segunda-feira, 31 de março de 2008

207: Três fêmeas de lince dão à luz em liberdade em Doñana

Três fêmeas de lince-ibérico (Lynx pardinus) - «Wari», «Rayuela» e «Viciosa» - deram à luz em liberdade no Parque Natural de Doñana, em Espanha, nas últimas semanas, noticia a edição online do jornal «El Mundo».


 


Estes nascimentos, anunciados pelos técnicos do Conselho do Ambiente da Andaluzia e tidos como boas notícias para as taxas de reprodução desta espécie ameaçada de extinção, surgem no âmbito de um Projecto Life que pretende aumentar o número de indivíduos naquela região espanhola.

Segundo o «El Mundo», os responsáveis pelo projecto acreditam que estes nascimentos são o resultado da mistura de duas populações de lince, de Doñana e da Serra Morena.

As fêmeas pertencem ao Coto del Rey, em Doñana, enquanto o macho «Baya» tinha sido transferido há alguns meses da população da Serra Morena para aquela área protegida.

A comunidade de linces do Coto del Rey sofreu uma grande mortandade devido ao surto de leucemia felina, que dizimou os machos. A doença já está, entretanto, controlada.

Esta iniciativa pioneira na conservação deste que é o felino mais ameaçado do mundo está a ter resultados muito satisfatórios, já que os técnicos encarregados de seguir os linces de Doñana comprovaram numerosas interacções de «Baya» com as três fêmeas que agora pariram.

O «El Mundos» acrescenta que, nos próximos dias conhecer-se-á a paternidade das crias, graças a análises genéticas que estão a ser feitas em institutos especializados de Espanha.

Estes partos vêm somar-se aos dois registados no âmbito do Programa de Criação em Cativeiro do Lince-Ibérico, em Doñana, que levou ao nascimento, esta temporada, de cinco crias, das quais duas morreram, uma por ser prematura e outra por não receber cuidados da sua mãe.


 


Fonte: Barlavento Online

207: Três fêmeas de lince dão à luz em liberdade em Doñana

Três fêmeas de lince-ibérico (Lynx pardinus) - «Wari», «Rayuela» e «Viciosa» - deram à luz em liberdade no Parque Natural de Doñana, em Espanha, nas últimas semanas, noticia a edição online do jornal «El Mundo».


 


Estes nascimentos, anunciados pelos técnicos do Conselho do Ambiente da Andaluzia e tidos como boas notícias para as taxas de reprodução desta espécie ameaçada de extinção, surgem no âmbito de um Projecto Life que pretende aumentar o número de indivíduos naquela região espanhola.

Segundo o «El Mundo», os responsáveis pelo projecto acreditam que estes nascimentos são o resultado da mistura de duas populações de lince, de Doñana e da Serra Morena.

As fêmeas pertencem ao Coto del Rey, em Doñana, enquanto o macho «Baya» tinha sido transferido há alguns meses da população da Serra Morena para aquela área protegida.

A comunidade de linces do Coto del Rey sofreu uma grande mortandade devido ao surto de leucemia felina, que dizimou os machos. A doença já está, entretanto, controlada.

Esta iniciativa pioneira na conservação deste que é o felino mais ameaçado do mundo está a ter resultados muito satisfatórios, já que os técnicos encarregados de seguir os linces de Doñana comprovaram numerosas interacções de «Baya» com as três fêmeas que agora pariram.

O «El Mundos» acrescenta que, nos próximos dias conhecer-se-á a paternidade das crias, graças a análises genéticas que estão a ser feitas em institutos especializados de Espanha.

Estes partos vêm somar-se aos dois registados no âmbito do Programa de Criação em Cativeiro do Lince-Ibérico, em Doñana, que levou ao nascimento, esta temporada, de cinco crias, das quais duas morreram, uma por ser prematura e outra por não receber cuidados da sua mãe.


