Olhão, cidade, vai formosa e vai segura. Toda a zona ribeirinha vai sofrer uma total requalificação, no sentido de tornar, por um lado, mais dinâmico todo o tecido empresarial e, por outro, abrir uma frente para o mar, uma das estratégias da autarquia, como forma de aproximar as pessoas desta realidade.
Neste momento, Olhão está a viver as comemorações dos 200 anos da sua história. «São 200 anos de construção de uma identidade, enquanto cidade, enquanto município, enquanto povo com uma cultura ímpar», afirma Francisco Leal, presidente da autarquia.
Um dos projectos, que a Câmara executou, foi a recuperação do casco tradicional da cidade, preservando a realidade olhanense, o seu cubismo, as suas ruas estreitas e empedradas.
Hoje, em pleno século XXI, nascem novos desafios para Olhão. O turismo começa a ser uma realidade, mas as pescas e a vida ligada à ria não ficam marginalizadas nos projectos que se apontam para toda a zona ribeirinha.
Uma das obras mais importantes, programada para os próximos anos, é o Centro de Inovação e Desenvolvimento, um projecto que resulta da parceria entre a autarquia de Olhão, IPIMAR, Universidade do Algarve e associações empresariais.
O equipamento irá nascer num terreno localizado junto ao Auditório Municipal, que se encontra em fase de construção. O edifício antes existente no local foi demolido, por questões estruturais, mas o futuro complexo irá ser construído de acordo com as fachadas típicas e a traça original.
Este Centro irá dispor de gabinetes para incubação de empresas, áreas de laboratórios, auditório, sala polivalente, zona de exposições e, ainda, um Núcleo de Investigação Universitário.
«Olhão cresce e desenvolve-se, mas nunca deixa ficar para trás as suas raízes, a sua memória cultural e a sua ancestralidade», reconhece o presidente da Câmara Francisco Leal.
O que vai ser feito na frente ribeirinha de Olhão?
1 – Zona a recuperar para instalar o Parque de Feiras e Exposições, no âmbito do Polis Litoral
2 – Apartamentos turísticos Marina Village, em construção
3 – Real Marina Hotel & Spa – em construção. Cinco estrelas.
4 – Porto de Recreio/Marina. Abertura de concurso pelo IPTM para exploração e construção das infra-estruturas terrestres.
5 – Aparthotel.
6 – Requalificação da frente ribeirinha.
7 – Ria Shopping – centro comercial com um supermercado.
8 – Futuro Centro de Inovação e Desenvolvimento.
9 – Auditório em construção.
10 – Futuro cais para os barcos de passageiros e turismo.
11 – Requalificação de toda a área do Grupo Naval, incluindo porto de amarração dos barcos.
12 – Porto de pesca onde irão ser feitas dragagens e novo conjunto de estacadas.
13 – Pequeno porto para os mariscadores. Construção, em terra, de casas para guarda dos apetrechos de pesca.
14 – Estaleiros navais a concessionar pelo IPTM (35.mil metros quadrados).
15 – A Norte do Parque natural e da linha do comboio, área para construção de um hotel de cinco estrelas, aldeamento turístico e um campo de golfe.
16 – Futuro Museu da Ciência e do Mar a construir no antigo matadouro.
Fonte: Barlavento Online
O ponto 7 não faz parte da zona ribeirinha se o centro comercial Ria Shopping fica a norte da EN125 e claro, a obra pertence ao Sporting Clube Olhanense.
Mais um pequeno à parte, em 16 pontos não há nenhuma referência à ETAR junto ao Modelo na entrada poente da cidade, o cheiro é nauseando imundo, quando o vento está de Oeste toda esta zona do Hotel vai ter um perfume excelente, não arranjem a ETAR querem ver os turistas fugirem do Hotel com o cheiro, não há pachorra para com este presidente da Câmara. A Marina parece ser uma Marina do 3º mundo cheia de ervas, palmeiras viradas ao sabor do vento, árvores despenadas, não tem comparação com as marinas de Albufeira, Portimão, já não falo de Vilamoura, só nesta cidade.
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