quinta-feira, 31 de julho de 2008

Dados da Estação Meteorológica de Olhão (não oficial)

Dados do mês de Julho de 2008


 


 


Dia Temperatura Máxima (ºC) Temperatura mínima (ºC) Precipitação (mm)  Observações                         
1  30.1  19.4  0  Céu limpo 
2  31.7    20.3  0 Céu pouco nublado 
3  30.2  16.2  0 Céu limpo 
4  27.4  18.8  0 Céu limpo 
5  29.1  20.8  0 Céu pouco nublado
6  27.2  18.8  0 Céu limpo 
7  29.1  16.1  0 Céu pouco nublado 
8   28.6   17.2  0 Céu limpo 
9  28.2   18.4   0 Céu limpo 
10  31.4  19.7  0 Céu limpo 
11  29.8  19.2  0 Céu limpo 
12  28.3  18.4  0 Céu pouco nublado 
13  26.0  18.0  0 Céu limpo 
14  28.1  18.1  0 Céu pouco nublado
15  28.8  20.8  0 Céu pouco nublado tornanso-se nublado com a ocorrência de trovoada e aguaceiros fracos 
16  28.2  19.1  0 Céu pouco nublado 
17  28.2  18.2  0  Céu limpo
18  34.0    21.9   0   Céu limpo 
19  27.6    22.0  0 Céu nublado 
20  24.6    19.9   0 Céu nublado de madrugada com chuviscos 
21  27.9   17.3   0  Céu limpo
22  28.2  19.5  0  Céu limpo 
23  28.7  19.9  0   Céu limpo 
24  27.1  17.6  0 Céu limpo com algumas nuvens altas 
25  29.2  17.3  0 Céu pouco nublado 
26  28.5  18.9  0 Céu pouco nublado 
27  30.3  19.9  0 Céu limpo 
28  32.9   19.7  0 Céu limpo 
29  29.5  18.5  0 Céu limpo 
30 29.7  18.0  0 Céu limpo 
31  29.6  20.9  0 Céu limpo 

381: Olhão: Condutor, que saiu ileso, atravessava uma passagem de nível sem guarda

Manuel Teixeira, comerciante de 57 anos residente em Olhão, pode gabar-se de um feito único: a viatura que conduzia foi ontem (10h00) foi colhida por um comboio, numa passagem de nível sem guarda, ficando completamente destruída, sendo que o ele não sofreu um arranhão.



 


"Nem tive tempo para apanhar um susto", garantiu ao CM o comerciante ao explicar o acidente. "Fui no carro da minha mulher, um BMW com 15 anos, a uma casa que tenho no sítio da Meia Légua, arredores de Olhão, e tentei atravessar a linha férrea, numa passagem de nível sem guarda, trajecto que faço diariamente".


 


Uma paragem em cima da linha para atravessar em segurança, quase foi fatal. "Vi um comboio a circular de Olhão para Faro, a apitar estridentemente e pensei que havia espaço para passar."


 


Com a composição em cima, quis recuar. "Tentei meter a marcha-atrás, mas pelo facto de não estar habituado a conduzir o carro, não consegui".


 


O choque da locomotiva com a frente da viatura foi inevitável. "A minha sorte foi o comboio ter embatido na parte do motor. O carro rodopiou e a parte de trás foi cuspida contra uma placa ficando também destruída."


 


Com o seguro caducado na véspera, Manuel Teixeira apenas pode sentir-se feliz por ter sobrevivido para contar a aventura.


 


PORMENORES


 


PERIGO


 


Linha férrea entre Faro e Olhão tem várias passagens de nível sem guarda. Há promessas de supressão das mesmas, mas subsiste uma dezena, que regista muito movimento.


 


ACIDENTE


 


Há quase um ano (18 de Agosto), a cerca de 100 metros do local deste acidente, morreu uma mulher de 35 anos, O carro que conduzia foi colhido por um comboio.


 


VIZINHOS


 


Em ambos os acidentes, as vítimas eram pessoas habituadas a circular no local. O conhecimento e o hábito fê-las facilitar, ocasionando o acidente.


 


Fonte: Correio da Manhã

380: OLHÃO queixa-se de insegurança nas ilhas

O presidente da Câmara de Olhão afirma-se preocupado com situações de insegurança nas ilhas-barreira, mas a Autoridade Marítima nega.


 



Em declarações à Lusa, o presidente da autarquia de Olhão, Francisco Leal, disse existirem "graves problemas de segurança" nas ilhas-barreira, criticando a falta de presença de efectivos da Polícia Marítima nas praias.


 


 


"A Polícia Marítima não garante a segurança das pessoas, mas também não solicita a intervenção de outras forças", afirmou o autarca socialista à Lusa, exemplificando que a ilha da Armona "está ao abandono, não se vê um polícia".


 


 


Francisco Leal defende um reforço da "vigilância de presença", e pediu uma reunião à governadora civil de Faro e à Autoridade Marítima para discutir este problema.


 


Contactado pela Lusa, o comandante da Capitania de Olhão, Jaime Trabucho, afirmou que as declarações de Francisco Leal são "uma surpresa", afirmando ter informações contrárias: "a população mostra agrado com a acção da Polícia Marítima", sustentou, acrescentando que a ilha da Armona "é das mais pacatas".


 


 


"Não tenho conhecimento de insegurança", disse Jaime Trabucho, que referiu existirem casos de criminalidade não violenta como "furtos a casas que ficam desabitadas o ano todo porque os proprietários moram em outras zonas, como no Norte do país, e que só ali permanecem um mês por ano", situações que ocorrem principalmente no Inverno.


 


 


Outras ocorrências registadas são "pequenos furtos" de malas, carteiras ou telemóveis a banhistas que deixam os seus pertences abandonados enquanto estão a tomar banho, por exemplo.


 


 


Quanto a acidentes no mar, o responsável referiu que "não houve qualquer afogamento nos últimos quatro anos".


 


 


O responsável adiantou que as ilhas-barreira (Armona, Culatra, Fuzeta e Farol) são patrulhadas por seis elementos da Polícia Marítima.


 


 


Outro assunto que o presidente da Câmara de Olhão pretende abordar na reunião é a recente proibição, imposta pela Autoridade Marítima, da prática de windsurf e kitesurf na Ria Formosa, depois da ocorrência de acidentes envolvendo praticantes destas modalidades.


 


Para Francisco Leal, esta foi "uma medida exagerada" que "não se justifica".


 


 


"Sempre se fizeram esses desportos na Ria Formosa e sem problemas", argumentou.


 


A medida também já foi contestada pelo presidente da Câmara de Faro, José Apolinário, que esta semana apelou ao "bom-senso" e defendeu a definição de zonas onde seja possível a prática de windsurf e kitesurf.


 


Fonte: Observatório do Algarve


379: Pontal e Ludo na mira de PIN’s

As zonas do Pontal e Ludo podem vir a ser urbanizadas, mediante a fusão de três antigos projectos num único PIN.


 



50 milhões de euros e muitos anos depois, parecem estar finalmente reunidas as condições para que surja um mega-empreendimento imobiliário nas zonas do Pontal e Ludo. Em causa, a aquisição de três parcelas de terreno num total de 408 hectares, numa das áreas ambientalmente mais sensíveis da região algarvia.


 


Segundo o jornal Público, um ou mais investidores russos ter-se-ão prontificado a pagar 50 milhões de euros pela aquisição do Portal do Sol, Navalhas e Urtu, três terrenos com 284, 54 e 70 hectares, respectivamente.


 


O Portal do Sol estende-se pelos concelhos de Faro e Loulé, pelas freguesias de Monte Negro e Almancil e será de todos o mais interessante uma vez que possui cerca de 40ha passíveis de construção junto a São João da Venda, freguesia de Almancil, consignados no PDM de Loulé.


 


O terreno chegou a ser propriedade do grupo Amorim, que o revendeu a um empresário libanês. Na altura, este desenvolveu um projecto assinado pelo arquitecto Artur Pedroso, apresentado à CCDR durante a presidência de David Assoreira.


 


O mesmo projecto inviabilizou desde logo os 20ha que se pretendiam atribuir à Universidade do Algarve, para expansão do campus, em direcção ao Ludo/Almancil.


Por desinteresse dos investidores, o projecto não se concretizou, face ao nível de restrições impostas pelo primeiro PROTAL, pelo plano de urbanização do Parque Natural da Ria Formosa e devido a uma conjuntura de mercado menos favorável.


 


Também a Quinta das Navalhas tem sido alvo de um apetite voraz por parte dos interesses imobiliários. Com 54 hectares, localiza-se no Sítio do Ludo e está integrada no Parque Natural da Ria Formosa. Está maioritariamente inserida no Concelho de Faro, freguesia de S.Pedro, havendo uma pequena porção da mesma no Concelho de Loulé, freguesia de Almancil.


 


Em 2000, as Navalhas foram alvo da atenção pública, quando a empresa Vilas da Serra foi multada em 12500 contos, por ter iniciado obras de loteamento contra pareceres negativos da Comissão de Coordenação da Região do Algarve e do Parque Natural da Ria Formosa.