 


Fonte: Barlavento Online

Dados da Estação Meteorológica em Olhão (não oficial)

Dados do mês de Março de 2008


 



Dia

Temperatura Máxima (ºC)



Temperatura mínima (ºC)



Precipitação (mm)


Observações                          

1



20.7



12.8



0



Céu pouco nublado



2



 21.4



 9.6



 0 



Céu limpo 



3



 22.3



10.6 



 0



Céu pouco nublado aumentando de nebulosidade 



4



 23.8



14.2



 0



Céu nublado por nuvens altas 



5



 17.2



 9.0



 0



 Céu limpo, Vento forte com rajadas de leste



6



 16.3



 7.7



 0



Céu limpo 



7



 21.3



 6.0



 0



 Céu limpo



8



 20.2 



 8.2



 0



Céu limpo tornando-se muito nublado ao final da tarde 



9



 21.3



 6.4



 0 



Céu nublado de manhã, pouco nublado à tarde 



10



 19.1



6.0 



 0



Céu nublado com abertas 



11



 20.9



 11.0



 0



 Céu pouco nublado



12



 23.7



 9.8



 0



Céu pouco nublado de manhã tornando-se nublado por nuvens altas à tarde



13



 22.2



 11.2



 0



Céu nublado por nuvens altas 



14



 22.8



 13.1



 0



Céu nublado 



15



 21.9 



 12.7



 0



Céu pouco nublado 



16



 18.9



 9.6



 0



Céu pouco nublado com algumas nuvens altas 



17



 18.4



 9.3



 0



Céu pouco nublado 



18



 18.5



 7.6



 0



Céu pouco nublado com períodos de muito nublado



19



   18.2 



 8.3



 20



Céu muito nublado com aguaceiros por vezes com trovoada 



20



 17.3



10.6



 11



Céu nublado com aguaceiros e trovoada de manhã 



21



 19.1



 10.4





Céu pouco nublado 



22



 18.3 



 9.2



 0



Céu nublado com abertas com aguaceiros fracos à noite 



23



 15.8



 6.3



 0



 Céu pouco nublado



24



 19.0



7.6 



 0



Céu pouco nublado 



25



  19.1 



 8.5



 0



 Céu pouco nublado aumentando de nebulosidade



26



  20.4



 9.2



 0



Céu pouco nublado 



27



  20.9



 9.5



 0



Céu pouco nublado 



28



 22.7



 8.9



 0 



Céu nublado por nuvens altas 



29



 21.9



 11.2



 0



Céu pouco nublado 



30



 20.4



 9.8



 0



Céu nublado diminuindo de nebulosidade e vento forte de noroeste 



31



 19.0



 7.3



 0



Céu pouco nublado 



Dados da Estação Meteorológica em Olhão (não oficial)

Dados do mês de Março de 2008


 



Dia

Temperatura Máxima (ºC)



Temperatura mínima (ºC)



Precipitação (mm)


