quinta-feira, 31 de julho de 2008

Dados da Estação Meteorológica de Olhão (não oficial)

Dados do mês de Julho de 2008


 


 


Dia Temperatura Máxima (ºC) Temperatura mínima (ºC) Precipitação (mm)  Observações                         
1  30.1  19.4  0  Céu limpo 
2  31.7    20.3  0 Céu pouco nublado 
3  30.2  16.2  0 Céu limpo 
4  27.4  18.8  0 Céu limpo 
5  29.1  20.8  0 Céu pouco nublado
6  27.2  18.8  0 Céu limpo 
7  29.1  16.1  0 Céu pouco nublado 
8   28.6   17.2  0 Céu limpo 
9  28.2   18.4   0 Céu limpo 
10  31.4  19.7  0 Céu limpo 
11  29.8  19.2  0 Céu limpo 
12  28.3  18.4  0 Céu pouco nublado 
13  26.0  18.0  0 Céu limpo 
14  28.1  18.1  0 Céu pouco nublado
15  28.8  20.8  0 Céu pouco nublado tornanso-se nublado com a ocorrência de trovoada e aguaceiros fracos 
16  28.2  19.1  0 Céu pouco nublado 
17  28.2  18.2  0  Céu limpo
18  34.0    21.9   0   Céu limpo 
19  27.6    22.0  0 Céu nublado 
20  24.6    19.9   0 Céu nublado de madrugada com chuviscos 
21  27.9   17.3   0  Céu limpo
22  28.2  19.5  0  Céu limpo 
23  28.7  19.9  0   Céu limpo 
24  27.1  17.6  0 Céu limpo com algumas nuvens altas 
25  29.2  17.3  0 Céu pouco nublado 
26  28.5  18.9  0 Céu pouco nublado 
27  30.3  19.9  0 Céu limpo 
28  32.9   19.7  0 Céu limpo 
29  29.5  18.5  0 Céu limpo 
30 29.7  18.0  0 Céu limpo 
31  29.6  20.9  0 Céu limpo 

Dados da Estação Meteorológica de Olhão (não oficial)

Dados do mês de Julho de 2008


 


 


Dia Temperatura Máxima (ºC) Temperatura mínima (ºC) Precipitação (mm)  Observações                         
1  30.1  19.4  0  Céu limpo 
2  31.7    20.3  0 Céu pouco nublado 
3  30.2  16.2  0 Céu limpo 
4  27.4  18.8  0 Céu limpo 
5  29.1  20.8  0 Céu pouco nublado
6  27.2  18.8  0 Céu limpo 
7  29.1  16.1  0 Céu pouco nublado 
8   28.6   17.2  0 Céu limpo 
9  28.2   18.4   0 Céu limpo 
10  31.4  19.7  0 Céu limpo 
11  29.8  19.2  0 Céu limpo 
12  28.3  18.4  0 Céu pouco nublado 
13  26.0  18.0  0 Céu limpo 
14  28.1  18.1  0 Céu pouco nublado
15  28.8  20.8  0 Céu pouco nublado tornanso-se nublado com a ocorrência de trovoada e aguaceiros fracos 
16  28.2  19.1  0 Céu pouco nublado 
17  28.2  18.2  0  Céu limpo
18  34.0    21.9   0   Céu limpo 
19  27.6    22.0  0 Céu nublado 
20  24.6    19.9   0 Céu nublado de madrugada com chuviscos 
21  27.9   17.3   0  Céu limpo
22  28.2  19.5  0  Céu limpo 
23  28.7  19.9  0   Céu limpo 
24  27.1  17.6  0 Céu limpo com algumas nuvens altas 
25  29.2  17.3  0 Céu pouco nublado 
26  28.5  18.9  0 Céu pouco nublado 
27  30.3  19.9  0 Céu limpo 
28  32.9   19.7  0 Céu limpo 
29  29.5  18.5  0 Céu limpo 
30 29.7  18.0  0 Céu limpo 
31  29.6  20.9  0 Céu limpo 

381: Olhão: Condutor, que saiu ileso, atravessava uma passagem de nível sem guarda

Manuel Teixeira, comerciante de 57 anos residente em Olhão, pode gabar-se de um feito único: a viatura que conduzia foi ontem (10h00) foi colhida por um comboio, numa passagem de nível sem guarda, ficando completamente destruída, sendo que o ele não sofreu um arranhão.



 


"Nem tive tempo para apanhar um susto", garantiu ao CM o comerciante ao explicar o acidente. "Fui no carro da minha mulher, um BMW com 15 anos, a uma casa que tenho no sítio da Meia Légua, arredores de Olhão, e tentei atravessar a linha férrea, numa passagem de nível sem guarda, trajecto que faço diariamente".


 


Uma paragem em cima da linha para atravessar em segurança, quase foi fatal. "Vi um comboio a circular de Olhão para Faro, a apitar estridentemente e pensei que havia espaço para passar."


 


Com a composição em cima, quis recuar. "Tentei meter a marcha-atrás, mas pelo facto de não estar habituado a conduzir o carro, não consegui".


 


O choque da locomotiva com a frente da viatura foi inevitável. "A minha sorte foi o comboio ter embatido na parte do motor. O carro rodopiou e a parte de trás foi cuspida contra uma placa ficando também destruída."


 


Com o seguro caducado na véspera, Manuel Teixeira apenas pode sentir-se feliz por ter sobrevivido para contar a aventura.


 


PORMENORES


 


PERIGO


 


Linha férrea entre Faro e Olhão tem várias passagens de nível sem guarda. Há promessas de supressão das mesmas, mas subsiste uma dezena, que regista muito movimento.


 


ACIDENTE


 


Há quase um ano (18 de Agosto), a cerca de 100 metros do local deste acidente, morreu uma mulher de 35 anos, O carro que conduzia foi colhido por um comboio.


 


VIZINHOS


 


Em ambos os acidentes, as vítimas eram pessoas habituadas a circular no local. O conhecimento e o hábito fê-las facilitar, ocasionando o acidente.


 


Fonte: Correio da Manhã

381: Olhão: Condutor, que saiu ileso, atravessava uma passagem de nível sem guarda

Manuel Teixeira, comerciante de 57 anos residente em Olhão, pode gabar-se de um feito único: a viatura que conduzia foi ontem (10h00) foi colhida por um comboio, numa passagem de nível sem guarda, ficando completamente destruída, sendo que o ele não sofreu um arranhão.



 


"Nem tive tempo para apanhar um susto", garantiu ao CM o comerciante ao explicar o acidente. "Fui no carro da minha mulher, um BMW com 15 anos, a uma casa que tenho no sítio da Meia Légua, arredores de Olhão, e tentei atravessar a linha férrea, numa passagem de nível sem guarda, trajecto que faço diariamente".


 


Uma paragem em cima da linha para atravessar em segurança, quase foi fatal. "Vi um comboio a circular de Olhão para Faro, a apitar estridentemente e pensei que havia espaço para passar."


 


Com a composição em cima, quis recuar. "Tentei meter a marcha-atrás, mas pelo facto de não estar habituado a conduzir o carro, não consegui".


 


O choque da locomotiva com a frente da viatura foi inevitável. "A minha sorte foi o comboio ter embatido na parte do motor. O carro rodopiou e a parte de trás foi cuspida contra uma placa ficando também destruída."


 


Com o seguro caducado na véspera, Manuel Teixeira apenas pode sentir-se feliz por ter sobrevivido para contar a aventura.


 


PORMENORES


 


PERIGO


 


Linha férrea entre Faro e Olhão tem várias passagens de nível sem guarda. Há promessas de supressão das mesmas, mas subsiste uma dezena, que regista muito movimento.


 


ACIDENTE


 


Há quase um ano (18 de Agosto), a cerca de 100 metros do local deste acidente, morreu uma mulher de 35 anos, O carro que conduzia foi colhido por um comboio.