Segundo a empresa, existiriam direitos adquiridos desde 1985, anteriormente à criação do Parque Natural da Ria Formosa, nascido em 1987, mas tanto a Comissão de Coordenação Regional como o Serviço Nacional de Parques, Reservas e Conservação da Natureza (actual Instituto da Conservação da Natureza) se pronunciaram contra, aplicando as coimas e embargando as obras de terraplanagem.


 


A empresa acabou por recorrer e o caso subiu até ao Supremo Tribunal Administrativo, que deu razão à CCR e ao Parque Natural. Desta forma, este terreno só poderá ser valorizado se integrado numa propriedade maior que dilua a ocupação humana e a construção, no âmbito de um Plano de Pormenor exigido pelas Unidades Operativas de Planeamento e Gestão.


Por fim, existe ainda um terceiro terreno, de 70 hectares, vendido pela empresa URTU – Urbanizações e Turismo. No entanto, também sobre este recaem várias restrições à construção, ainda que não a impossibilitem de todo.


 


Segundo o Plano de Urbanização do Parque Natural da Ria Formosa (PNRF), em toda a área do Garrão, Ancão (ludo) e Quinta do Lago, no extremo poente do PNRF, “existe uma situação de difícil compatibilização entre valores naturais e usos e/ou ordenamento, uma vez que sobre ela se encontram definidas duas Unidades Operativas de Planeamento e Gestão (UOPG), a UOPG 4 e a UOPG 5 de Loulé, que em conjunto com alvarás antigos têm permitido a construção de urbanizações em áreas potenciais ou mesmo com a presença de espécies prioritárias, como a planta Tuberaria major.


 


Por outro lado, o PROT admite Núcleos de Desenvolvimento Turísticos em áreas protegidas, fora da faixa dos 500 m, desde que tenham características compatíveis com a conservação dos valores que os respectivos regimes protegem.


 


Câmara de Loulé quer comprar terrenos


 


Segunda-feira, em declarações ao jornal Público, o presidente do município de Faro admitia que pudesse vir a surgir naquela zona um projecto PIN, que permitisse ultrapassar as actuais restrições à construção “desde que seja de interesse concelhio e compatível com a presença dos valores ambientais em presença”.


 


Contactado pelo Observatório do Algarve, Seruca Emídio, presidente do município de Loulé, considerou “estranho” o negócio, e alegou total desconhecimento do mesmo: “É uma situação que deverá ser analisada. É uma zona muito sensível ambientalmente e fica debaixo do Polis da Ria Formosa”, afirma. “Nunca existirá a possibilidade de grande construção ou ocupação”, acrescenta.


 


O autarca adianta ainda que foi apanhado de surpresa com a aquisição dos terrenos, uma vez que a própria Câmara pensava comprar parte do território privado: “A Câmara quer adquirir essas zonas para que sejam usufruto dos cidadãos”, refere, sem adiantar no entanto qual a área ou os valores envolvidos.


 


Quanto à possibilidade de um PIN (Projecto de Interesse Nacional), Seruca Emídio recorda que, ao contrário do que sucedeu com a construção do Hotel Hilton, em que foi suspenso o PDM de Loulé e decretada a alteração ao tipo de uso do solo, os novos PIN’s não permitem que o mesmo aconteça. “Não se coaduna muito com um PIN, a não ser que se junte a autarquia, a CCDR e eventuais promotores privados”, conclui.


 


Curiosamente, para além dos projectos acima citados, existem pelo menos outros dois ante-projectos previstos em zonas adjacentes, ambos com o suporte da empresa Finurba Corporate Finance: o Lago Village, com 12,5 hectares, previsto para a Herdade do Ponteal, em Faro, promovido pelo Club Mediterranée, e ainda o projecto de loteamento do Forno da Cal, na Herdade do Pontal, em Faro.


 


Almargem “assustada” com imobiliário


 


Quem não vê com bons olhos as movimentações imobiliárias em torno dos terrenos é a Associação ambientalista Almargem. A associação relembra que o Ludo, também conhecido por Herdade do Muro do Ludo, é há muito considerado uma das zonas mais importantes da Ria Formosa e uma das mais importantes zonas húmidas de Portugal, razão pela qual íntegra aquela área protegida desde a sua criação em 1978.


 


“A importância deste espaço de considerável dimensão (cerca de 500 hectares), faz desta zona húmida um local único, quer pela sua complexidade, quer pela diversidade de habitats (de água doce e salgada) ali existente, possibilitando a ocorrência de um grande número de espécies, com particular relevo para a avifauna, o que está bem patente nas mais de duzentas espécies de aves ali registadas”, afirma em comunicado.


 


A Almargem critica ainda o “completo e incompreensível alheamento e desinteresse do Estado pelo Ludo, resultando na total ausência de uma gestão adequada e na degradação de muitos habitats, reduzindo-se concomitantemente a sua biodiversidade”.


 


No documento, a Associação Almargem exige a reabertura imediata da discussão pública em torno do futuro da área do Ludo/Pontal, exortando as autarquias de Faro e Loulé a envidar todos os esforços com vista à preservação desta área, “na defesa do verdadeiro interesse público, dos seus cidadãos e da protecção do seu património natural, a que estão obrigadas”.



 

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 30 de Julho de 2008


 


Temperaturas Máximas:


 


1 - São Brás de Alportel 30.3 ºC


2 - Tavira 30.2 ºC


3 - Olhão 29.7 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 29.1 ºC


5 - Sagres 24.5 ºC


6 - Monchique 19.9 ºC


 


Temperaturas mínimas:


 


1 - Monchique 12.9 ºC


2 - São Brás de Alportel 16.7 ºC


3 - Sagres 17.1 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 17.5 ºC


5 - Olhão 18.0 ºC


6 - Tavira 19.7 ºC


 


Fontes: IM, INAG e CCVT

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 29 de Julho de 2008


 


Temperaturas Máximas:


 


1 - Faro (Aeroporto) 31.9 ºC


2 - Tavira 30.1 ºC


3 - Olhão 29.5 ºC


4 - São Brás de Alportel 28.9 ºC


5 - Sagres 23.2 ºC


6 - Monchique 18.1 ºC


 


Temperaturas mínimas:


 


1 - Monchique 10.9 ºC


2 - São Brás de Alportel 15.4 ºC


3 - Sagres 16.7 ºC


4 - Olhão 18.5 ºC


5 - Tavira 19.3 ºC


6 - Faro (Aeroporto) 19.5 ºC


 


Fontes: IM, INAG e CCVT

terça-feira, 29 de julho de 2008

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 28 de Julho de 2008


 


Temperaturas Máximas:


 


1 - Olhão 32.9 ºC


2 - Faro (Aeroporto) 32.6 ºC


3 - Tavira 32.6 ºC


4 - São Brás de Alportel 29.6 ºC


5 - Sagres 23.7 ºC


6 - Monchique 19.4 ºC


 


Temperaturas mínimas:


 


1 - Monchique 14.1 ºC


2 - São Brás de Alportel 17.7 ºC


3 - Sagres 19.2 ºC


4 - Olhão 19.7 ºC


5 - Faro (Aeroporto) 20.5 ºC


6 - Tavira 20.9 ºC


 


Precipitação acumulada:


 


1 - Monchique 0.7 mm


 


Fontes: IM, INAG e CCVT

378: Principal aquífero do Algarve ameaçado por um campo de golfe e um empreendimento para 1700 cama

O principal aquífero do Algarve (Querença-Silves) corre "sérios riscos" de contaminação, por via da construção do empreendimento turístico da Quinta da Ombria, um complexo constituído por um campo de golfe, hotel de cinco estrelas, vivendas e apartamentos com 1700 camas.



A denúncia foi feita ontem pela associação ambientalista Almargem, depois de uma visita ao local, para assinalar o dia Nacional da Conservação da Natureza.



Os ecologistas continuam com dúvidas sobre as consequências da Declaração de Impacto Ambiental (DIA), já assinada pelo Ministério do Ambiente, que viabiliza este projecto de uma empresa finlandesa para a zona do barrocal do concelho de Loulé. Luís Brás, dirigente da Almargem, considera que as dúvidas levantadas em 2004 em Bruxelas, a partir de uma queixa da Liga de Protecção da Natureza, não estão esclarecidas.



Em consequência desse processo, que ainda não foi encerrado, "o Estado português foi solicitado pela Comunidade a prestar esclarecimentos, mas nós consideramos que apenas houve uma tentativa de branqueamento da situação".



A DIA assinada no ano passado, garantem os ambientalistas, continua a não salvaguardar os valores da natureza. "O empreendimento vai ter um grande impacto, directo e indirecto, sobre o sítio classificado da fonte da Benémola, e o principal aquífero do Algarve, com a construção de um campo de golfe em cima, não está salvaguardado", afirmam.



Os protestos dos ecologistas levaram, em 2007, a uma alteração do projecto, que obrigou a afastar o campo de golfe e os núcleos turísticos das zonas mais sensíveis do ponto de vista ambiental.