Observações                          

1



20.7



12.8



0



Céu pouco nublado



2



 21.4



 9.6



 0 



Céu limpo 



3



 22.3



10.6 



 0



Céu pouco nublado aumentando de nebulosidade 



4



 23.8



14.2



 0



Céu nublado por nuvens altas 



5



 17.2



 9.0



 0



 Céu limpo, Vento forte com rajadas de leste



6



 16.3



 7.7



 0



Céu limpo 



7



 21.3



 6.0



 0



 Céu limpo



8



 20.2 



 8.2



 0



Céu limpo tornando-se muito nublado ao final da tarde 



9



 21.3



 6.4



 0 



Céu nublado de manhã, pouco nublado à tarde 



10



 19.1



6.0 



 0



Céu nublado com abertas 



11



 20.9



 11.0



 0



 Céu pouco nublado



12



 23.7



 9.8



 0



Céu pouco nublado de manhã tornando-se nublado por nuvens altas à tarde



13



 22.2



 11.2



 0



Céu nublado por nuvens altas 



14



 22.8



 13.1



 0



Céu nublado 



15



 21.9 



 12.7



 0



Céu pouco nublado 



16



 18.9



 9.6



 0



Céu pouco nublado com algumas nuvens altas 



17



 18.4



 9.3



 0



Céu pouco nublado 



18



 18.5



 7.6



 0



Céu pouco nublado com períodos de muito nublado



19



   18.2 



 8.3



 20



Céu muito nublado com aguaceiros por vezes com trovoada 



20



 17.3



10.6



 11



Céu nublado com aguaceiros e trovoada de manhã 



21



 19.1



 10.4





Céu pouco nublado 



22



 18.3 



 9.2



 0



Céu nublado com abertas com aguaceiros fracos à noite 



23



 15.8



 6.3



 0



 Céu pouco nublado



24



 19.0



7.6 



 0



Céu pouco nublado 



25



  19.1 



 8.5



 0



 Céu pouco nublado aumentando de nebulosidade



26



  20.4



 9.2



 0



Céu pouco nublado 



27



  20.9



 9.5



 0



Céu pouco nublado 



28



 22.7



 8.9



 0 



Céu nublado por nuvens altas 



29



 21.9



 11.2



 0



Céu pouco nublado 



30



 20.4



 9.8



 0



Céu nublado diminuindo de nebulosidade e vento forte de noroeste 



31



 19.0



 7.3



 0



Céu pouco nublado 



206: Incêndios: "Desordenamento do território" é o maior "culpado" pelos fogos - especialista

O "desordenamento do território" é o maior "culpado" das grandes áreas ardidas todos os anos em Portugal, seguido da "incontrolável" meteorologia, de acordo com um investigador português que desenvolveu um modelo de previsão dos fogos do Verão.

O modelo desenvolvido pelo investigador do Centro de Geofísica da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL) Carlos da Camara consegue determinar como vão ser os meses de Julho e Agosto, que representam 70 por cento da área ardida de todo o ano, através da precipitação de Março e Abril e da temperatura de Maio e Junho.


"O raciocínio é simples: imaginemos que Março e Abril são particularmente chuvosos, o que leva ao desenvolvimento do mato, e depois que Maio e Junho são meses secos, o que torna a vegetação seca e muito mais inflamável. O risco é muito maior", explicou o professor.


Os resultados obtidos pelo investigador são "surpreendentes" e, no ano passado, as suas previsões acertaram "quase na perfeição", o que levou o investigador a aprofundar as razões do sucesso.


"Se isto é assim, onde está o ordenamento do território? Não está. Se houvesse ordenamento do território este modelo, que é puramente meteorológico, falharia", sublinhou Carlos da Camara.


De acordo com o climatologista, desde 1980 que as áreas ardidas têm vindo a aumentar, tal como o "desordenamento" do território, o que resultou nos anos "negros" de 2003 e 2005, em que arderam, respectivamente, 425.726 e 338.262 hectares de floresta e matos, segundo dados oficiais.


"O clima é o bode expiatório dos políticos, porque é muito fácil dizer cada vez que há uma calamidade que é o El Niño ou o efeito de estufa. Quem tem culpa dos fogos somos nós, portugueses, que permitimos que o ordenamento do território em Portugal esteja desta forma. O problema não é deste ou daquele Governo, foram 40 anos de negligência colectiva", salientou o investigador.


Segundo o professor, se o planeamento do território fosse maior, ajudasse ao combate aos fogos e o tornasse eficaz, esse ordenamento iria contrariar a meteorologia e o modelo não resultaria tão bem, como acontece, por exemplo, em Espanha.


No país vizinho, segundo o especialista, "quando começaram a fazer ordenamento do território a sério, a meteorologia continuou a ser importante, mas deixou de ser o único factor" para a previsão e prevenção dos fogos.


"Quando o ministro da Administração Interna disse que no ano passado ter ardido pouco foi devido aos meios de combate, eu discordo. Aquilo é puramente uma opinião e eu tenho um modelo físico-matemático que prova o contrário", salientou.


Para o professor da FCUL, a questão é que Portugal aposta sempre no combate e nunca na prevenção, deixando "a meteorologia jogar o seu papel".


"Nós e a Grécia somos o último laboratório da Europa onde se podem aplicar estes estudos porque a meteorologia continua a ter um papel muito importante", explicou.