 


VIZINHOS


 


Em ambos os acidentes, as vítimas eram pessoas habituadas a circular no local. O conhecimento e o hábito fê-las facilitar, ocasionando o acidente.


 


Fonte: Correio da Manhã

380: OLHÃO queixa-se de insegurança nas ilhas

O presidente da Câmara de Olhão afirma-se preocupado com situações de insegurança nas ilhas-barreira, mas a Autoridade Marítima nega.


 



Em declarações à Lusa, o presidente da autarquia de Olhão, Francisco Leal, disse existirem "graves problemas de segurança" nas ilhas-barreira, criticando a falta de presença de efectivos da Polícia Marítima nas praias.


 


 


"A Polícia Marítima não garante a segurança das pessoas, mas também não solicita a intervenção de outras forças", afirmou o autarca socialista à Lusa, exemplificando que a ilha da Armona "está ao abandono, não se vê um polícia".


 


 


Francisco Leal defende um reforço da "vigilância de presença", e pediu uma reunião à governadora civil de Faro e à Autoridade Marítima para discutir este problema.


 


Contactado pela Lusa, o comandante da Capitania de Olhão, Jaime Trabucho, afirmou que as declarações de Francisco Leal são "uma surpresa", afirmando ter informações contrárias: "a população mostra agrado com a acção da Polícia Marítima", sustentou, acrescentando que a ilha da Armona "é das mais pacatas".


 


 


"Não tenho conhecimento de insegurança", disse Jaime Trabucho, que referiu existirem casos de criminalidade não violenta como "furtos a casas que ficam desabitadas o ano todo porque os proprietários moram em outras zonas, como no Norte do país, e que só ali permanecem um mês por ano", situações que ocorrem principalmente no Inverno.


 


 


Outras ocorrências registadas são "pequenos furtos" de malas, carteiras ou telemóveis a banhistas que deixam os seus pertences abandonados enquanto estão a tomar banho, por exemplo.


 


 


Quanto a acidentes no mar, o responsável referiu que "não houve qualquer afogamento nos últimos quatro anos".


 


 


O responsável adiantou que as ilhas-barreira (Armona, Culatra, Fuzeta e Farol) são patrulhadas por seis elementos da Polícia Marítima.


 


 


Outro assunto que o presidente da Câmara de Olhão pretende abordar na reunião é a recente proibição, imposta pela Autoridade Marítima, da prática de windsurf e kitesurf na Ria Formosa, depois da ocorrência de acidentes envolvendo praticantes destas modalidades.


 


Para Francisco Leal, esta foi "uma medida exagerada" que "não se justifica".


 


 


"Sempre se fizeram esses desportos na Ria Formosa e sem problemas", argumentou.


 


A medida também já foi contestada pelo presidente da Câmara de Faro, José Apolinário, que esta semana apelou ao "bom-senso" e defendeu a definição de zonas onde seja possível a prática de windsurf e kitesurf.


 


Fonte: Observatório do Algarve


380: OLHÃO queixa-se de insegurança nas ilhas

O presidente da Câmara de Olhão afirma-se preocupado com situações de insegurança nas ilhas-barreira, mas a Autoridade Marítima nega.


 



Em declarações à Lusa, o presidente da autarquia de Olhão, Francisco Leal, disse existirem "graves problemas de segurança" nas ilhas-barreira, criticando a falta de presença de efectivos da Polícia Marítima nas praias.


 


 


"A Polícia Marítima não garante a segurança das pessoas, mas também não solicita a intervenção de outras forças", afirmou o autarca socialista à Lusa, exemplificando que a ilha da Armona "está ao abandono, não se vê um polícia".


 


 


Francisco Leal defende um reforço da "vigilância de presença", e pediu uma reunião à governadora civil de Faro e à Autoridade Marítima para discutir este problema.


 


Contactado pela Lusa, o comandante da Capitania de Olhão, Jaime Trabucho, afirmou que as declarações de Francisco Leal são "uma surpresa", afirmando ter informações contrárias: "a população mostra agrado com a acção da Polícia Marítima", sustentou, acrescentando que a ilha da Armona "é das mais pacatas".


 


 


"Não tenho conhecimento de insegurança", disse Jaime Trabucho, que referiu existirem casos de criminalidade não violenta como "furtos a casas que ficam desabitadas o ano todo porque os proprietários moram em outras zonas, como no Norte do país, e que só ali permanecem um mês por ano", situações que ocorrem principalmente no Inverno.


 


 


Outras ocorrências registadas são "pequenos furtos" de malas, carteiras ou telemóveis a banhistas que deixam os seus pertences abandonados enquanto estão a tomar banho, por exemplo.


 


 


Quanto a acidentes no mar, o responsável referiu que "não houve qualquer afogamento nos últimos quatro anos".


 


 


O responsável adiantou que as ilhas-barreira (Armona, Culatra, Fuzeta e Farol) são patrulhadas por seis elementos da Polícia Marítima.


 


 


Outro assunto que o presidente da Câmara de Olhão pretende abordar na reunião é a recente proibição, imposta pela Autoridade Marítima, da prática de windsurf e kitesurf na Ria Formosa, depois da ocorrência de acidentes envolvendo praticantes destas modalidades.


 


Para Francisco Leal, esta foi "uma medida exagerada" que "não se justifica".


 


 


"Sempre se fizeram esses desportos na Ria Formosa e sem problemas", argumentou.


 


A medida também já foi contestada pelo presidente da Câmara de Faro, José Apolinário, que esta semana apelou ao "bom-senso" e defendeu a definição de zonas onde seja possível a prática de windsurf e kitesurf.


 


Fonte: Observatório do Algarve


379: Pontal e Ludo na mira de PIN’s

As zonas do Pontal e Ludo podem vir a ser urbanizadas, mediante a fusão de três antigos projectos num único PIN.


 



50 milhões de euros e muitos anos depois, parecem estar finalmente reunidas as condições para que surja um mega-empreendimento imobiliário nas zonas do Pontal e Ludo. Em causa, a aquisição de três parcelas de terreno num total de 408 hectares, numa das áreas ambientalmente mais sensíveis da região algarvia.


 


Segundo o jornal Público, um ou mais investidores russos ter-se-ão prontificado a pagar 50 milhões de euros pela aquisição do Portal do Sol, Navalhas e Urtu, três terrenos com 284, 54 e 70 hectares, respectivamente.


 


O Portal do Sol estende-se pelos concelhos de Faro e Loulé, pelas freguesias de Monte Negro e Almancil e será de todos o mais interessante uma vez que possui cerca de 40ha passíveis de construção junto a São João da Venda, freguesia de Almancil, consignados no PDM de Loulé.


 


O terreno chegou a ser propriedade do grupo Amorim, que o revendeu a um empresário libanês. Na altura, este desenvolveu um projecto assinado pelo arquitecto Artur Pedroso, apresentado à CCDR durante a presidência de David Assoreira.


 


O mesmo projecto inviabilizou desde logo os 20ha que se pretendiam atribuir à Universidade do Algarve, para expansão do campus, em direcção ao Ludo/Almancil.


Por desinteresse dos investidores, o projecto não se concretizou, face ao nível de restrições impostas pelo primeiro PROTAL, pelo plano de urbanização do Parque Natural da Ria Formosa e devido a uma conjuntura de mercado menos favorável.


 


Também a Quinta das Navalhas tem sido alvo de um apetite voraz por parte dos interesses imobiliários. Com 54 hectares, localiza-se no Sítio do Ludo e está integrada no Parque Natural da Ria Formosa. Está maioritariamente inserida no Concelho de Faro, freguesia de S.Pedro, havendo uma pequena porção da mesma no Concelho de Loulé, freguesia de Almancil.


