sábado, 9 de junho de 2018

3010: Situação da apanha de bivalves no Algarve












Segundo o último comunicado divulgado ontem, dia 08 de Junho de 2018.


 


Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.


 


No Litoral entre Aljezur e Cabo de São Vicente (L7a), está interdita a apanha da Lapa que está contaminada por cádmio, Mexilhão e Ouriço-do-mar .


 


No Litoral entre Cabo de São Vicente e Portimão (L7c), está interdita todas as espécies, excepto Mexilhão.


 


No Litoral entre Faro e Olhão (L8), está interdita a apanha de Conquilha e amêijoa-branca.


 


No Litoral entre Tavira e Vila Real de Santo António (L9), está interdita a apanha de Conquilha e amêijoa-branca.


 


Na Ria de Alvor, Vale da Lama (LAG), está interdita a apanha de Berbigão.


 


No Rio Arade, Montante da ponte nova (POR1), está interdita a apanha de Amêijoa-boa.


 


Na Ria do Alvôr, Povoação (POR2), está interdita a apanha de Berbigão.


 


Na Ria Formosa, Olhão (OLH3), está interdita a apanha de Longueirão.


 


Na Ria Formosa, Olhão (OLH5), está interdita a apanha de Amêijoa-cão e Longueirão.


 


Na Ria Formosa, Faro (FAR1), está interdita a apanha de Amêijoa-cão e Longueirão.


 


Na Ria Formosa, Faro (FAR2), está interdita a apanha de Amêijoa-cão e Longueirão.


 


Na Ria Formosa, Tavira (TAV), está interdita a apanha de Amêijão-cão e Berbigão.



 

A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 


Fonte: IPMA












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