Para o investigador, a solução passa por cruzar a informação: "Já que estamos nesta situação, acredito que se pode tirar partido destes estudos com vista à prevenção. Se for devidamente utilizado isto permite ter uma ideia, logo em Junho, do que esperar da época de incêndios".


Para a próxima época de fogos, o investigador considera que é ainda "muito cedo" arriscar qualquer previsão, mas adianta que "em Maio já há dados importantes para a planificação".


"Normalmente o que se faz em Portugal é tentar recrutar o maior número de meios possível e no ano passado eu achei que era um exagero. Mas é claro que eu só posso dar valores associados a uma probabilidade e depois os especialistas em análise de risco decidem o que se deve ou não investir. Eu acredito que este modelo funciona tão bem que seria um valor acrescentado", afirmou o climatologista.


Este modelo de previsão dos fogos do Verão está inserido no projecto europeu Land-SAF, liderado pelo Instituto de Meteorologia (IM) e do qual o investigador da FCUL é responsável pelo desenvolvimento de dois novos produtos relacionados com a monitorização de fogos activos e a avaliação de risco de incêndio, sendo Portugal o país protótipo.


O projecto foi desenvolvido em colaboração com vários investigadores da FCUL, do Departamento de Engenharia Florestal do Instituto Superior de Agronomia, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e do IM.


 


Fonte: LUSA

206: Incêndios: "Desordenamento do território" é o maior "culpado" pelos fogos - especialista

O "desordenamento do território" é o maior "culpado" das grandes áreas ardidas todos os anos em Portugal, seguido da "incontrolável" meteorologia, de acordo com um investigador português que desenvolveu um modelo de previsão dos fogos do Verão.

O modelo desenvolvido pelo investigador do Centro de Geofísica da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL) Carlos da Camara consegue determinar como vão ser os meses de Julho e Agosto, que representam 70 por cento da área ardida de todo o ano, através da precipitação de Março e Abril e da temperatura de Maio e Junho.


"O raciocínio é simples: imaginemos que Março e Abril são particularmente chuvosos, o que leva ao desenvolvimento do mato, e depois que Maio e Junho são meses secos, o que torna a vegetação seca e muito mais inflamável. O risco é muito maior", explicou o professor.


Os resultados obtidos pelo investigador são "surpreendentes" e, no ano passado, as suas previsões acertaram "quase na perfeição", o que levou o investigador a aprofundar as razões do sucesso.


"Se isto é assim, onde está o ordenamento do território? Não está. Se houvesse ordenamento do território este modelo, que é puramente meteorológico, falharia", sublinhou Carlos da Camara.


De acordo com o climatologista, desde 1980 que as áreas ardidas têm vindo a aumentar, tal como o "desordenamento" do território, o que resultou nos anos "negros" de 2003 e 2005, em que arderam, respectivamente, 425.726 e 338.262 hectares de floresta e matos, segundo dados oficiais.


"O clima é o bode expiatório dos políticos, porque é muito fácil dizer cada vez que há uma calamidade que é o El Niño ou o efeito de estufa. Quem tem culpa dos fogos somos nós, portugueses, que permitimos que o ordenamento do território em Portugal esteja desta forma. O problema não é deste ou daquele Governo, foram 40 anos de negligência colectiva", salientou o investigador.


Segundo o professor, se o planeamento do território fosse maior, ajudasse ao combate aos fogos e o tornasse eficaz, esse ordenamento iria contrariar a meteorologia e o modelo não resultaria tão bem, como acontece, por exemplo, em Espanha.


No país vizinho, segundo o especialista, "quando começaram a fazer ordenamento do território a sério, a meteorologia continuou a ser importante, mas deixou de ser o único factor" para a previsão e prevenção dos fogos.


"Quando o ministro da Administração Interna disse que no ano passado ter ardido pouco foi devido aos meios de combate, eu discordo. Aquilo é puramente uma opinião e eu tenho um modelo físico-matemático que prova o contrário", salientou.


Para o professor da FCUL, a questão é que Portugal aposta sempre no combate e nunca na prevenção, deixando "a meteorologia jogar o seu papel".


"Nós e a Grécia somos o último laboratório da Europa onde se podem aplicar estes estudos porque a meteorologia continua a ter um papel muito importante", explicou.