 


Em 2000, as Navalhas foram alvo da atenção pública, quando a empresa Vilas da Serra foi multada em 12500 contos, por ter iniciado obras de loteamento contra pareceres negativos da Comissão de Coordenação da Região do Algarve e do Parque Natural da Ria Formosa.


Segundo a empresa, existiriam direitos adquiridos desde 1985, anteriormente à criação do Parque Natural da Ria Formosa, nascido em 1987, mas tanto a Comissão de Coordenação Regional como o Serviço Nacional de Parques, Reservas e Conservação da Natureza (actual Instituto da Conservação da Natureza) se pronunciaram contra, aplicando as coimas e embargando as obras de terraplanagem.


 


A empresa acabou por recorrer e o caso subiu até ao Supremo Tribunal Administrativo, que deu razão à CCR e ao Parque Natural. Desta forma, este terreno só poderá ser valorizado se integrado numa propriedade maior que dilua a ocupação humana e a construção, no âmbito de um Plano de Pormenor exigido pelas Unidades Operativas de Planeamento e Gestão.


Por fim, existe ainda um terceiro terreno, de 70 hectares, vendido pela empresa URTU – Urbanizações e Turismo. No entanto, também sobre este recaem várias restrições à construção, ainda que não a impossibilitem de todo.


 


Segundo o Plano de Urbanização do Parque Natural da Ria Formosa (PNRF), em toda a área do Garrão, Ancão (ludo) e Quinta do Lago, no extremo poente do PNRF, “existe uma situação de difícil compatibilização entre valores naturais e usos e/ou ordenamento, uma vez que sobre ela se encontram definidas duas Unidades Operativas de Planeamento e Gestão (UOPG), a UOPG 4 e a UOPG 5 de Loulé, que em conjunto com alvarás antigos têm permitido a construção de urbanizações em áreas potenciais ou mesmo com a presença de espécies prioritárias, como a planta Tuberaria major.


 


Por outro lado, o PROT admite Núcleos de Desenvolvimento Turísticos em áreas protegidas, fora da faixa dos 500 m, desde que tenham características compatíveis com a conservação dos valores que os respectivos regimes protegem.


 


Câmara de Loulé quer comprar terrenos


 


Segunda-feira, em declarações ao jornal Público, o presidente do município de Faro admitia que pudesse vir a surgir naquela zona um projecto PIN, que permitisse ultrapassar as actuais restrições à construção “desde que seja de interesse concelhio e compatível com a presença dos valores ambientais em presença”.


 


Contactado pelo Observatório do Algarve, Seruca Emídio, presidente do município de Loulé, considerou “estranho” o negócio, e alegou total desconhecimento do mesmo: “É uma situação que deverá ser analisada. É uma zona muito sensível ambientalmente e fica debaixo do Polis da Ria Formosa”, afirma. “Nunca existirá a possibilidade de grande construção ou ocupação”, acrescenta.


 


O autarca adianta ainda que foi apanhado de surpresa com a aquisição dos terrenos, uma vez que a própria Câmara pensava comprar parte do território privado: “A Câmara quer adquirir essas zonas para que sejam usufruto dos cidadãos”, refere, sem adiantar no entanto qual a área ou os valores envolvidos.


 


Quanto à possibilidade de um PIN (Projecto de Interesse Nacional), Seruca Emídio recorda que, ao contrário do que sucedeu com a construção do Hotel Hilton, em que foi suspenso o PDM de Loulé e decretada a alteração ao tipo de uso do solo, os novos PIN’s não permitem que o mesmo aconteça. “Não se coaduna muito com um PIN, a não ser que se junte a autarquia, a CCDR e eventuais promotores privados”, conclui.


 


Curiosamente, para além dos projectos acima citados, existem pelo menos outros dois ante-projectos previstos em zonas adjacentes, ambos com o suporte da empresa Finurba Corporate Finance: o Lago Village, com 12,5 hectares, previsto para a Herdade do Ponteal, em Faro, promovido pelo Club Mediterranée, e ainda o projecto de loteamento do Forno da Cal, na Herdade do Pontal, em Faro.


 


Almargem “assustada” com imobiliário


 


Quem não vê com bons olhos as movimentações imobiliárias em torno dos terrenos é a Associação ambientalista Almargem. A associação relembra que o Ludo, também conhecido por Herdade do Muro do Ludo, é há muito considerado uma das zonas mais importantes da Ria Formosa e uma das mais importantes zonas húmidas de Portugal, razão pela qual íntegra aquela área protegida desde a sua criação em 1978.


 


“A importância deste espaço de considerável dimensão (cerca de 500 hectares), faz desta zona húmida um local único, quer pela sua complexidade, quer pela diversidade de habitats (de água doce e salgada) ali existente, possibilitando a ocorrência de um grande número de espécies, com particular relevo para a avifauna, o que está bem patente nas mais de duzentas espécies de aves ali registadas”, afirma em comunicado.


 


A Almargem critica ainda o “completo e incompreensível alheamento e desinteresse do Estado pelo Ludo, resultando na total ausência de uma gestão adequada e na degradação de muitos habitats, reduzindo-se concomitantemente a sua biodiversidade”.


 


No documento, a Associação Almargem exige a reabertura imediata da discussão pública em torno do futuro da área do Ludo/Pontal, exortando as autarquias de Faro e Loulé a envidar todos os esforços com vista à preservação desta área, “na defesa do verdadeiro interesse público, dos seus cidadãos e da protecção do seu património natural, a que estão obrigadas”.



 

379: Pontal e Ludo na mira de PIN’s

As zonas do Pontal e Ludo podem vir a ser urbanizadas, mediante a fusão de três antigos projectos num único PIN.


 



50 milhões de euros e muitos anos depois, parecem estar finalmente reunidas as condições para que surja um mega-empreendimento imobiliário nas zonas do Pontal e Ludo. Em causa, a aquisição de três parcelas de terreno num total de 408 hectares, numa das áreas ambientalmente mais sensíveis da região algarvia.


 


Segundo o jornal Público, um ou mais investidores russos ter-se-ão prontificado a pagar 50 milhões de euros pela aquisição do Portal do Sol, Navalhas e Urtu, três terrenos com 284, 54 e 70 hectares, respectivamente.


 


O Portal do Sol estende-se pelos concelhos de Faro e Loulé, pelas freguesias de Monte Negro e Almancil e será de todos o mais interessante uma vez que possui cerca de 40ha passíveis de construção junto a São João da Venda, freguesia de Almancil, consignados no PDM de Loulé.


 


O terreno chegou a ser propriedade do grupo Amorim, que o revendeu a um empresário libanês. Na altura, este desenvolveu um projecto assinado pelo arquitecto Artur Pedroso, apresentado à CCDR durante a presidência de David Assoreira.


 


O mesmo projecto inviabilizou desde logo os 20ha que se pretendiam atribuir à Universidade do Algarve, para expansão do campus, em direcção ao Ludo/Almancil.


Por desinteresse dos investidores, o projecto não se concretizou, face ao nível de restrições impostas pelo primeiro PROTAL, pelo plano de urbanização do Parque Natural da Ria Formosa e devido a uma conjuntura de mercado menos favorável.


 


Também a Quinta das Navalhas tem sido alvo de um apetite voraz por parte dos interesses imobiliários. Com 54 hectares, localiza-se no Sítio do Ludo e está integrada no Parque Natural da Ria Formosa. Está maioritariamente inserida no Concelho de Faro, freguesia de S.Pedro, havendo uma pequena porção da mesma no Concelho de Loulé, freguesia de Almancil.


 


Em 2000, as Navalhas foram alvo da atenção pública, quando a empresa Vilas da Serra foi multada em 12500 contos, por ter iniciado obras de loteamento contra pareceres negativos da Comissão de Coordenação da Região do Algarve e do Parque Natural da Ria Formosa.


