Os movimentos cívicos que contestam a introdução de portagens na Via do Infante convocaram, para 8 de outubro, nova marcha lenta de protesto na EN125, envolvendo variados tipos de viaturas e terminando com uma concentração.
Os promotores, atuando em conjunto, propõem-se alargar a ação a «outras entidades e grupos da sociedade civil algarvia», por forma a fortalecer a frente de luta.
A Comissão de Utentes da Via do Infante (CUVI), o Movimento Facebook Portagens na A22 Não, O Moto Clube de Faro e O Movimento Com Faro no Coração consideram que «o tempo não é de resignação mas sim de ação», não havendo «margem para a imposição de portagens» face à crise que se abateu sobre a nossa região. «O Algarve praticamente só vive do turismo, o qual se encontra em crise. Portanto, as portagens serão a morte anunciada e definitiva desta atividade».
A corroborar esta ideia, também “nuestros hermanos” tomaram posição pública contra as portagens na via longitudinal do Algarve. O Partido Popular (PP) de Huelva propõe-se contatar o Cônsul de Portugal e o Governo da Andaluzia para que intervenham no sentido de impedir a instalação de portagens na «autovia que conecta la provincia de Huelva con el Algarve luso». Já a Esquerda Unida Os Verdes apresentou no parlamento da Andaluzia uma proposta no mesmo sentido.
Fonte: Barlavento Online
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