pouco por todo o país».

Mesmo assim, a Almargem considera que apesar da vocação eminentemente agrícola da zona, «que deveria ser promovida, esta área poderia sem dúvida receber uma componente turística, a qual deveria no entanto incidir sobre projectos de baixa capacidade de carga que fossem capazes de aliar o desenvolvimento económico com a melhoria da qualidade de vida das populações locais e a protecção e valorização dos valores naturais e paisagísticos».

Tendo isso em conta, defende que deveria ser «objecto de reformulação e, posteriormente, de um processo de Avaliação de Impacte Ambiental ou, no mínimo, de uma Análise de Incidências Ambientais».

Na posição que a Almargem apresentou durante a discussão pública da proposta de plano, pode ler-se que, apesar das características eminentemente rurais da zona em que incide o plano, esta proposta aposta «na expansão da malha urbana para Nascente».

«O Plano de Pormenor de Ocupação Turístico-Cultural de Marim – Olhão - UOP2 constitui um exemplo da desajustada política de ordenamento que orientou os chamados PDM da primeira geração», consideram os ambientalistas.

«Assim, a Almargem exorta os órgãos autárquicos do concelho de Olhão a considerarem de interesse superior promover o desenvolvimento de formas alternativas de usufruto do seu litoral e dos seus espaços naturais, que os tem por excelência, sob a forma de projectos verdadeiramente integradores e genuínos no âmbito do Turismo de Natureza e de Habitação/Rural, reforçando a sua harmonização com várias actividades no âmbito da conservação da natureza, educação ambiental, lazer, desporto, entre outras», conclui a associação.


 


Fonte: Barlavento Online

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

31: Previsão de 26 de Novembro a 2 de Dezembro de 2007

Esta semana vai dominar a estabilidade atmosférica, o céu vai apresentar-se pouco nublado ou limpo, o vento vai soprar de nordeste o que faz aumentar a sensação de frio na rua e as temperatura vai sofrer uma pequena descida nos próximos dias.


 


Máxima: 16ºC-19ºC


mínima: 6ºC- 10ºC

Previsão das marés no Algarve

  Barra Faro/Olhão DATA (UTC) Alt Maré 2026-08-01 4:09 3.31 Preia-Mar 2026-08-01 9:48 1.01 Baix...