Segundo a empresa, existiriam direitos adquiridos desde 1985, anteriormente à criação do Parque Natural da Ria Formosa, nascido em 1987, mas tanto a Comissão de Coordenação Regional como o Serviço Nacional de Parques, Reservas e Conservação da Natureza (actual Instituto da Conservação da Natureza) se pronunciaram contra, aplicando as coimas e embargando as obras de terraplanagem.


 


A empresa acabou por recorrer e o caso subiu até ao Supremo Tribunal Administrativo, que deu razão à CCR e ao Parque Natural. Desta forma, este terreno só poderá ser valorizado se integrado numa propriedade maior que dilua a ocupação humana e a construção, no âmbito de um Plano de Pormenor exigido pelas Unidades Operativas de Planeamento e Gestão.


Por fim, existe ainda um terceiro terreno, de 70 hectares, vendido pela empresa URTU – Urbanizações e Turismo. No entanto, também sobre este recaem várias restrições à construção, ainda que não a impossibilitem de todo.


 


Segundo o Plano de Urbanização do Parque Natural da Ria Formosa (PNRF), em toda a área do Garrão, Ancão (ludo) e Quinta do Lago, no extremo poente do PNRF, “existe uma situação de difícil compatibilização entre valores naturais e usos e/ou ordenamento, uma vez que sobre ela se encontram definidas duas Unidades Operativas de Planeamento e Gestão (UOPG), a UOPG 4 e a UOPG 5 de Loulé, que em conjunto com alvarás antigos têm permitido a construção de urbanizações em áreas potenciais ou mesmo com a presença de espécies prioritárias, como a planta Tuberaria major.


 


Por outro lado, o PROT admite Núcleos de Desenvolvimento Turísticos em áreas protegidas, fora da faixa dos 500 m, desde que tenham características compatíveis com a conservação dos valores que os respectivos regimes protegem.


 


Câmara de Loulé quer comprar terrenos


 


Segunda-feira, em declarações ao jornal Público, o presidente do município de Faro admitia que pudesse vir a surgir naquela zona um projecto PIN, que permitisse ultrapassar as actuais restrições à construção “desde que seja de interesse concelhio e compatível com a presença dos valores ambientais em presença”.


 


Contactado pelo Observatório do Algarve, Seruca Emídio, presidente do município de Loulé, considerou “estranho” o negócio, e alegou total desconhecimento do mesmo: “É uma situação que deverá ser analisada. É uma zona muito sensível ambientalmente e fica debaixo do Polis da Ria Formosa”, afirma. “Nunca existirá a possibilidade de grande construção ou ocupação”, acrescenta.


 


O autarca adianta ainda que foi apanhado de surpresa com a aquisição dos terrenos, uma vez que a própria Câmara pensava comprar parte do território privado: “A Câmara quer adquirir essas zonas para que sejam usufruto dos cidadãos”, refere, sem adiantar no entanto qual a área ou os valores envolvidos.


 


Quanto à possibilidade de um PIN (Projecto de Interesse Nacional), Seruca Emídio recorda que, ao contrário do que sucedeu com a construção do Hotel Hilton, em que foi suspenso o PDM de Loulé e decretada a alteração ao tipo de uso do solo, os novos PIN’s não permitem que o mesmo aconteça. “Não se coaduna muito com um PIN, a não ser que se junte a autarquia, a CCDR e eventuais promotores privados”, conclui.


 


Curiosamente, para além dos projectos acima citados, existem pelo menos outros dois ante-projectos previstos em zonas adjacentes, ambos com o suporte da empresa Finurba Corporate Finance: o Lago Village, com 12,5 hectares, previsto para a Herdade do Ponteal, em Faro, promovido pelo Club Mediterranée, e ainda o projecto de loteamento do Forno da Cal, na Herdade do Pontal, em Faro.


 


Almargem “assustada” com imobiliário


 


Quem não vê com bons olhos as movimentações imobiliárias em torno dos terrenos é a Associação ambientalista Almargem. A associação relembra que o Ludo, também conhecido por Herdade do Muro do Ludo, é há muito considerado uma das zonas mais importantes da Ria Formosa e uma das mais importantes zonas húmidas de Portugal, razão pela qual íntegra aquela área protegida desde a sua criação em 1978.


 


“A importância deste espaço de considerável dimensão (cerca de 500 hectares), faz desta zona húmida um local único, quer pela sua complexidade, quer pela diversidade de habitats (de água doce e salgada) ali existente, possibilitando a ocorrência de um grande número de espécies, com particular relevo para a avifauna, o que está bem patente nas mais de duzentas espécies de aves ali registadas”, afirma em comunicado.


 


A Almargem critica ainda o “completo e incompreensível alheamento e desinteresse do Estado pelo Ludo, resultando na total ausência de uma gestão adequada e na degradação de muitos habitats, reduzindo-se concomitantemente a sua biodiversidade”.


 


No documento, a Associação Almargem exige a reabertura imediata da discussão pública em torno do futuro da área do Ludo/Pontal, exortando as autarquias de Faro e Loulé a envidar todos os esforços com vista à preservação desta área, “na defesa do verdadeiro interesse público, dos seus cidadãos e da protecção do seu património natural, a que estão obrigadas”.



 

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 30 de Julho de 2008


 


Temperaturas Máximas:


 


1 - São Brás de Alportel 30.3 ºC


2 - Tavira 30.2 ºC


3 - Olhão 29.7 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 29.1 ºC


5 - Sagres 24.5 ºC


6 - Monchique 19.9 ºC


 


Temperaturas mínimas:


 


1 - Monchique 12.9 ºC


2 - São Brás de Alportel 16.7 ºC


3 - Sagres 17.1 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 17.5 ºC


5 - Olhão 18.0 ºC


6 - Tavira 19.7 ºC


 


Fontes: IM, INAG e CCVT

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 30 de Julho de 2008


 


Temperaturas Máximas:


 


1 - São Brás de Alportel 30.3 ºC


2 - Tavira 30.2 ºC


3 - Olhão 29.7 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 29.1 ºC


5 - Sagres 24.5 ºC


6 - Monchique 19.9 ºC


 


Temperaturas mínimas:


 


1 - Monchique 12.9 ºC


2 - São Brás de Alportel 16.7 ºC


3 - Sagres 17.1 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 17.5 ºC


5 - Olhão 18.0 ºC


6 - Tavira 19.7 ºC


 


Fontes: IM, INAG e CCVT

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 29 de Julho de 2008


 


Temperaturas Máximas:


 


1 - Faro (Aeroporto) 31.9 ºC


2 - Tavira 30.1 ºC


3 - Olhão 29.5 ºC


4 - São Brás de Alportel 28.9 ºC


5 - Sagres 23.2 ºC


6 - Monchique 18.1 ºC


 


Temperaturas mínimas:


 


1 - Monchique 10.9 ºC


2 - São Brás de Alportel 15.4 ºC


3 - Sagres 16.7 ºC


4 - Olhão 18.5 ºC


5 - Tavira 19.3 ºC


6 - Faro (Aeroporto) 19.5 ºC


 


Fontes: IM, INAG e CCVT

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 29 de Julho de 2008


 


Temperaturas Máximas:


 


1 - Faro (Aeroporto) 31.9 ºC


2 - Tavira 30.1 ºC


3 - Olhão 29.5 ºC


4 - São Brás de Alportel 28.9 ºC


5 - Sagres 23.2 ºC


6 - Monchique 18.1 ºC


 


Temperaturas mínimas:


 


1 - Monchique 10.9 ºC


2 - São Brás de Alportel 15.4 ºC


3 - Sagres 16.7 ºC


4 - Olhão 18.5 ºC


5 - Tavira 19.3 ºC


6 - Faro (Aeroporto) 19.5 ºC


 


