Tem lugar no próximo dia 18 de abril, a partir das 14:00 horas, um exercício de proteção civil cuja coordenação cabe ao Comando Distrital de Operações de Socorro de Faro da ANPC, o qual visa testar o Plano Especial de Emergência para o Risco Sísmico e de Tsunamis do Algarve (PEERST-Alg) e o Plano
Prévio de Intervenção (PPI) para a Linha Ferroviária do Algarve.
O âmbito geográfico do exercício inclui todo o Distrito de Faro.
O exercício é do tipo Posto de Comando (CPX – Comand Post Exercise) e com ele irá ser testada a resposta operacional do PEERST-Alg e a ativação das grelhas de alarme do PPI, perante um cenário de catástrofe.
O cenário concebido para o exercício é o de um sismo com epicentro 228,6 km a oeste-noroeste de Faro, ao qual se irão suceder vários outros eventos relacionados – vibração de terrenos, Tsunamis e liquefação de solos –, os quais darão origem ao colapso de vários edifícios, pontes, viadutos, vias ferroviárias e rodoviárias, bem como incêndios e outros incidentes diversos responsáveis por elevado número de vítimas, avultados prejuízos materiais e danos ambientais.
O exercício será acompanhado por uma equipa de observadores e avaliadores cuja missão é aferirem a eficácia e eficiência dos procedimentos previstos no âmbito dos planos de gestão da emergência em teste, bem como ajuizar acerca da adequação e prontidão do sistema de proteção civil na resposta à catástrofe.
O Plano Especial de Emergência para o Risco Sísmico e de Tsunamis do Algarve (PEERST-Alg) foi aprovado pela Comissão Nacional de Protecção Civil (CNPC), em 31 de maio de 2011.
Prévio de Intervenção (PPI) para a Linha Ferroviária do Algarve.
O âmbito geográfico do exercício inclui todo o Distrito de Faro.
O exercício é do tipo Posto de Comando (CPX – Comand Post Exercise) e com ele irá ser testada a resposta operacional do PEERST-Alg e a ativação das grelhas de alarme do PPI, perante um cenário de catástrofe.
O cenário concebido para o exercício é o de um sismo com epicentro 228,6 km a oeste-noroeste de Faro, ao qual se irão suceder vários outros eventos relacionados – vibração de terrenos, Tsunamis e liquefação de solos –, os quais darão origem ao colapso de vários edifícios, pontes, viadutos, vias ferroviárias e rodoviárias, bem como incêndios e outros incidentes diversos responsáveis por elevado número de vítimas, avultados prejuízos materiais e danos ambientais.
O exercício será acompanhado por uma equipa de observadores e avaliadores cuja missão é aferirem a eficácia e eficiência dos procedimentos previstos no âmbito dos planos de gestão da emergência em teste, bem como ajuizar acerca da adequação e prontidão do sistema de proteção civil na resposta à catástrofe.
O Plano Especial de Emergência para o Risco Sísmico e de Tsunamis do Algarve (PEERST-Alg) foi aprovado pela Comissão Nacional de Protecção Civil (CNPC), em 31 de maio de 2011.
Fonte: Região Sul
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