A Almargem entende, contudo, que essas alterações são insuficientes para preservar o aquífero . O parecer técnico que levou o ministério do Ambiente a viabilizar o projecto, há oito anos, diz João Santos - outro dos dirigentes da Almargem - "assenta no principio de que o aquífero só existe na zona do barrocal e não dos terrenos de aluvião junto à ribeira, onde se pretende construir o golfe". "Temos para apresentar em Bruxelas uma informação técnica exactamente em sentido oposto", sublinhou.


 


Fonte: Publico

377: Pássaros sucumbem na Lagoa dos Salgados

Mais de cem patos e outras aves foram descobertos mortos nos últimos quinze dias, entre Faro e Olhão.


 



Segundo fonte da empresa Águas do Algarve, responsável pela estação que trata a maior parte das águas residuais de Faro (ainda que localizada junto a Olhão) as aves poderão ter sucumbido a uma doença chamada botulismo, embora só os exames que estão a ser realizados aos animais possam revelar qual a causa das mortes.


 


Desde há quinze dias até meados da passada semana foram contabilizadas cerca de noventa aves mortas, tendo segunda-feira sido removidas mais algumas dezenas, acrescentou a Águas do Algarve.


 


Alguns dos exemplares são enviados para análise e outros para uma estação de incineração em Beja, disse a mesma fonte, remetendo mais pormenores sobre as causas para quando se obtiverem resultados.


 


A situação já não é nova, segundo a mesma fonte, embora a Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Faro Nascente, onde foram detectadas as mortes, só seja explorada pela empresa desde Abril do ano passado.


 


A ETAR em causa é apelidada de estação de lagunagem, o que significa que funciona com base em baixa tecnologia e sem recurso a equipamentos ou produtos químicos, acrescenta a Águas do Algarve.


 


Situa-se entre Faro e Olhão, junto à Lagoa dos Salgados e é a estação responsável por tratar a maior parte das águas que abastecem a capital algarvia.


 


A situação está a ser acompanhada por técnicos da Câmara de Faro, Parque Natural da Ria Formosa (PNRF), Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Algarve (DRAPALG) e CCDR/Algarve.



 


Fonte: Observatório do Algarve


 


http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&visual=25&article=356692&tema=27


 


Fonte: RTP


 

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 27 de Julho de 2008


 


Temperaturas Máximas:


 


1 - Tavira 33.5 ºC


2 - São Brás de Alportel 32.2 ºC


3 - Faro (Aeroporto) 31.3 ºC


4 - Olhão 30.3 ºC


5 - Sagres 26.0 ºC


6 - Monchique 19.7 ºC


 


Temperaturas mínimas:


 


1 - Monchique 14.2 ºC


2 - Sagres 18.3 ºC


3 - São Brás de Alportel 18.7 ºC


4 - Olhão 19.9 ºC


5 - Faro (Aeroporto) 20.1 ºC


6 - Tavira 21.9 ºC


 


Fontes: IM, INAG e CCVT

376: Previsão meteorológica para a semana de 28 de Julho a 3 de Agosto de 2008

Previsão meteorológica no Algarve para os próximos dias:


  


Dia 28 (2ªfeira) - Céu pouco nublado. Vento  moderado de noroeste. 


 


Máximas: 21ºC - 32ºC


mínimas: 15ºC - 21ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 0.5 a 1 metro. Temperatura da água do mar: 20ºC


 


Dia 29 (3ªfeira)  - Céu  pouco nublado.  Vento fraco a moderado de noroeste.


 


Máximas: 22ºC - 30ºC


mínimas: 15ºC - 20ºC


 


Estado do mar: Ondas de sul com 0.5 a 1 metro. Temperatura da água do mar: 20ºC


 


Dia 30 (4ªfeira) - Céu pouco nublado. Vento moderado de noroeste.


 


Máximas: 23ºC - 29ºC


mínimas: 15ºC - 21ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro.


 


Dia 31 (5ª feira) - Céu pouco nublado temporiamente nublado por nuvens altas.. Vento fraco a moderado de norte.


 


Máximas: 23ºC - 30ºC 


mínimas: 16ºC - 22ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro..


 


Dia 1 (6ªfeira)  - Céu  pouco nublado ou limpo. Vento fraco a moderado de noroeste. Pequena subida de temperatura.


 


Máximas: 23ºC - 30ºC 


mínimas: 17ºC - 23ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro.


 


Dia 2 (Sábado)  - Céu pouco nublado.. Vento fraco a moderado de noroeste. Pequena subida de temperatura.


 


Máximas: 23ºC - 32ºC


mínimas: 18ºC - 23ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro..


 


Dia 3 (Domingo) - Céu pouco nublado temporiamente nublado por nuvens altas. Vento fraco a moderado de sueste. Pequena subida de temperatura.


 


Máximas: 25ºC - 34ºC


mínimas: 17ºC - 24ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro tornando-se ondas de sueste com 1 metro.

domingo, 27 de julho de 2008

375: Empate (0-0) com o Recreativo de Huelva no dia de apresentação aos sócios

O Olhanense continua invicto nesta pré-temporada. Três empates e outras tantas vitórias é o balanço da equipa de Jorge Costa que ontem registou um nulo na apresentação aos associados. Um resultado positivo já que do outro lado estava uma formação da 1.ª Liga espanhola, com outra experiência.



A equipa algarvia dominou a primeira parte, tendo construído inúmeras oportunidades de golo, nomeadamente através de Djalmir, Castro e Rui Duarte. O Recreativo de Huelva apenas por uma vez, aos 42’, conseguiu rematar à baliza de Bruno Veríssimo, e mesmo assim sem perigo.



No segundo tempo, com as muitas substituições operadas, o Huelva conseguiu tomar conta do jogo durante algum tempo, criando oportunidades para marcar, mas Ricardo Ferreira, em bom plano, tudo defendeu. Um empate que se aceita.



O treinador Jorge Costa ficou satisfeito com a exibição da equipa, mas diz que ainda se pode fazer melhor. “Está tudo a correr conforme o planeado, a resposta dos jogadores tem sido positiva. Já fizemos muitas coisas boas, mas poderemos melhorar ainda mais alguns aspectos. Estamos no caminho certo e o plantel ainda não está fechado.”

 


Fonte: Record

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 26 de Julho de 2008


 


Temperaturas Máximas:


 


1 - Tavira 35.2 ºC


2 - São Brás de Alportel 30.4 ºC


3 - Olhão 28.5 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 28.4 ºC


5 - Sagres 24.5 ºC


6 - Monchique 19.8 ºC


 


Temperaturas mínimas:


 


1 - Monchique 14.3 ºC


2 - São Brás de Alportel 17.6 ºC


3 - Olhão 18.9 ºC


4 - Sagres 18.9 ºC


5 - Faro (Aeroporto) 19.6 ºC


6 - Tavira 20.6 ºC


 


Precipitação acumulada:


 


1 - Monchique 0.2 mm


 


Fontes: IM, INAG e CCVT

sábado, 26 de julho de 2008

374: Jogo de Apresentação do Olhanense

Olhanense x Recreativo Huelva

   


Recreativo Huelva
Recreativo Huelva 

 



É já no próximo Sábado, dia 26 de Julho, que a equipa de futebol profissional é apresentada aos sócios e adeptos rubro-negros.


O início será às 17h45, com a apresentação individual dos jogadores e equipa técnica.


Não falte. O Olhanense SOMOS TODOS NÓS!




 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


Fonte: SCO

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 25 de Julho de 2008


 


Temperaturas Máximas:


 


1 - Tavira 31.7 ºC


2 - São Brás de Alportel 30.2 ºC


3 - Olhão 29.2 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 27.3 ºC


5 - Sagres 25.8 ºC


6 - Monchique 18.4 ºC


 


Temperaturas mínimas:


 


1 - Monchique 13.6 ºC


2 - São Brás de Alportel 16.4 ºC


3 - Olhão 17.3 ºC


4 - Sagres 17.5 ºC


5 - Faro (Aeroporto) 18.3 ºC


6 - Tavira 19.1 ºC


 


Precipitação acumulada:


 


1 - Monchique 0.3 mm


 


Fontes: IM, INAG e CCVT

373: Ecoturismo aumenta sustentabilidade de áreas protegidas

O presidente do Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB) defendeu hoje no Algarve que o ecoturismo é uma "oportunidade excelente" para a sustentabilidade económica das áreas protegidas, envolvendo as comunidades locais e promotores.


"O turismo da Natureza é uma das vias mais importantes para a sustentabilidade económica das áreas protegidas", afirmou Tito Rosa, presidente do ICNB, entidade que tutela os parques naturais, durante o Seminário Internacional "O Ecoturismo na Conservação da Natureza", no âmbito da 3ª Feira Nacional de Parques Naturais e Ambiente, que decorre em Olhão até domingo.



O responsável destacou que "ao promover a sustentabilidade económica, está a promover-se também a conservação da biodiversidade, que é primeiro trunfo das áreas protegidas", acrescentando que "a vida e a economia" destas áreas deve ser desenvolvida "não pelo Instituto, mas pelas pessoas que lá vivem e pelas empresas que ali podem actuar".



Nesse sentido, o ICNB pretende estabelecer parcerias com entidades que "promovam o investimento e a conservação das áreas protegidas, porque o investimento público não pode fazer tudo".



