A Unidade Nacional Contra-Terrorismo (UNCT) da Polícia Judiciária (PJ) deteve dois irlandeses no Algarve suspeitos de pertencerem a uma rede de financiamento do IRA Verdadeiro (facção dissidente do IRA que não aceitou o cessar-fogo). Esta organização terrorista com base em Belfast, Irlanda do Norte, tem vindo a envolver-se em diversos tipos de financiamento ilegal.
Na operação foi detido um português envolvido em vários tipos de tráfico, entre os quais, armas e droga. O português envolvido não estará directamente envolvido com o Real IRA, mas terá participado activamente nos meandros do tráfico.
A UNCT fez buscas em diversas zonas do Algarve, como Olhão e Almancil, e ainda na zona de Lisboa. Na casa de um dos suspeitos a PJ apreendeu dez armas de fogo e duzentas e cinquenta munições.
A investigação começou há cerca de um ano, em conjunto com as autoridades inglesas e, entre os suspeitos, estão os detidos esta semana no Algarve.
VIP Segundo fonte da polícia, o irlandês que reside em Portugal é tido como um dos membros mais influentes da comunidade e conhecido pela sua disponibilidade financeira.
O segundo detido, também irlandês, e presumivelmente operacional do IRA Verdadeiro, veio para Portugal recentemente com o intuito de transportar armas para a Irlanda do Norte. O i apurou que o suspeito veio de carro para Portugal e, ao que tudo indica, preparava-se para regressar a Belfast, depois do seu compatriota residente em Portugal o ter encaminhado no negócio de armas. Este alegado membro do IRA Verdadeiro é ainda suspeito numa investigação britânica sobre a morte de um agente da polícia.
O i apurou que o residente em Portugal é ainda suspeito de ter participado anteriormente em negócios de tráfico de droga, armas, tabaco e moeda, cujo o lucro teria como destino a organização terrorista Real IRA.
Durante meses, agentes da PJ estiveram envolvidos em investigações que abrangeram quase todos os tipos conhecidos de criminalidade. Ao que tudo indica, a ideia era aproveitar os diversos tipos de tráfico e branqueamento de capitais, para obter financiamento para a organização terrorista em Belfast.
DCIAP A investigação conjunta portuguesa e inglesa foi coordenada pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal. Todavia, apesar das detenções, a investigação não está fechada e não é de excluir a possibilidade de haver outros detidos e envolvidos neste processo.
Não se conhece ainda as pretenções das autoridades inglesas, mas a extradição dos irlandeses pode vir a estar em cima da mesa. Os suspeitos foram ouvidos pelo juiz Carlos Alexandre do Tribunal Central de Investigação e Acção Penal e deverão ficar em prisão preventiva, apesar de, até ao fecho da edição, não ter sido possível confirmar a decisão. Segundo a PJ, os detidos, têm idades entre os 38 anos e os 59 anos.
Na operação foi detido um português envolvido em vários tipos de tráfico, entre os quais, armas e droga. O português envolvido não estará directamente envolvido com o Real IRA, mas terá participado activamente nos meandros do tráfico.
A UNCT fez buscas em diversas zonas do Algarve, como Olhão e Almancil, e ainda na zona de Lisboa. Na casa de um dos suspeitos a PJ apreendeu dez armas de fogo e duzentas e cinquenta munições.
A investigação começou há cerca de um ano, em conjunto com as autoridades inglesas e, entre os suspeitos, estão os detidos esta semana no Algarve.
VIP Segundo fonte da polícia, o irlandês que reside em Portugal é tido como um dos membros mais influentes da comunidade e conhecido pela sua disponibilidade financeira.
O segundo detido, também irlandês, e presumivelmente operacional do IRA Verdadeiro, veio para Portugal recentemente com o intuito de transportar armas para a Irlanda do Norte. O i apurou que o suspeito veio de carro para Portugal e, ao que tudo indica, preparava-se para regressar a Belfast, depois do seu compatriota residente em Portugal o ter encaminhado no negócio de armas. Este alegado membro do IRA Verdadeiro é ainda suspeito numa investigação britânica sobre a morte de um agente da polícia.
O i apurou que o residente em Portugal é ainda suspeito de ter participado anteriormente em negócios de tráfico de droga, armas, tabaco e moeda, cujo o lucro teria como destino a organização terrorista Real IRA.
Durante meses, agentes da PJ estiveram envolvidos em investigações que abrangeram quase todos os tipos conhecidos de criminalidade. Ao que tudo indica, a ideia era aproveitar os diversos tipos de tráfico e branqueamento de capitais, para obter financiamento para a organização terrorista em Belfast.
DCIAP A investigação conjunta portuguesa e inglesa foi coordenada pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal. Todavia, apesar das detenções, a investigação não está fechada e não é de excluir a possibilidade de haver outros detidos e envolvidos neste processo.
Não se conhece ainda as pretenções das autoridades inglesas, mas a extradição dos irlandeses pode vir a estar em cima da mesa. Os suspeitos foram ouvidos pelo juiz Carlos Alexandre do Tribunal Central de Investigação e Acção Penal e deverão ficar em prisão preventiva, apesar de, até ao fecho da edição, não ter sido possível confirmar a decisão. Segundo a PJ, os detidos, têm idades entre os 38 anos e os 59 anos.
Fonte: Ionline
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