Para o investigador, a solução passa por cruzar a informação: "Já que estamos nesta situação, acredito que se pode tirar partido destes estudos com vista à prevenção. Se for devidamente utilizado isto permite ter uma ideia, logo em Junho, do que esperar da época de incêndios".


Para a próxima época de fogos, o investigador considera que é ainda "muito cedo" arriscar qualquer previsão, mas adianta que "em Maio já há dados importantes para a planificação".


"Normalmente o que se faz em Portugal é tentar recrutar o maior número de meios possível e no ano passado eu achei que era um exagero. Mas é claro que eu só posso dar valores associados a uma probabilidade e depois os especialistas em análise de risco decidem o que se deve ou não investir. Eu acredito que este modelo funciona tão bem que seria um valor acrescentado", afirmou o climatologista.


Este modelo de previsão dos fogos do Verão está inserido no projecto europeu Land-SAF, liderado pelo Instituto de Meteorologia (IM) e do qual o investigador da FCUL é responsável pelo desenvolvimento de dois novos produtos relacionados com a monitorização de fogos activos e a avaliação de risco de incêndio, sendo Portugal o país protótipo.


O projecto foi desenvolvido em colaboração com vários investigadores da FCUL, do Departamento de Engenharia Florestal do Instituto Superior de Agronomia, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e do IM.


 


Fonte: LUSA

Ranking meteorológico para o Algarve

Dia 30 de Março de 2008



Temperaturas Máximas:



1 - Tavira 21.5 ºC


2 - Olhão 20.4 ºC


3 - Faro (Aeroporto) 20.2 ºC


4 - Sagres 17.9 ºC


5 - São Brás de Alportel 17.2 ºC


6 - Monchique 9.4 ºC


 


Temperaturas mínimas:



1 - Monchique 6.0 ºC


2 - São Brás de Alportel 8.6 ºC


3 - Olhão 9.8 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 10.0 ºC


5 - Tavira 11.8 ºC


6 - Sagres 12.1 ºC


 


Fontes: IM, INAG e CCVT

Ranking meteorológico para o Algarve

Dia 30 de Março de 2008



Temperaturas Máximas:



1 - Tavira 21.5 ºC


2 - Olhão 20.4 ºC


3 - Faro (Aeroporto) 20.2 ºC


4 - Sagres 17.9 ºC


5 - São Brás de Alportel 17.2 ºC


6 - Monchique 9.4 ºC


 


Temperaturas mínimas:



1 - Monchique 6.0 ºC


2 - São Brás de Alportel 8.6 ºC


3 - Olhão 9.8 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 10.0 ºC


5 - Tavira 11.8 ºC


6 - Sagres 12.1 ºC


 


Fontes: IM, INAG e CCVT

205: Previsão meteorológica para a semana de 31 de Março a 6 de Abril de 2008

Previsão meteorológica para os próximos dias no Algarve:





Dia 31 (2ªfeira) - Céu pouco nublado. Vento moderado de norte. Pequena subida da temperatura.


 


Máximas: 18ºC - 22ºC


mínimas: 8ºC - 11ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 a 1,5 metros. Temperatura da água do mar: 16-17ºC


 


Dia 1 (3ªfeira) - Céu pouco nublado. Vento moderado de nordeste.


 


Máximas: 19ºC -22 ºC


mínimas: 9ºC - 12ºC


 


Estado do mar: Ondas de sueste com 1 metro aumentando para 2.5 a 3 metros. Temperatura da água do mar: 16-17ºC


 


Dia 2 (4ªfeira) - Céu pouco nublado. Vento moderado a forte de leste..


 


Máximas: 19ºC - 23ºC


mínimas: 9ºC - 12ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro. Temperatura da água do mar: 17ºC


 


Dia 3 (5ªfeira) - Céu pouco nublado. Vento moderado a forte de leste. Pequena subida da temperatura.