O responsável ressalvou que não é necessário um "grande investimento", do tipo "resort turístico", sublinhando que "o grande investimento é o somatório dos pequenos investimentos que se coadunam com estas áreas".



Tito Rosa referiu que o Governo está a trabalhar "em força" na criação, ainda este ano, de "instrumentos legislativos" sobre turismo da Natureza que, explicou, irão permitir "estabilizar os conceitos" e definir "requisitos mínimos para que determinados investimentos ou empresas possam reivindicar que são ecoturismo".



O turismo de Natureza tem sido crescentemente procurado pelos visitantes, que são, sublinhou, "cada vez mais exigentes", e os próprios operadores têm hoje "uma perspectiva de diferenciação" com o ecoturismo.



Durante o encontro, foi assinada a "Declaração de Olhão sobre Turismo de Natureza", que reconhece que o ecoturismo, actualmente praticado a nível mundial por cinco por cento dos viajantes, apresenta perspectivas de crescimento superiores ao mercado turístico convencional (cerca de 20 por cento).



"O turismo de Natureza deve continuar a promover formas de turismo que estimulem a viagem responsável nas áreas protegidas, a protecção do ambiente e da biodiversidade e a promoção do bem-estar das comunidades locais", refere a Declaração, subscrita pelo ICNB, pelo Instituto de Turismo de Portugal e pela Câmara de Olhão.



O documento reconhece que o país e, em particular, o Algarve têm ainda um longo caminho a percorrer nesta área, citando dificuldades como a fragilidade das estruturas económicas dos projectos e no acesso ao mercado ou o uso "abusivo" do conceito.



"O turismo de Natureza no Algarve encontra-se ainda marcadamente subaproveitado, em especial nas áreas protegidas e nas zonas interiores, pelo que uma abordagem inovadora deve incluir a mobilização activa e socialmente justa das comunidades locais", aponta a Declaração.



O documento aponta ainda algumas recomendações: reconhecer o "importante papel" que o ecoturismo pode ter no desenvolvimento sustentável do Algarve; maximizar as boas práticas de gestão do turismo de Natureza na região na conservação dos valores naturais e culturais; apoiar a viabilização económica e a boa gestão das empresas algarvias deste sector através de planos de marketing, educação e formação.



Exemplos de acções recomendadas são a simplificação da burocracia, o combate ao impacte do turismo nas alterações climáticas, a criação de mecanismos de certificação e linhas de financiamento, o apoio a programas de investigação e monitorização da costa algarvia, entre outros.



"É importante criar condições para que os turistas encontrem melhor qualidade e melhor ambiente, usufruindo das condições naturais", sublinhou o presidente da Câmara de Olhão, Francisco Leal, para quem "as áreas protegidas têm necessariamente de ser um factor de valorização e não um entrave ao desenvolvimento económico".



Sobre a Declaração hoje assinada, o autarca defendeu a necessidade de "transformar as recomendações em acções concretas, conduzindo a mudanças positivas".


 


Fonte: LUSA

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 24 de Julho de 2008


 


Temperaturas Máximas:


 


1 - São Brás de Alportel 30.7 ºC


2 - Tavira 29.8 ºC


3 - Olhão 27.1 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 26.7 ºC


5 - Sagres 23.8 ºC


6 - Monchique 18.3 ºC


 


Temperaturas mínimas:


 


1 - Monchique 11.4 ºC


2 - São Brás de Alportel 14.6 ºC


3 - Sagres 16.6 ºC


4 - Olhão 17.6 ºC


5 - Faro (Aeroporto) 18.1 ºC


6 - Tavira 18.3 ºC


 


Fontes: IM, INAG e CCVT

372: Macário diz que é "falta de coragem" recuo do Governo nas demolições na Ria Formosa

A maioria dos autarcas dos municípios da Ria Formosa defende um novo levantamento das habitações ilegais na zona, à excepção do presidente da Câmara de Tavira, para quem a medida avançada pelo Governo revela "falta de coragem".


O secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades João Ferrão anunciou, em entrevista à agência Lusa, a realização de um novo levantamento das habitações a demolir ou a requalificar na Ria Formosa.



"Neste momento não há um levantamento que garanta com precisão aquilo que vai ser a intervenção final", disse João Ferrão, adiantando que "em pormenor não se sabe ainda o que vai ser demolido".



Um dos últimos levantamentos nacionais de casas a demolir, realizado pelo Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB), contabilizava mais de três mil construções ilegais em áreas protegidas e colocava o parque da Ria Formosa a liderar a contagem, com mais de 1.800 situações.



No entanto, antes e depois do levantamento, o próprio governo, as autarquias e associações de moradores realizaram outras contagens de casas para demolir, todos com critérios e números divergentes.



Em declarações à Lusa, o presidente da Câmara de Faro José Apolinário (PS) explicou que este levantamento está previsto no Plano de Ordenamento da Orla Costeira (POOC), prevendo-se para Setembro o lançamento do concurso para a realização deste estudo, "núcleo a núcleo", com a colaboração das autarquias envolvidas - Faro, Loulé, Olhão e Tavira - e das associações de moradores.



O início do levantamento não tem ainda data prevista, referiu o autarca socialista.



Apolinário: Salvaguardar direitos dos pescadores



Para José Apolinário, "o que é importante é salvaguardar os direitos dos pescadores, viveiristas e as situações de primeira habitação", casos que podem ser mantidos ou deslocados para outros núcleos, segundo o POOC.



Na opinião do presidente da Câmara de Faro, os números - "falam em mil" casas clandestinas - "pecam por exagero e por uma desaquação e distanciamento em relação à realidade".



Para o autarca, o levantamento vai permitir "uma avaliação mais rigorosa sobre os impactos ambientais" dessas casas, algumas construídas sobre o cordão dunar.



"Há casas em zonas consideradas ilegais por razões puramente administrativas - por estarem em terrenos tutelados pelos portos - e não ambientais", argumentou José Apolinário, que sublinha que a intervenção na Ria Formosa deve centrar-se "na requalificação e não na demolição".



"Não faz sentido apenas e só a demolição", defendeu.



Leal: Plano actualizado e sério



Também o presidente da Câmara de Olhão Francisco Leal (PS) é a favor da elaboração de um "plano actualizado e sério para tomar depois as medidas adequadas".



Segundo o autarca, que acredita que a realidade "não está suficientemente analisada, até porque a situação evolui", o levantamento vai permitir avaliar "dentro do que existe, o que é susceptível de ser mantido e o que pode não ter condições para isso".



O presidente da autarquia de Olhão sublinha que as casas degradadadas devem ser "imediatamente demolidas", destino semelhante para as habitações alugadas para turismo, uma situação que considera "revoltante".



Mas, salientou, "não tem de ir tudo abaixo, mas não significa que tenha de ficar lá tudo".



"Esta é uma oportunidade que a Ria Formosa tem de se requalificar e de se olhar para esta zona com uma perspectiva séria", disse Francisco Leal.



O presidente da Câmara de Olhão defende que o "grande objectivo" da requalificação deverá ser o reforço do cordão dunar e a abertura das barras e dos canais, de forma a permitir "a manutenção e desenvolvimento das actividades económicas".



Seruca: acabar com soluções provisórias



O reforço das dunas e a conservação das ilhas-barreira são as intervenções essenciais, na opinião do presidente da Câmara de Loulé Seruca Emídio (PSD) dado o avanço do mar que se tem registado nos últimos anos e que obriga a reposições de areia que, contudo, são apenas soluções "temporárias".



O autarca de Loulé defende ainda ser necessário "um levantamento e ter em consideração o aspecto humano, nomeadamente se se trata de uma primeira ou segunda habitação".



"Uma situação é uma família que vive ali e trabalha em actividades ligadas à Ria, outra é quem usa a casa como segunda habitação", disse à Lusa.



O autarca afirmou que as construções existentes na ilha de Faro na zona ainda abrangida pelo concelho de Loulé não foram alvo de qualquer licenciamento municipal.



Macário: Adiar o problema e a solução



Ao contrário dos seus colegas de Olhão, Loulé e Faro, o presidente da Câmara de Tavira Macário Correia (PSD) contesta a realização de novos levantamentos.



"Há 20 anos que os vários governos andam a fazer levantamentos. Há levantamentos mais que suficientes", sustentou, em declarações à agência Lusa.



Para Macário Correia, a realização destes estudos é um recurso "para quem não tem coragem".



"É uma forma de adiar o problema e a solução", disse, referindo que em Tavira não há qualquer habitação clandestina: "se houvesse, já teria sido demolida".


 


Fonte: LUSA

371: Declaração de Olhão sobre Turismo de Natureza vai ser assinada hoje

Produzir um documento que «perdure no tempo» e identifique «condutas e o que deve ser o turismo sustentável», no Algarve e no país, é o objectivo da «Declaração de Olhão sobre Turismo de Natureza», que vai ser assinada esta sexta-feira, nesta cidade algarvia, na abertura do seminário internacional «O Ecoturismo na Conservação da Natureza».