Fontes: IM, INAG e CCVT

terça-feira, 29 de julho de 2008

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 28 de Julho de 2008


 


Temperaturas Máximas:


 


1 - Olhão 32.9 ºC


2 - Faro (Aeroporto) 32.6 ºC


3 - Tavira 32.6 ºC


4 - São Brás de Alportel 29.6 ºC


5 - Sagres 23.7 ºC


6 - Monchique 19.4 ºC


 


Temperaturas mínimas:


 


1 - Monchique 14.1 ºC


2 - São Brás de Alportel 17.7 ºC


3 - Sagres 19.2 ºC


4 - Olhão 19.7 ºC


5 - Faro (Aeroporto) 20.5 ºC


6 - Tavira 20.9 ºC


 


Precipitação acumulada:


 


1 - Monchique 0.7 mm


 


Fontes: IM, INAG e CCVT

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 28 de Julho de 2008


 


Temperaturas Máximas:


 


1 - Olhão 32.9 ºC


2 - Faro (Aeroporto) 32.6 ºC


3 - Tavira 32.6 ºC


4 - São Brás de Alportel 29.6 ºC


5 - Sagres 23.7 ºC


6 - Monchique 19.4 ºC


 


Temperaturas mínimas:


 


1 - Monchique 14.1 ºC


2 - São Brás de Alportel 17.7 ºC


3 - Sagres 19.2 ºC


4 - Olhão 19.7 ºC


5 - Faro (Aeroporto) 20.5 ºC


6 - Tavira 20.9 ºC


 


Precipitação acumulada:


 


1 - Monchique 0.7 mm


 


Fontes: IM, INAG e CCVT

378: Principal aquífero do Algarve ameaçado por um campo de golfe e um empreendimento para 1700 cama

O principal aquífero do Algarve (Querença-Silves) corre "sérios riscos" de contaminação, por via da construção do empreendimento turístico da Quinta da Ombria, um complexo constituído por um campo de golfe, hotel de cinco estrelas, vivendas e apartamentos com 1700 camas.



A denúncia foi feita ontem pela associação ambientalista Almargem, depois de uma visita ao local, para assinalar o dia Nacional da Conservação da Natureza.



Os ecologistas continuam com dúvidas sobre as consequências da Declaração de Impacto Ambiental (DIA), já assinada pelo Ministério do Ambiente, que viabiliza este projecto de uma empresa finlandesa para a zona do barrocal do concelho de Loulé. Luís Brás, dirigente da Almargem, considera que as dúvidas levantadas em 2004 em Bruxelas, a partir de uma queixa da Liga de Protecção da Natureza, não estão esclarecidas.



Em consequência desse processo, que ainda não foi encerrado, "o Estado português foi solicitado pela Comunidade a prestar esclarecimentos, mas nós consideramos que apenas houve uma tentativa de branqueamento da situação".



A DIA assinada no ano passado, garantem os ambientalistas, continua a não salvaguardar os valores da natureza. "O empreendimento vai ter um grande impacto, directo e indirecto, sobre o sítio classificado da fonte da Benémola, e o principal aquífero do Algarve, com a construção de um campo de golfe em cima, não está salvaguardado", afirmam.



Os protestos dos ecologistas levaram, em 2007, a uma alteração do projecto, que obrigou a afastar o campo de golfe e os núcleos turísticos das zonas mais sensíveis do ponto de vista ambiental.



A Almargem entende, contudo, que essas alterações são insuficientes para preservar o aquífero . O parecer técnico que levou o ministério do Ambiente a viabilizar o projecto, há oito anos, diz João Santos - outro dos dirigentes da Almargem - "assenta no principio de que o aquífero só existe na zona do barrocal e não dos terrenos de aluvião junto à ribeira, onde se pretende construir o golfe". "Temos para apresentar em Bruxelas uma informação técnica exactamente em sentido oposto", sublinhou.


 


Fonte: Publico

378: Principal aquífero do Algarve ameaçado por um campo de golfe e um empreendimento para 1700 cama

O principal aquífero do Algarve (Querença-Silves) corre "sérios riscos" de contaminação, por via da construção do empreendimento turístico da Quinta da Ombria, um complexo constituído por um campo de golfe, hotel de cinco estrelas, vivendas e apartamentos com 1700 camas.



A denúncia foi feita ontem pela associação ambientalista Almargem, depois de uma visita ao local, para assinalar o dia Nacional da Conservação da Natureza.



Os ecologistas continuam com dúvidas sobre as consequências da Declaração de Impacto Ambiental (DIA), já assinada pelo Ministério do Ambiente, que viabiliza este projecto de uma empresa finlandesa para a zona do barrocal do concelho de Loulé. Luís Brás, dirigente da Almargem, considera que as dúvidas levantadas em 2004 em Bruxelas, a partir de uma queixa da Liga de Protecção da Natureza, não estão esclarecidas.



Em consequência desse processo, que ainda não foi encerrado, "o Estado português foi solicitado pela Comunidade a prestar esclarecimentos, mas nós consideramos que apenas houve uma tentativa de branqueamento da situação".



A DIA assinada no ano passado, garantem os ambientalistas, continua a não salvaguardar os valores da natureza. "O empreendimento vai ter um grande impacto, directo e indirecto, sobre o sítio classificado da fonte da Benémola, e o principal aquífero do Algarve, com a construção de um campo de golfe em cima, não está salvaguardado", afirmam.



Os protestos dos ecologistas levaram, em 2007, a uma alteração do projecto, que obrigou a afastar o campo de golfe e os núcleos turísticos das zonas mais sensíveis do ponto de vista ambiental.



A Almargem entende, contudo, que essas alterações são insuficientes para preservar o aquífero . O parecer técnico que levou o ministério do Ambiente a viabilizar o projecto, há oito anos, diz João Santos - outro dos dirigentes da Almargem - "assenta no principio de que o aquífero só existe na zona do barrocal e não dos terrenos de aluvião junto à ribeira, onde se pretende construir o golfe". "Temos para apresentar em Bruxelas uma informação técnica exactamente em sentido oposto", sublinhou.


 


Fonte: Publico

377: Pássaros sucumbem na Lagoa dos Salgados

Mais de cem patos e outras aves foram descobertos mortos nos últimos quinze dias, entre Faro e Olhão.


 



Segundo fonte da empresa Águas do Algarve, responsável pela estação que trata a maior parte das águas residuais de Faro (ainda que localizada junto a Olhão) as aves poderão ter sucumbido a uma doença chamada botulismo, embora só os exames que estão a ser realizados aos animais possam revelar qual a causa das mortes.


 


Desde há quinze dias até meados da passada semana foram contabilizadas cerca de noventa aves mortas, tendo segunda-feira sido removidas mais algumas dezenas, acrescentou a Águas do Algarve.


 


Alguns dos exemplares são enviados para análise e outros para uma estação de incineração em Beja, disse a mesma fonte, remetendo mais pormenores sobre as causas para quando se obtiverem resultados.


 


A situação já não é nova, segundo a mesma fonte, embora a Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Faro Nascente, onde foram detectadas as mortes, só seja explorada pela empresa desde Abril do ano passado.


 


A ETAR em causa é apelidada de estação de lagunagem, o que significa que funciona com base em baixa tecnologia e sem recurso a equipamentos ou produtos químicos, acrescenta a Águas do Algarve.


 


Situa-se entre Faro e Olhão, junto à Lagoa dos Salgados e é a estação responsável por tratar a maior parte das águas que abastecem a capital algarvia.


 


A situação está a ser acompanhada por técnicos da Câmara de Faro, Parque Natural da Ria Formosa (PNRF), Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Algarve (DRAPALG) e CCDR/Algarve.