A Declaração será assinada, segundo revelou João Ministro ao «barlavento», pelos presidentes da RTA, da AMAL, das Câmaras Municipais algarvias, do ICNB e do Turismo de Portugal.



A sessão poderá até ser presidida pelo próprio ministro do Ambiente, mas até ao dia de fecho desta edição, na terça-feira, a presença de Nunes Correia não estava ainda assegurada.



A assinatura da Declaração de Olhão será um dos momentos altos da Feira Nacional de Parques Naturais e Ambiente, que ontem começou em Olhão.



Este certame – que na prática começou ontem com a Bolsa de Turismo e Viagens Alternativas – decorre no Jardim Pescador Olhanense, com actividades a decorrer também na Quinta de Marim, sede do Parque Natural da Ria Formosa, e até a bordo do caíque «Bom Sucesso».



Além da presença de inúmeras empresas e instituições ligadas ao ecoturismo e à conservação de natureza, a Feira inclui também um mercado de produtos tradicionais e biológicos, uma mostra de livros sobre Ambiente, exposições de fotografia e de design e artesanato pop.



O seminário internacional «O Ecoturismo na Conservação da Natureza», que começa hoje às 9 horas no auditório do Centro de Educação Ambiental de Marim, trará ao Algarve Zóltan Kun, director-executivo da PAN Parks Foudation, da Hungria, ou Alison Riley, gestor de projectos da britânica BESST, que irão abordar questão ligadas à gestão e conservação da natureza.



Por seu lado, Adão Flores, da Universidade do Algarve, irá falar sobre os desafios e constrangimentos do potencial do Algarve para o turismo de natureza, enquanto Clifford Wait, gerente da Fundación Espacios Naturales Protegidos da Andaluzia, e ainda Fernando Molina, director de serviços da Rede de Espacios Naturales Protegidos da Andaluzia, irão mostrar e explicar a eficiência dos mecanismos de certificação ambiental no mercado espanhol.

 


 


Fonte: Barlavento Online

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 23 de Julho de 2008


 


Temperaturas Máximas:


 


1 - Tavira 30.9 ºC


2 - São Brás de Alportel 29.9 ºC


3 - Olhão 28.7 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 28.2 ºC


5 - Sagres 24.1 ºC


6 - Monchique 22.9 ºC


 


Temperaturas mínimas:


 


1 - Monchique 11.9 ºC


2 - Sagres 16.7ºC


3 - São Brás de Alportel 19.6 ºC


4 - Olhão 19.9 ºC


5 - Faro (Aeroporto) 20.3ºC


6 - Tavira 21.1 ºC


 


Fontes: IM, INAG e CCVT

quarta-feira, 23 de julho de 2008

370: Tudo apostos para a natureza em Olhão


3ª Feira Nacional de Parques Naturais e Ambiente

Começa esta quinta-feira, 24, em Olhão, a 3ª edição da Feira Nacional de Parques Naturais e Ambiente, que decorre até 27 de Julho, com um diversificado programa de actividades visando dar a conhecer os valores naturais da região e seu o potencial para o turismo de natureza.



Entre a cidade de Olhão e a Quinta de Marim, sede do Parque Natural da Ria Formosa, vão realizar-se mais de 30 iniciativas gratuitas de descoberta e observação da natureza, animação ambiental e desporto de natureza, dirigidas a adultos, jovens e crianças.



Destaca-se nove oficinas de trabalho (fotografia de natureza, «digiscoping», pintura da natureza, tratamento e recuperação de aves silvestres, salinicultura tradicional, observação de fauna aquática e marinha, agricultura biológica, construção de ninhos artificiais para aves e educação ambiental), e vários passeios temáticos (observação de aves, botânica, arqueologia, cultura urbana) a pé, de bicicleta e de barco.



Já no recinto da feira, no Jardim Pescador Olhanense, acontecem dezenas de actividades outdoor de ecoturismo e turismo de natureza, também gratuitas e a abertas a todos os participantes que se desloquem a Olhão para assistir a esta mostra nacional de ecoturismo.



Também dezenas de empresas de todo o país estão presentes para mostrar os seus produtos e serviços e para animar o espaço. O público em geral pode participar em actividades como baptismos de mergulho, escalada, passeios de bicicleta, passeios de segway, de barco, com burros, em carroças tradicionais algarvias, simulação de voos de parapente, jogos de educação ambiental, astronomia, demonstrações de vestuário e equipamentos de montanhismo, equipamento fotográfico, equestre, ciclismo e BTT, entre outros.



A organização é uma parceria entre Câmara Municipal de Olhão, Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade, Blind Note e a Associação Almargem.

 



 


 


Fonte: Região Sul

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 20 de Julho de 2008


 


Temperaturas Máximas:


 


1 - Tavira 27.3 ºC


2 - São Brás de Alportel 26.8 ºC


3 - Monchique 24.7 ºC


4 - Olhão 24.6 ºC


5 - Faro (Aeroporto) 24.0 ºC


6 - Sagres 22.9 ºC


 


Temperaturas mínimas:


 


1 - Monchique 14.9 ºC


2 - Sagres 18.6 ºC


3 - São Brás de Alportel 18.9 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 19.8 ºC


5 - Olhão 19.9 ºC


6 - Tavira 22.5 ºC


 


Fontes: IM, INAG e CCVT


 


Dia 21 de Julho de 2008


 


Temperaturas Máximas:


 


1 - Tavira 33.1 ºC


2 - São Brás de Alportel 31.1 ºC


3 - Olhão 27.9 ºC


4 - Monchique 26.4 ºC


5 - Faro (Aeroporto) 25.0 ºC


6 - Sagres 22.9 ºC


 


Temperaturas mínimas:


 


1 - Faro (Aeroporto) 17.0 ºC


2 - Olhão 17.3 ºC


3 - Sagres 18.1 ºC


4 - Tavira 18.6 ºC


5 - Monchique 19.6 ºC


6 - São Brás de Alportel 20.0 ºC


 


Fontes: IM, INAG e CCVT


 


Dia 22 de Julho de 2008


 


Temperaturas Máximas:


 


1 - São Brás de Alportel 31.3 ºC


2 - Tavira 30.5 ºC


3 - Faro (Aeroporto) 28.6 ºC


4 - Olhão 28.2 ºC


5 - Sagres 28.1 ºC


6 - Monchique 26.4 ºC


 


Temperaturas mínimas:


 


1 - Sagres 17.2 ºC


2 - Olhão 19.5 ºC


3 - Monchique 20.1 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 20.5 ºC


5 - São Brás de Alportel 20.9 ºC


6 - Tavira 21.0 ºC


 


Fontes: IM, INAG e CCVT


 

369: Alerta Amarelo no Algarve


Faro
última actualização: : 2008-07-23 07:46
Temp. Alta Amarelo Período: 2008-07-23 08:00 - 2008-07-25 07:59 (UTC)  
Temp. Máx.: 32 - 35 Graus Celcius


 


Fonte: IM

segunda-feira, 21 de julho de 2008

368: Previsão meteorológica para a semana de 21 de Julho a 27 de Julho de 2008

Previsão meteorológica no Algarve para os próximos dias:


  


Dia 21 (2ªfeira) - Céu pouco nublado. Vento  moderado de sul. Pequena subida de temperatura.


 


Máximas: 21ºC - 32ºC


mínimas: 15ºC - 20ºC


 


Estado do mar: Ondas de sul com 0.5 a 1 metro. Temperatura da água do mar: 20ºC


 


Dia 22 (3ªfeira)  - Céu  pouco nublado.  Vento fraco de sueste.


 


Máximas: 22ºC - 33ºC


mínimas: 15ºC - 20ºC


 


Estado do mar: Ondas de sul com 0.5 a 1 metro. Temperatura da água do mar: 20ºC


 


Dia 23 (4ªfeira) - Céu pouco nublado. Vento moderado de leste.


 


Máximas: 23ºC - 34ºC


mínimas: 15ºC - 21ºC


 


Estado do mar: Ondas de sul com 1 metro.


 


Dia 24 (5ª feira) - Céu pouco nublado. Vento fraco a moderado de sueste.


 


Máximas: 23ºC - 32ºC 


mínimas: 16ºC - 22ºC


 


Estado do mar: Ondas de sul com 1 metro..


 


Dia 25 (6ªfeira)  - Céu  pouco nublado ou limpo. Vento fraco a moderado de noroeste. Pequena descida de temperatura.


 


Máximas: 23ºC - 30ºC 


mínimas: 17ºC - 23ºC


 


Estado do mar: Ondas de sul com 1 metro.


 


Dia 26 (Sábado)  - Céu pouco nublado.. Vento fraco a moderado de noroeste. Pequena descida de temperatura.


 


Máximas: 22ºC - 30ºC


mínimas: 18ºC - 23ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro.


 


Dia 27 (Domingo) - Céu pouco nublado temporiamente nublado por nuvens altas. Vento fraco a moderado de norte.


 


Máximas: 25ºC - 30ºC


mínimas: 17ºC - 24ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro.

domingo, 20 de julho de 2008

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 19 de Julho de 2008


 


Temperaturas Máximas:


 


1 - São Brás de Alportel 28.9 ºC


2 - Tavira 28.0 ºC


3 - Olhão 27.6 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 26.3 ºC


5 - Sagres 24.1 ºC


6 - Monchique 24.0 ºC


 


Temperaturas mínimas:


 


1 - Monchique 16.1 ºC


2 - Sagres 18.8 ºC


3 - São Brás de Alportel 19.8 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 20.8 ºC


5 - Tavira 21.7 ºC


6 - Olhão 22.0 ºC


 


Fontes: IM, INAG e CCVT

sábado, 19 de julho de 2008

367: Olhão: Vítima caiu de uma altura de seis metros no Ria Shopping

Um operário da construção civil, português, com cerca de 40 anos, ficou gravemente ferido num acidente de trabalho na construção do Centro Comercial Ria Shopping, em Olhão.



 


O acidente, que ocorreu anteontem, cerca das 20h00, foi motivado pela queda do trabalhador de uma das gruas da obra para o terceiro piso subterrâneo do novo shoping, onde embateu, no betão.


Valentim Pereira, responsável da ‘Sans Frontieres’, que está a construir o shopping, disse ao CM, que "as causas do acidente ainda estão por apurar", mas esclareceu que o trabalhador efectuava a descida da grua, no final de um dia de trabalho e que terá "efectuado uma conduta inapropriada ao querer saltar da escada para a lage do piso -1, desequilibrando-se e caindo de uma altura de seis metros até ao piso -3". Valentim Pereira garante que "há um notável cuidado pela prevenção de segurança na obra".


Os bombeiros municipais de Olhão, que fizeram deslocar oito elementos e três viaturas e a tripulação de uma VMER, tiveram  algumas dificuldades no resgate da vítima. Foramnecessárias duas horas, uma maca especial e a utilização de uma grua da obra para tirar o operário da difícil posição em que encontrava.


Queixava-se de dores na coluna e estava consciente, mas politraumatizado. Está internado no Hospital de Faro, em observação, mas não correndo perigo de vida.


 


Homem caiu da parte de baixo de uma grua da obra, com 15 metros,  para o terceiro piso subterrâneo


 


Fonte: Correio da manhã

366: Quercus mostra os «onze buracos negros da energia» em Portugal

A Quercus mostrou hoje em Lisboa os "onze buracos negros da energia em Portugal" e alertou para a necessidade de apostar na poupança e eficência enegéticas e para o longo caminho a percorrer nas energias renováveis.


"Estamos a falar de um momento em que o preço do petróleo continua a subir e em que a sociedade portuguesa está mais aberta, mais desperta para procurar alternativas energéticas", disse o presidente da associação ambientalista, Hélder Spínola, a propósito da acção de sensibilização que esta manhã decorreu no Largo Camões, em Lisboa.



"No entanto, [a sociedade portuguesa] continua muito refém da mesma lógica que está associada aos combustíveis fósseis, ou seja, grandes projectos, centralizados e o contínuo consumo de grandes quantidades de energia", acrescentou.



Quem passou esta manhã pelo Largo Camões, em Lisboa, pôde ver uma fila de dez 'buracos negros' da energia em Portugal, identificados pela Quercus, e um 'super buraco', distinto dos outros por apresentar uma dimensão largamente superior: o buraco d'"O Mito da Energia Nuclear", que, dizem os ambientalistas, tem sido falsamente apresentada como uma energia limpa e barata.



Para além deste havia também os 'buracos' "Barragens: diga 3,3 (por cento)", "Transportes Colectivos ultrapassados pelos Automóveis", "Péssima Eficiência Energética", "Edifícios esbanjadores de Energia", "Microgeração a passo de caracol", "Energias renováveis pouco diversificadas", "Água quente solar não aquece nem arrefece", "Energia das Ondas em maré baixa", "Eco-fiscalidade quase invisível" e "Educação Ambiental esquecida.



Para a Quercus, a aposta energética deve centrar-se na poupança e na eficiência e a associação ambientalista não hesita em apontar os dois sectores 'negros' do consumo energético em Portugal: os transportes e os edifícios.



"Os transportes têm que se basear cada vez mais nos transportes colectivos, os edifícios têm de ser cada vez mais eficientes e auto-suficientes em termos energéticos", declarou Hélder Spínola.



Para o ambientalista, o país tem ainda um longo caminho a percorrer no que diz respeito ao aproveitamento das energias renováveis, sobretudo na solar, na proveniente do aproveitamento da biomassa, e na das ondas e marés, energias que considera ainda pouco exploradas, mas necessárias para a criação de um "sistema energético sustentável que não esteja dependente do petróleo e do exterior, e que tenha a participação não só dos governos e das empresas, mas também dos cidadãos".



"Temos no país grandes potencialidades de poupança que podem atingir os 40 por cento. Nós temos medidas, por exemplo, a instalação de um painel solar para aquecimento de água, que podem reduzir em 20 por cento a factura energética de uma família", afirmou.



No entanto, Hélder Spínola considerou que existem ainda muitas situações, ao nível fiscal, por exemplo, que "penalizam quem quer poupar energia e quem quer utilizá-la de forma mais eficiente" e que podiam ser revistas.



"É o caso, por exemplo, do IVA, que é cinco por cento para a electricidade, que na maior parte dos casos ainda é produzida pela queima de combustíveis fósseis, mas é 12 por cento se estivermos a falar na aquisição de equipamentos para a produção da energia eléctrica através de fontes renováveis e é a 20 por cento se as pessoas quiserem usar biomassa, como lenha, para satisfazer parte das suas necessidades energéticas", disse o ambientalista.



Na opinião do representante da Quercus, o sistema fiscal devia distinguir as medidas que defendem a preservação ambiental daquelas que agravam o problema.





Os 11 “buracos negros” da energia em Portugal



O Mito da Energia Nuclear



Nos últimos anos tem surgido alguma discussão em torna da possibilidade de construir em Portugal uma central nuclear.



Frequentemente, nesta discussão, o nuclear tem sido apresentado como sendo uma energia limpa e barata, ideias que não correspondem à realidade.



Na verdade, considerando todos os custos inerentes ao ciclo de vida de uma central, a energia nuclear é muito mais cara do que as outras formas de produção de electricidade, especialmente se se considerarem os custos do tratamento dos resíduos por centenas e mesmo milhares de anos.



Contrariamente ao que muitas vezes é referido, a produção de energia nuclear não é isenta em termos de emissões de gases de efeito de estufa responsáveis pelas alterações climáticas.



A sua construção é uma importante fonte de emissões, mas principalmente a exploração do urânio e também o transporte dos resíduos para processamento ou armazenagem, acabam por contribuir significativamente para este balanço.



Por outro lado, para além do problema da longevidade dos resíduos nucleares (dezenas a centenas de milhar de anos), esta fonte de energia eléctrica não é renovável e prevê-se que as reservas de urânio não durem mais do que algumas décadas.



Acresce que a exploração de urânio representa graves problemas ambientais, como o testemunham o passivo ambiental deixado por esta actividade em Portugal.





Barragens: diga 3,3 (por cento)



O governo português aprovou e pretende implementar um Programa Nacional de Barragens cujos ganhos energéticos não se justificam face aos graves prejuízos para a biodiversidade e degradação dos recursos hídricos.



As barragens planeadas produzirão electricidade equivalente a 3,3% da consumida em Portugal (dados de 2006) e correspondem a apenas 1% na poupança de emissões de gases com efeito de estufa (em comparação com o ano de referência do protocolo de Quioto- 1990).



O projecto EcoFamílias da Quercus, que acompanha 225 famílias portuguesas percebendo o potencial de poupança energética e aconselhando-as para um uso mais eficiente da energia, se fosse aplicado a todas as famílias residentes em Portugal teria o mesmo potencial na poupança de emissões de gases com efeito de estufa do que este Plano Nacional de Barragens.



Por outro lado, devido às alterações climáticas, e como já referido em relação à energia nuclear, a disponibilidade de água poderá diminuir 40% até 2050 reduzindo a capacidade de produção hidroeléctrica e pondo em causa a viabilidade de todas estas barragens.





Transportes Colectivos Ultrapassados pelos Automóveis



O sector dos transportes é o principal responsável, a par da produção de electricidade, pelo consumo de energia em Portugal.



No entanto pouco tem sido feito para evitar a adopção de práticas e tecnologias que agravem o consumo de energia.



Portugal é o país europeu onde menos se anda a pé e de bicicleta e o uso do transporte individual continua a aumentar em comparação com os transportes colectivos.



O investimento na rodovia continua muito acima do investimento na ferrovia (em 2004, Portugal investiu quase 4 vezes mais na rodovia do que na ferrovia) e os portugueses continuam a abandonar progressivamente o uso dos transportes colectivos a favor do transporte individual.



Embora o recente aumento dos combustíveis deva estar a atenuar esta tendência, comparando 1990 com 2004 é possível constatar que: o uso do combóio diminuiu de 11,3% para 3,8%; o uso de autocarros diminuiu de 20,5% para 11,1%; e o uso do automóvel subiu de 54,6% para 68,7%.





Péssima Eficiência Energética



Portugal é um dos países europeus que revela pior desempenho em termos de poupança e eficiência energética.