 


Fonte: Observatório do Algarve


 


http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&visual=25&article=356692&tema=27


 


Fonte: RTP


 

377: Pássaros sucumbem na Lagoa dos Salgados

Mais de cem patos e outras aves foram descobertos mortos nos últimos quinze dias, entre Faro e Olhão.


 



Segundo fonte da empresa Águas do Algarve, responsável pela estação que trata a maior parte das águas residuais de Faro (ainda que localizada junto a Olhão) as aves poderão ter sucumbido a uma doença chamada botulismo, embora só os exames que estão a ser realizados aos animais possam revelar qual a causa das mortes.


 


Desde há quinze dias até meados da passada semana foram contabilizadas cerca de noventa aves mortas, tendo segunda-feira sido removidas mais algumas dezenas, acrescentou a Águas do Algarve.


 


Alguns dos exemplares são enviados para análise e outros para uma estação de incineração em Beja, disse a mesma fonte, remetendo mais pormenores sobre as causas para quando se obtiverem resultados.


 


A situação já não é nova, segundo a mesma fonte, embora a Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Faro Nascente, onde foram detectadas as mortes, só seja explorada pela empresa desde Abril do ano passado.


 


A ETAR em causa é apelidada de estação de lagunagem, o que significa que funciona com base em baixa tecnologia e sem recurso a equipamentos ou produtos químicos, acrescenta a Águas do Algarve.


 


Situa-se entre Faro e Olhão, junto à Lagoa dos Salgados e é a estação responsável por tratar a maior parte das águas que abastecem a capital algarvia.


 


A situação está a ser acompanhada por técnicos da Câmara de Faro, Parque Natural da Ria Formosa (PNRF), Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Algarve (DRAPALG) e CCDR/Algarve.



 


Fonte: Observatório do Algarve


 


http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&visual=25&article=356692&tema=27


 


Fonte: RTP


 

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 27 de Julho de 2008


 


Temperaturas Máximas:


 


1 - Tavira 33.5 ºC


2 - São Brás de Alportel 32.2 ºC


3 - Faro (Aeroporto) 31.3 ºC


4 - Olhão 30.3 ºC


5 - Sagres 26.0 ºC


6 - Monchique 19.7 ºC


 


Temperaturas mínimas:


 


1 - Monchique 14.2 ºC


2 - Sagres 18.3 ºC


3 - São Brás de Alportel 18.7 ºC


4 - Olhão 19.9 ºC


5 - Faro (Aeroporto) 20.1 ºC


6 - Tavira 21.9 ºC


 


Fontes: IM, INAG e CCVT

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 27 de Julho de 2008


 


Temperaturas Máximas:


 


1 - Tavira 33.5 ºC


2 - São Brás de Alportel 32.2 ºC


3 - Faro (Aeroporto) 31.3 ºC


4 - Olhão 30.3 ºC


5 - Sagres 26.0 ºC


6 - Monchique 19.7 ºC


 


Temperaturas mínimas:


 


1 - Monchique 14.2 ºC


2 - Sagres 18.3 ºC


3 - São Brás de Alportel 18.7 ºC


4 - Olhão 19.9 ºC


5 - Faro (Aeroporto) 20.1 ºC


6 - Tavira 21.9 ºC


 


Fontes: IM, INAG e CCVT

376: Previsão meteorológica para a semana de 28 de Julho a 3 de Agosto de 2008

Previsão meteorológica no Algarve para os próximos dias:


  


Dia 28 (2ªfeira) - Céu pouco nublado. Vento  moderado de noroeste. 


 


Máximas: 21ºC - 32ºC


mínimas: 15ºC - 21ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 0.5 a 1 metro. Temperatura da água do mar: 20ºC


 


Dia 29 (3ªfeira)  - Céu  pouco nublado.  Vento fraco a moderado de noroeste.


 


Máximas: 22ºC - 30ºC


mínimas: 15ºC - 20ºC


 


Estado do mar: Ondas de sul com 0.5 a 1 metro. Temperatura da água do mar: 20ºC


 


Dia 30 (4ªfeira) - Céu pouco nublado. Vento moderado de noroeste.


 


Máximas: 23ºC - 29ºC


mínimas: 15ºC - 21ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro.


 


Dia 31 (5ª feira) - Céu pouco nublado temporiamente nublado por nuvens altas.. Vento fraco a moderado de norte.


 


Máximas: 23ºC - 30ºC 


mínimas: 16ºC - 22ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro..


 


Dia 1 (6ªfeira)  - Céu  pouco nublado ou limpo. Vento fraco a moderado de noroeste. Pequena subida de temperatura.


 


Máximas: 23ºC - 30ºC 


mínimas: 17ºC - 23ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro.


 


Dia 2 (Sábado)  - Céu pouco nublado.. Vento fraco a moderado de noroeste. Pequena subida de temperatura.


 


Máximas: 23ºC - 32ºC


mínimas: 18ºC - 23ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro..


 


Dia 3 (Domingo) - Céu pouco nublado temporiamente nublado por nuvens altas. Vento fraco a moderado de sueste. Pequena subida de temperatura.


 


Máximas: 25ºC - 34ºC


mínimas: 17ºC - 24ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro tornando-se ondas de sueste com 1 metro.

376: Previsão meteorológica para a semana de 28 de Julho a 3 de Agosto de 2008

Previsão meteorológica no Algarve para os próximos dias:


  


Dia 28 (2ªfeira) - Céu pouco nublado. Vento  moderado de noroeste. 


 


Máximas: 21ºC - 32ºC


mínimas: 15ºC - 21ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 0.5 a 1 metro. Temperatura da água do mar: 20ºC


 


Dia 29 (3ªfeira)  - Céu  pouco nublado.  Vento fraco a moderado de noroeste.


 


Máximas: 22ºC - 30ºC


mínimas: 15ºC - 20ºC


 


Estado do mar: Ondas de sul com 0.5 a 1 metro. Temperatura da água do mar: 20ºC


 


Dia 30 (4ªfeira) - Céu pouco nublado. Vento moderado de noroeste.


 


Máximas: 23ºC - 29ºC


mínimas: 15ºC - 21ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro.


 


Dia 31 (5ª feira) - Céu pouco nublado temporiamente nublado por nuvens altas.. Vento fraco a moderado de norte.


 


Máximas: 23ºC - 30ºC 


mínimas: 16ºC - 22ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro..


 


Dia 1 (6ªfeira)  - Céu  pouco nublado ou limpo. Vento fraco a moderado de noroeste. Pequena subida de temperatura.


 


Máximas: 23ºC - 30ºC 


mínimas: 17ºC - 23ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro.


 


Dia 2 (Sábado)  - Céu pouco nublado.. Vento fraco a moderado de noroeste. Pequena subida de temperatura.


 


Máximas: 23ºC - 32ºC


mínimas: 18ºC - 23ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro..


 


Dia 3 (Domingo) - Céu pouco nublado temporiamente nublado por nuvens altas. Vento fraco a moderado de sueste. Pequena subida de temperatura.


 


Máximas: 25ºC - 34ºC


mínimas: 17ºC - 24ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro tornando-se ondas de sueste com 1 metro.

domingo, 27 de julho de 2008

375: Empate (0-0) com o Recreativo de Huelva no dia de apresentação aos sócios

O Olhanense continua invicto nesta pré-temporada. Três empates e outras tantas vitórias é o balanço da equipa de Jorge Costa que ontem registou um nulo na apresentação aos associados. Um resultado positivo já que do outro lado estava uma formação da 1.ª Liga espanhola, com outra experiência.



A equipa algarvia dominou a primeira parte, tendo construído inúmeras oportunidades de golo, nomeadamente através de Djalmir, Castro e Rui Duarte. O Recreativo de Huelva apenas por uma vez, aos 42’, conseguiu rematar à baliza de Bruno Veríssimo, e mesmo assim sem perigo.