Estimativas recentes apontam para um potencial de poupança que pode atingir os 40% do seu actual consumo energética apenas por intermédio da gestão da procura (Manual de Boas Práticas de Eficiência Energética, WBCSD, Portugal).



Apesar deste enorme potencial as políticas e medidas para uma maior poupança e melhoria da eficiência energética em Portugal são incipientes e as poucas que já foram definidas não têm obtido a divulgação e os incentivos necessários.



Por mais energia que se produza por fontes fósseis ou renováveis, este nível de ineficiência anula qualquer esperança de um sector energético sustentável.



Ressalva-se no entanto que, apesar de muitas das suas medidas necessitarem de clarificação, o Plano Nacional para a Eficiência Energética, recentemente aprovado, prevê uma melhoria na eficiência energética de 1% ao ano.



Por outro lado, os dados mais recentes relativos ao consumo de energia eléctrica revelam uma desaceleração significativa no incremento do consumo, tendo crescido no primeiro semestre de 2008 apenas 1%.





Edifícios Esbanjadores de Energia



O sector dos edifícios é responsável por uma grande fatia dos consumos de energia final (30%), valor que sobe substancialmente se falarmos apenas de energia eléctrica (62%).



Apesar do Sistema de Certificação Energética dos Edifícios, já em implementação para as construções novas, qualquer estratégia para a sustentabilidade energética em Portugal e para a redução da dependência do petróleo requer a adopção urgente de medidas que revelem resultados no aumento da eficiência no uso da energia nos edifícios, fomente a poupança e aposte nos aproveitamentos passivos.





Microgeração a Passo de Caracol



O novo sistema de apoio à microgeração através do programa “renováveis na hora”, em funcionamento desde Abril de 2008, permite ao cidadãos produzir energia eléctrica através de fontes renováveis e vendê-la à rede.



Foi disponibilizada uma potência de 10 MW para o primeiro ano e sempre que atinge um total de 2MW de potência atribuída a possibilidade de registo é fechada pelo período de um mês.



Os cidadãos têm revelado grande abertura para este sistema esgotando os 2MW nas primeiras horas em que abre o período de registo pelo que é essencial aumentar a potência disponível de acordo com o interesse dos cidadãos em investir na produção descentralizada de energia eléctrica.





Energias Renováveis pouco Diversificadas



As energias renováveis, pela sua natureza intermitente e dispersa no território, requerem uma abordagem diferente daquela que estamos habituados com os combustíveis fósseis: produção centralizada e dependente de uma única fonte.



Os aproveitamentos das energias renováveis devem basear-se num modelo disperso no território e dirigido para a maior diversidade de formas de energia: eólica, solar, hídrica, biomassa, ondas, geotérmica, etc., quer na vertente de produção de electricidade quer noutras formas de energia ou aproveitamentos passivos.



Portugal tem uma produção de energia eléctrica por fontes renováveis essencialmente baseada na hídrica que, nos últimos anos, tem sido reforçada com a componente eólica, a qual aumentou no último ano 43%.



Esta grande limitação na diversidade destes aproveitamentos cria constrangimentos que dificultam a penetração das energias renováveis e o aproveitamento das potencialidades existentes no nosso país.





Água Quente Solar não Aquece nem Arrefece



No início da actual década, o Programa E4 – Eficiência Energética e Energias Endógenas definiu uma meta de 1 milhão de m2 de colectores solares térmicos até 2010 através do Programa Água Quente Solar.



Porém, nos últimos anos, a instalação de colectores solares tem-se cifrado apenas em algumas dezenas de milhares de m2/ano.



O Programa Nacional para as Alterações Climáticas (PNAC 2006) reviu em baixa esta meta e considera já que se atingirá metade do objectivo traçado, traduzindo-se esse facto em 140 mil toneladas de dióxido de carbono por ano de emissões acrescidas.



No final de 2006 existiam apenas 253 mil m2 instalados em Portugal.



O recurso à água quente solar pode significar uma poupança anual por família de aproximadamente 1000 kWh/ano, representando em média cerca de 20% do consumo total da família em electricidade e gás, o que multiplicado por cerca de 3,6 milhões de famílias existentes no país representa 3600 GWh por ano.



A falta de uma campanha e de outras formas de visibilidade desta solução, benéfica para as famílias e para o país, tem impedido que o parque habitacional utilize o potencial que a energia solarencerra.





Energia das Ondas em Maré Baixa



Apesar dos projectos-piloto que têm sido desenvolvidos ou anunciados nos Açores, Madeira, Peniche, Porto ou Póvoa do Varzim, o aproveitamento da energia das ondas, em que Portugal tem enormes potencialidades, continua sem ver uma luz ao fundo do túnel.



Falta investimento privado e público nomeadamente na investigação num desafio que deveria ser quase um desígnio nacional.



O que se passa com o desenvolvimento dos aproveitamentos da energia das ondas em Portugal acaba por ser o reflexo da postura passiva que o país tem mantido em relação aos seus recursos renováveis.





Eco-fiscalidade quase Invisível



Apesar dos passos já dados no domínio da eco-fiscalidade, designadamente ao nível do Imposto sobre Veículos e Imposto Único de Circulação, continuam a ser desperdiçadas enormes potencialidades de incentivo à poupança e eficiência energética, ou mesmo à adopção de equipamentos para aproveitamento de energias renováveis, através de dos mecanismos fiscais.



Não se compreende, por exemplo, que sobre os consumos de energia eléctrica, a maior parte derivada da queima de combustíveis fósseis, incida uma taxa de IVA a 5% enquanto que sobre os equipamentos para produção de energias renováveis seja de 12% e sobre a lenha (biomassa) 20%.





Educação Ambiental Esquecida



Os consumos de energia em Portugal estão em grande medida reféns das opções tecnológicas e comportamentais que os cidadãos fazem no seu dia a dia.



A sua educação, sensibilização e motivação para contribuir para a poupança e eficiência energética, assim como para os aproveitamentos de energia renovável, é essencial numa estratégia de redução da dependência do petróleo e de sustentabilidade para o sector energético.



Apesar do trabalho pontual que vai sendo feito, continua a não existir um esforço nacional para a promoção de boas práticas junto dos cidadãos no que à temática da energia diz respeito.


 


Fonte: Barlavento Online

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 18 de Julho de 2008


 


Temperaturas Máximas:


 


1 - São Brás de Alportel 35.3 ºC


2 - Olhão 34.0 ºC


3 - Tavira 34.0 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 33.6 ºC


5 - Monchique 28.3 ºC


6 - Sagres 27.8 ºC


 


Temperaturas mínimas:


 


1 - Sagres 18.0 ºC


2 - São Brás de Alportel 20.9 ºC


3 - Monchique 21.1 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 21.8 ºC


5 - Olhão 21.9 ºC


6 - Tavira 22.5 ºC


 


Fontes: IM, INAG e CCVT

sexta-feira, 18 de julho de 2008

366: Feira de Parques Naturais volta a Olhão com novidades

O evento trata de ambiente, realiza-se em Olhão e é enquadrado pela Ria Formosa. Daí que a organização da III Feira Nacional de Parques Naturais e Ambiente tenha escolhido um passeio na Ria a bordo da réplica do caíque «Bom Sucesso» para apresentar a iniciativa, na passada semana.


Os elementos da feira podem ser quase todos resumidos neste passeio. A jornada, em si, é um potencial produto de Ecoturismo, o tema central da edição de 2008 desta feira.



Também a passagem pela Quinta de Marim, a sede do Parque Natural da Ria Formosa (PNRF) ganha um simbolismo especial. E tudo enquadrado pela beleza natural da Ria e das ilhas-barreira.



O Jardim Pescador Olhanense será, de 25 a 27 de Julho, a base do evento. Mas não é o único espaço que a acolherá. Este ano, a Quinta de Marim também abre as portas para receber diversas actividades relacionadas com a feira.



No seu terceiro ano de existência, a Feira Nacional de Parques Naturais e Ambiente reorientou a sua filosofia e incluiu nos planos o sector empresarial.



Dezenas de empresas ligadas ao ecoturismo e ao ambiente vão marcar presença, mostrar os seus produtos e oferecer actividades com eles relacionados aos visitantes.



Isto não significa que a componente institucional e científica seja descurada. O programa de seminários, palestras e workshops volta com tanta ou mais força que no ano passado.



Um dos pontos altos do evento promete ser o seminário internacional subordinado ao tema «Ecoturismo na Conservação da Natureza», a decorrer ao longo do dia 25 de Julho, que contará com oradores de renome, vindos de diversos pontos do planeta.



O programa de educação e sensibilização ambiental também foi potenciado, muito graças à inclusão da associação Almargem na organização do evento.



A associação de defesa do ambiente juntou o seu know how ao da empresa municipal Fesnima e à produtora de eventos Blind Note, enriquecendo a oferta da feira. O programa completo da feira pode ser consultado em www.feiranacionaldeparques.com.



O Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB), parceiro da feira desde a primeira edição, também contribuiu, ao abrir as portas do PNRF ao evento.