No segundo tempo, com as muitas substituições operadas, o Huelva conseguiu tomar conta do jogo durante algum tempo, criando oportunidades para marcar, mas Ricardo Ferreira, em bom plano, tudo defendeu. Um empate que se aceita.



O treinador Jorge Costa ficou satisfeito com a exibição da equipa, mas diz que ainda se pode fazer melhor. “Está tudo a correr conforme o planeado, a resposta dos jogadores tem sido positiva. Já fizemos muitas coisas boas, mas poderemos melhorar ainda mais alguns aspectos. Estamos no caminho certo e o plantel ainda não está fechado.”

 


Fonte: Record

375: Empate (0-0) com o Recreativo de Huelva no dia de apresentação aos sócios

O Olhanense continua invicto nesta pré-temporada. Três empates e outras tantas vitórias é o balanço da equipa de Jorge Costa que ontem registou um nulo na apresentação aos associados. Um resultado positivo já que do outro lado estava uma formação da 1.ª Liga espanhola, com outra experiência.



A equipa algarvia dominou a primeira parte, tendo construído inúmeras oportunidades de golo, nomeadamente através de Djalmir, Castro e Rui Duarte. O Recreativo de Huelva apenas por uma vez, aos 42’, conseguiu rematar à baliza de Bruno Veríssimo, e mesmo assim sem perigo.



No segundo tempo, com as muitas substituições operadas, o Huelva conseguiu tomar conta do jogo durante algum tempo, criando oportunidades para marcar, mas Ricardo Ferreira, em bom plano, tudo defendeu. Um empate que se aceita.



O treinador Jorge Costa ficou satisfeito com a exibição da equipa, mas diz que ainda se pode fazer melhor. “Está tudo a correr conforme o planeado, a resposta dos jogadores tem sido positiva. Já fizemos muitas coisas boas, mas poderemos melhorar ainda mais alguns aspectos. Estamos no caminho certo e o plantel ainda não está fechado.”

 


Fonte: Record

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 26 de Julho de 2008


 


Temperaturas Máximas:


 


1 - Tavira 35.2 ºC


2 - São Brás de Alportel 30.4 ºC


3 - Olhão 28.5 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 28.4 ºC


5 - Sagres 24.5 ºC


6 - Monchique 19.8 ºC


 


Temperaturas mínimas:


 


1 - Monchique 14.3 ºC


2 - São Brás de Alportel 17.6 ºC


3 - Olhão 18.9 ºC


4 - Sagres 18.9 ºC


5 - Faro (Aeroporto) 19.6 ºC


6 - Tavira 20.6 ºC


 


Precipitação acumulada:


 


1 - Monchique 0.2 mm


 


Fontes: IM, INAG e CCVT

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 26 de Julho de 2008


 


Temperaturas Máximas:


 


1 - Tavira 35.2 ºC


2 - São Brás de Alportel 30.4 ºC


3 - Olhão 28.5 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 28.4 ºC


5 - Sagres 24.5 ºC


6 - Monchique 19.8 ºC


 


Temperaturas mínimas:


 


1 - Monchique 14.3 ºC


2 - São Brás de Alportel 17.6 ºC


3 - Olhão 18.9 ºC


4 - Sagres 18.9 ºC


5 - Faro (Aeroporto) 19.6 ºC


6 - Tavira 20.6 ºC


 


Precipitação acumulada:


 


1 - Monchique 0.2 mm


 


Fontes: IM, INAG e CCVT

sábado, 26 de julho de 2008

374: Jogo de Apresentação do Olhanense

Olhanense x Recreativo Huelva

   


Recreativo Huelva
Recreativo Huelva 

 



É já no próximo Sábado, dia 26 de Julho, que a equipa de futebol profissional é apresentada aos sócios e adeptos rubro-negros.


O início será às 17h45, com a apresentação individual dos jogadores e equipa técnica.


Não falte. O Olhanense SOMOS TODOS NÓS!




 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


Fonte: SCO

374: Jogo de Apresentação do Olhanense

Olhanense x Recreativo Huelva

   


Recreativo Huelva
Recreativo Huelva 

 



É já no próximo Sábado, dia 26 de Julho, que a equipa de futebol profissional é apresentada aos sócios e adeptos rubro-negros.


O início será às 17h45, com a apresentação individual dos jogadores e equipa técnica.


Não falte. O Olhanense SOMOS TODOS NÓS!




 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


Fonte: SCO

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 25 de Julho de 2008


 


Temperaturas Máximas:


 


1 - Tavira 31.7 ºC


2 - São Brás de Alportel 30.2 ºC


3 - Olhão 29.2 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 27.3 ºC


5 - Sagres 25.8 ºC


6 - Monchique 18.4 ºC


 


Temperaturas mínimas:


 


1 - Monchique 13.6 ºC


2 - São Brás de Alportel 16.4 ºC


3 - Olhão 17.3 ºC


4 - Sagres 17.5 ºC


5 - Faro (Aeroporto) 18.3 ºC


6 - Tavira 19.1 ºC


 


Precipitação acumulada:


 


1 - Monchique 0.3 mm


 


Fontes: IM, INAG e CCVT

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 25 de Julho de 2008


 


Temperaturas Máximas:


 


1 - Tavira 31.7 ºC


2 - São Brás de Alportel 30.2 ºC


3 - Olhão 29.2 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 27.3 ºC


5 - Sagres 25.8 ºC


6 - Monchique 18.4 ºC


 


Temperaturas mínimas:


 


1 - Monchique 13.6 ºC


2 - São Brás de Alportel 16.4 ºC


3 - Olhão 17.3 ºC


4 - Sagres 17.5 ºC


5 - Faro (Aeroporto) 18.3 ºC


6 - Tavira 19.1 ºC


 


Precipitação acumulada:


 


1 - Monchique 0.3 mm


 


Fontes: IM, INAG e CCVT

373: Ecoturismo aumenta sustentabilidade de áreas protegidas

O presidente do Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB) defendeu hoje no Algarve que o ecoturismo é uma "oportunidade excelente" para a sustentabilidade económica das áreas protegidas, envolvendo as comunidades locais e promotores.


"O turismo da Natureza é uma das vias mais importantes para a sustentabilidade económica das áreas protegidas", afirmou Tito Rosa, presidente do ICNB, entidade que tutela os parques naturais, durante o Seminário Internacional "O Ecoturismo na Conservação da Natureza", no âmbito da 3ª Feira Nacional de Parques Naturais e Ambiente, que decorre em Olhão até domingo.



O responsável destacou que "ao promover a sustentabilidade económica, está a promover-se também a conservação da biodiversidade, que é primeiro trunfo das áreas protegidas", acrescentando que "a vida e a economia" destas áreas deve ser desenvolvida "não pelo Instituto, mas pelas pessoas que lá vivem e pelas empresas que ali podem actuar".



Nesse sentido, o ICNB pretende estabelecer parcerias com entidades que "promovam o investimento e a conservação das áreas protegidas, porque o investimento público não pode fazer tudo".



O responsável ressalvou que não é necessário um "grande investimento", do tipo "resort turístico", sublinhando que "o grande investimento é o somatório dos pequenos investimentos que se coadunam com estas áreas".



Tito Rosa referiu que o Governo está a trabalhar "em força" na criação, ainda este ano, de "instrumentos legislativos" sobre turismo da Natureza que, explicou, irão permitir "estabilizar os conceitos" e definir "requisitos mínimos para que determinados investimentos ou empresas possam reivindicar que são ecoturismo".



O turismo de Natureza tem sido crescentemente procurado pelos visitantes, que são, sublinhou, "cada vez mais exigentes", e os próprios operadores têm hoje "uma perspectiva de diferenciação" com o ecoturismo.