Assim, na sede do parque, vão realizar-se eventos distintos, que vão desde as caminhadas a demonstrações e palestras sobre recuperação de aves em risco.



A Almargem também deu um forte contributo na organização da Bolsa de Turismo, outra das novidades da edição deste ano. De 23 a 27 de Julho, agentes e operadores turísticos, bem como jornalistas de órgãos de comunicação estrangeiros, vão percorrer a região de Barlavento a Sotavento, para conhecer as riquezas naturais, patrimoniais e, claro, gastronómicas do Algarve.



Como frisou durante a apresentação do evento o presidente da Câmara de Olhão Francisco Leal, a aposta nesta e noutras feiras ligadas ao tema do mar e ambiente é «estratégica» para a cidade da Restauração. «Procuramos cada vez mais que a presença da sede do PNRF seja uma mais valia», assegurou.



«Quando nos propusemos a lançar esta feira, houve quem nos perguntasse: Porquê Olhão? Nós respondemos: Porque não Olhão?», resumiu o autarca.

 


Fonte: Barlavento Online


 

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 17 de Julho de 2008


 


Temperaturas Máximas:


 


1 - Tavira 34.3 ºC


2 - São Brás de Alportel 30.4 ºC


3 - Sagres 28.7 ºC


4 - Olhão 28.2 ºC


5 - Monchique 27.6 ºC


6 - Faro (Aeroporto) 26.7 ºC


 


Temperaturas mínimas:


 


1 - Sagres 17.1 ºC


2 - Olhão 18.4 ºC


3 - São Brás de Alportel 18.6 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 19.4 ºC


5 - Tavira 19.6 ºC


6 - Monchique 21.4 ºC


 


Fontes: IM, INAG e CCVT

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 16 de Julho de 2008


 


Temperaturas Máximas:


 


1 - Tavira 29.4 ºC


2 - Olhão 28.2 ºC


3 - São Brás de Alportel 28.1 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 26.7 ºC


5 - Sagres 25.9 ºC 


6 - Monchique 24.1 ºC


 


Temperaturas mínimas:


 


1 - Sagres 16.8 ºC


2 - Monchique 17.1 ºC


3 - São Brás de Alportel 17.9 ºC


4 - Olhão 19.1 ºC


5 - Tavira 19.7 ºC


6 - Faro (Aeroporto) 20.7 ºC


 


Fontes: IM, INAG e CCVT

365: Aquecimento global causa fome nos oceanos

O aquecimento dos oceanos, expresso num aumento da temperatura da água sobretudo nos 700 metros mais à superfície, causa escassez de nutrientes, ameaçando a vida e a produtividade marinhas, de acordo com o cientista Richard Matear.


"Com o aumento da temperatura na faixa superior do oceano, a subida de nutrientes à superfície torna-se mais difícil, causando escassez alimentar e redução na produtividade marinha", afirmou o investigador em declarações à agência Lusa a partir da Austrália.



Referindo o estudo de Catia Motta Domingues, do Centro Australiano de Investigação sobre o Clima - estrutura que resulta de uma parceria entre o Serviço de Meteorologia e a Organização de Investigação Científica e Industrial da Comunidade Britânica (mais conhecida pela sigla inglesa CSIRO) - Matear sublinhou o facto de o calor se concentrar à superfície.



"O estudo mostra que ocorre um maior aquecimento na faixa superior do oceano, uma vez que o calor não penetra tão profundamente como se pensava", afirmou à Lusa.



O climatologista da Wealth from Oceans (Riqueza dos Oceanos), uma iniciativa da Organização de Investigação Científica e Industrial, defende que "a temperatura na superfície do mar é um bom indicador ambiental das biorregiões marinhas, sobretudo para os organismos pelágicos, aqueles que vivem nas colunas de água".



E, ainda que a temperatura não seja o único factor a definir as biorregiões, os restantes intervenientes - a produtividade, o fornecimento de nutrientes e os níveis de luz - "também são afectados pelo aquecimento da faixa superior do oceano".



Segundo o investigador, "à medida que o oceano aquece, a principal reacção é uma deslocação dos biomas no sentido dos pólos".



Os biomas são sistemas de interacção entre solo, clima, relevo, fauna e demais elementos da natureza e Richard Matear acredita que as deslocações "já estão a verificar-se, como se constata em regiões como a Austrália Oriental, e vão continuar a registar-se a um ritmo mais rápido do que se julgava".



O perito referiu ainda à Lusa os efeitos da penetração de dióxido de carbono antropogénico (aquele que deriva das actividades humanas) nos mares, onde os 700 metros mais à superfície voltam a ser os mais afectados.



"Essa penetração está a alterar a química da faixa superior dos oceanos, causando um decréscimo na concentração de iões de carbonato, o que reduz a capacidade de calcificação dos organismos", destacou.



O impacto será directamente sentido em animais cujo esqueleto externo (exoesqueleto) é formado por carbonato de cálcio, caso dos caranguejos, lagostas, estrelas e ouriços-do-mar ou corais.



Nos últimos dois séculos, 48 por cento do CO2 lançado pelas acções humanas na atmosfera foi absorvido pelos oceanos e um estudo recente do Centro de Investigação Cooperativa sobre o Clima e Ecossistema Antárcticos, parceiro na investigação de Catia Domingues, prevê que, já em 2060, a baixa concentração de iões de carbonato nas águas da Antárctica impeça a produção de aragonite, uma das formas de carbonato de cálcio existente nas conchas dos organismos marinhos.



No relatório, divulgado há cerca de um mês, o Centro de Investigação australiano indica que, por volta de 2100, o aumento de acidez dos oceanos - causado pela absorção de CO2 - deve expandir-se para Norte a partir da Antárctica.



E, apesar de as espécies terem capacidade de adaptação às alterações do meio ambiente, a sua evolução decorre ao longo de milhares de anos, pelo que dificilmente poderão acompanhar a rápida acidificação dos oceanos, assinala o documento.



Segundo a investigação do Centro de Investigação Cooperativa sobre o Clima e Ecossistema Antárcticos, o fenómeno terá consequências também a nível piscatório e turístico, pois colocará em perigo os ecossistemas que dependem dos recifes, e vai enfraquecer arquipélagos como as Maldivas e o Quiribati, que ficarão mais vulneráveis às tempestades marítimas e tufões.


 


Fonte: LUSA

364: TAVIRA aposta no sol

O concelho algarvio vai ter a primeira central solar de produção de energia térmica, capaz de produzir electricidade para 20 mil pessoas.



O projecto prevê a ocupação de 10 hectares de estruturas para a produção de energia (dos quais sete de painéis solares), num terreno de 25 hectares a instalar numa área cedida pela associação local de regantes.


A colocação em consulta pública por parte da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve tem por objectivo proporcionar a participação alargada de entidades e público interessado no projecto, através da recolha de opiniões antes do licenciamento.


De acordo com o responsável técnico da central, Manuel Collares Pereira - co-fundador da empresa ESTP (Energia Solar Térmica de Portugal) -, se os procedimentos administrativos o permitirem, a central, com uma capacidade para produzir um máximo de 6,5 megawatts, deverá estar a funcionar em meados de 2009.


"É um projecto que tem esbarrado em algumas dificuldades burocráticas, apesar dos apoios que recebeu desde a primeira hora do Ministério da Economia", disse Collares Pereira à Agência Lusa.


Sublinhou que se trata da primeira central de "fabrico" de energia eléctrica a partir de energia térmica produzida pelo sol, já que as outras centrais solares portuguesas - por exemplo a central de 11 megawatts actualmente em construção na zona de Serpa - produzem electricidade "directamente", sem passar pela fase térmica.


"Essas centrais são mais caras e produzem menos energia", sustenta o responsável da ESTP, explicando que a transformação da energia produzida pelo vapor de água em electricidade se faz numa turbina com capacidade para 6,5 megawatts.


"Se considerarmos que uma família de quatro pessoas produz uma média de 3 kilowatts, esta central deverá produzir energia para 20 mil pessoas, embora em certas alturas essa capacidade possa crescer ainda mais, até às 30 mil", disse.


A energia será vendida à empresa Rede Eléctrica Nacional (REN), que introduzirá na rede, afirmou.


"Nunca teremos a certeza se esta energia será consumida no Algarve ou em outras regiões do País", esclareceu.


O projecto, que pressupôs um protocolo, assinado em Dezembro, com a associação de regantes do Aproveitamento Hidroagrícola do Sotavento Algarvio (AHSA), deverá representar um investimento de 20 milhões de euros.


O contrato de concessão à ESTP permitirá aos beneficiários do plano de rega daquela zona do concelho de Tavira arrecadar receitas que possibilitarão a manutenção dos equipamentos de rega.


A empresa Energia Solar Térmica de Portugal nasceu da parceria das empresas portuguesas Enerpura - de que Collares Pereira é vice-presidente - e Meci com a norte-americana Ansra.


 


Fonte: Observatório do Algarve


Horários dos barcos de Faro para a Praia de Faro e Ilha do Farol e Culatra

Faro - Praia de Faro Faro - Ilha da Culatra e Farol Sem carreiras Faro - Ilha Deserta Fonte : CM Faro