Durante o encontro, foi assinada a "Declaração de Olhão sobre Turismo de Natureza", que reconhece que o ecoturismo, actualmente praticado a nível mundial por cinco por cento dos viajantes, apresenta perspectivas de crescimento superiores ao mercado turístico convencional (cerca de 20 por cento).



"O turismo de Natureza deve continuar a promover formas de turismo que estimulem a viagem responsável nas áreas protegidas, a protecção do ambiente e da biodiversidade e a promoção do bem-estar das comunidades locais", refere a Declaração, subscrita pelo ICNB, pelo Instituto de Turismo de Portugal e pela Câmara de Olhão.



O documento reconhece que o país e, em particular, o Algarve têm ainda um longo caminho a percorrer nesta área, citando dificuldades como a fragilidade das estruturas económicas dos projectos e no acesso ao mercado ou o uso "abusivo" do conceito.



"O turismo de Natureza no Algarve encontra-se ainda marcadamente subaproveitado, em especial nas áreas protegidas e nas zonas interiores, pelo que uma abordagem inovadora deve incluir a mobilização activa e socialmente justa das comunidades locais", aponta a Declaração.



O documento aponta ainda algumas recomendações: reconhecer o "importante papel" que o ecoturismo pode ter no desenvolvimento sustentável do Algarve; maximizar as boas práticas de gestão do turismo de Natureza na região na conservação dos valores naturais e culturais; apoiar a viabilização económica e a boa gestão das empresas algarvias deste sector através de planos de marketing, educação e formação.



Exemplos de acções recomendadas são a simplificação da burocracia, o combate ao impacte do turismo nas alterações climáticas, a criação de mecanismos de certificação e linhas de financiamento, o apoio a programas de investigação e monitorização da costa algarvia, entre outros.



"É importante criar condições para que os turistas encontrem melhor qualidade e melhor ambiente, usufruindo das condições naturais", sublinhou o presidente da Câmara de Olhão, Francisco Leal, para quem "as áreas protegidas têm necessariamente de ser um factor de valorização e não um entrave ao desenvolvimento económico".



Sobre a Declaração hoje assinada, o autarca defendeu a necessidade de "transformar as recomendações em acções concretas, conduzindo a mudanças positivas".


 


Fonte: LUSA

373: Ecoturismo aumenta sustentabilidade de áreas protegidas

O presidente do Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB) defendeu hoje no Algarve que o ecoturismo é uma "oportunidade excelente" para a sustentabilidade económica das áreas protegidas, envolvendo as comunidades locais e promotores.


"O turismo da Natureza é uma das vias mais importantes para a sustentabilidade económica das áreas protegidas", afirmou Tito Rosa, presidente do ICNB, entidade que tutela os parques naturais, durante o Seminário Internacional "O Ecoturismo na Conservação da Natureza", no âmbito da 3ª Feira Nacional de Parques Naturais e Ambiente, que decorre em Olhão até domingo.



O responsável destacou que "ao promover a sustentabilidade económica, está a promover-se também a conservação da biodiversidade, que é primeiro trunfo das áreas protegidas", acrescentando que "a vida e a economia" destas áreas deve ser desenvolvida "não pelo Instituto, mas pelas pessoas que lá vivem e pelas empresas que ali podem actuar".



Nesse sentido, o ICNB pretende estabelecer parcerias com entidades que "promovam o investimento e a conservação das áreas protegidas, porque o investimento público não pode fazer tudo".



O responsável ressalvou que não é necessário um "grande investimento", do tipo "resort turístico", sublinhando que "o grande investimento é o somatório dos pequenos investimentos que se coadunam com estas áreas".



Tito Rosa referiu que o Governo está a trabalhar "em força" na criação, ainda este ano, de "instrumentos legislativos" sobre turismo da Natureza que, explicou, irão permitir "estabilizar os conceitos" e definir "requisitos mínimos para que determinados investimentos ou empresas possam reivindicar que são ecoturismo".



O turismo de Natureza tem sido crescentemente procurado pelos visitantes, que são, sublinhou, "cada vez mais exigentes", e os próprios operadores têm hoje "uma perspectiva de diferenciação" com o ecoturismo.



Durante o encontro, foi assinada a "Declaração de Olhão sobre Turismo de Natureza", que reconhece que o ecoturismo, actualmente praticado a nível mundial por cinco por cento dos viajantes, apresenta perspectivas de crescimento superiores ao mercado turístico convencional (cerca de 20 por cento).



"O turismo de Natureza deve continuar a promover formas de turismo que estimulem a viagem responsável nas áreas protegidas, a protecção do ambiente e da biodiversidade e a promoção do bem-estar das comunidades locais", refere a Declaração, subscrita pelo ICNB, pelo Instituto de Turismo de Portugal e pela Câmara de Olhão.



O documento reconhece que o país e, em particular, o Algarve têm ainda um longo caminho a percorrer nesta área, citando dificuldades como a fragilidade das estruturas económicas dos projectos e no acesso ao mercado ou o uso "abusivo" do conceito.



"O turismo de Natureza no Algarve encontra-se ainda marcadamente subaproveitado, em especial nas áreas protegidas e nas zonas interiores, pelo que uma abordagem inovadora deve incluir a mobilização activa e socialmente justa das comunidades locais", aponta a Declaração.



O documento aponta ainda algumas recomendações: reconhecer o "importante papel" que o ecoturismo pode ter no desenvolvimento sustentável do Algarve; maximizar as boas práticas de gestão do turismo de Natureza na região na conservação dos valores naturais e culturais; apoiar a viabilização económica e a boa gestão das empresas algarvias deste sector através de planos de marketing, educação e formação.



Exemplos de acções recomendadas são a simplificação da burocracia, o combate ao impacte do turismo nas alterações climáticas, a criação de mecanismos de certificação e linhas de financiamento, o apoio a programas de investigação e monitorização da costa algarvia, entre outros.



"É importante criar condições para que os turistas encontrem melhor qualidade e melhor ambiente, usufruindo das condições naturais", sublinhou o presidente da Câmara de Olhão, Francisco Leal, para quem "as áreas protegidas têm necessariamente de ser um factor de valorização e não um entrave ao desenvolvimento económico".



Sobre a Declaração hoje assinada, o autarca defendeu a necessidade de "transformar as recomendações em acções concretas, conduzindo a mudanças positivas".


 


Fonte: LUSA

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 24 de Julho de 2008


 


Temperaturas Máximas:


 


1 - São Brás de Alportel 30.7 ºC


2 - Tavira 29.8 ºC


3 - Olhão 27.1 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 26.7 ºC


5 - Sagres 23.8 ºC


6 - Monchique 18.3 ºC


 


Temperaturas mínimas:


 


1 - Monchique 11.4 ºC


2 - São Brás de Alportel 14.6 ºC


3 - Sagres 16.6 ºC


4 - Olhão 17.6 ºC


5 - Faro (Aeroporto) 18.1 ºC


6 - Tavira 18.3 ºC


 


Fontes: IM, INAG e CCVT

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 24 de Julho de 2008


 


Temperaturas Máximas:


 


1 - São Brás de Alportel 30.7 ºC


2 - Tavira 29.8 ºC


3 - Olhão 27.1 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 26.7 ºC


5 - Sagres 23.8 ºC


6 - Monchique 18.3 ºC


 


Temperaturas mínimas:


 


1 - Monchique 11.4 ºC


2 - São Brás de Alportel 14.6 ºC


3 - Sagres 16.6 ºC


4 - Olhão 17.6 ºC


5 - Faro (Aeroporto) 18.1 ºC


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Fontes: IM, INAG e CCVT

4549: Aviso Amarelo no Algarve

  Instituto Português do Mar e da Atmosfera - Avisos Faro Amarelo Agitação Marítima Válido entre 2026-01-16 00:00:00 e 2026-01-18 06:...