 


Máximas: 20ºC - 24ºC


mínimas: 9ºC - 13ºC


 


Estado do mar: Ondas de sueste com 3 metros. Temperatura da água do mar: 17ºC


 


Dia 4 (6ªfeira) - Céu pouco nublado aumentando de nebulosidade por nuvens altas. Vento moderado de nordeste. Pequena subida da temperatura.


 


Máximas: 21ºC - 25ºC


mínimas: 10ºC - 14ºC


 


Estado do mar: Ondas de sueste com 2 metros. Temperatura da água do mar: 17ºC


 


Dia 5 (Sábado) - Céu muito nublado. Vento moderado de leste. .


 


Máximas: 20ºC - 26ºC


mínimas: 11ºC - 13ºC


 


Estado do mar: Ondas de sueste com 1,5 a 2 metros. Temperatura da água do mar: 17ºC


 


Dia 6 (Domingo) - Céu muito nublado. Vento moderado de leste.


 


Máximas: 18ºC - 23ºC


mínimas: 10ºC - 13ºC


 


Estado do mar: Ondas de sueste com 2 a 3 metros. Temperatura da água do mar: 17ºC


 

205: Previsão meteorológica para a semana de 31 de Março a 6 de Abril de 2008

Previsão meteorológica para os próximos dias no Algarve:





Dia 31 (2ªfeira) - Céu pouco nublado. Vento moderado de norte. Pequena subida da temperatura.


 


Máximas: 18ºC - 22ºC


mínimas: 8ºC - 11ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 a 1,5 metros. Temperatura da água do mar: 16-17ºC


 


Dia 1 (3ªfeira) - Céu pouco nublado. Vento moderado de nordeste.


 


Máximas: 19ºC -22 ºC


mínimas: 9ºC - 12ºC


 


Estado do mar: Ondas de sueste com 1 metro aumentando para 2.5 a 3 metros. Temperatura da água do mar: 16-17ºC


 


Dia 2 (4ªfeira) - Céu pouco nublado. Vento moderado a forte de leste..


 


Máximas: 19ºC - 23ºC


mínimas: 9ºC - 12ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro. Temperatura da água do mar: 17ºC


 


Dia 3 (5ªfeira) - Céu pouco nublado. Vento moderado a forte de leste. Pequena subida da temperatura.


 


Máximas: 20ºC - 24ºC


mínimas: 9ºC - 13ºC


 


Estado do mar: Ondas de sueste com 3 metros. Temperatura da água do mar: 17ºC


 


Dia 4 (6ªfeira) - Céu pouco nublado aumentando de nebulosidade por nuvens altas. Vento moderado de nordeste. Pequena subida da temperatura.


 


Máximas: 21ºC - 25ºC


mínimas: 10ºC - 14ºC


 


Estado do mar: Ondas de sueste com 2 metros. Temperatura da água do mar: 17ºC


 


Dia 5 (Sábado) - Céu muito nublado. Vento moderado de leste. .


 


Máximas: 20ºC - 26ºC


mínimas: 11ºC - 13ºC


 


Estado do mar: Ondas de sueste com 1,5 a 2 metros. Temperatura da água do mar: 17ºC


 


Dia 6 (Domingo) - Céu muito nublado. Vento moderado de leste.


 


Máximas: 18ºC - 23ºC


mínimas: 10ºC - 13ºC


 


Estado do mar: Ondas de sueste com 2 a 3 metros. Temperatura da água do mar: 17ºC


 

domingo, 30 de março de 2008

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 29 de Março de 2008



Temperaturas Máximas:



1 - Tavira 23.0 ºC


2 - São Brás de Alportel 22.0 ºC


3 - Olhão 21.9 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 21.6 ºC


5 - Sagres 18.5 ºC


6 - Monchique 15.5 ºC


 


Temperaturas mínimas:



1 - Monchique 6.7 ºC


2 - Olhão 11.2 ºC


3 - São Brás de Alportel 11.3 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 11.7 ºC


5 - Sagres 12.6 ºC


6 - Tavira 14.1 ºC


 


Fontes: IM, INAG e CCVT

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 29 de Março de 2008



Temperaturas Máximas:



1 - Tavira 23.0 ºC


2 - São Brás de Alportel 22.0 ºC


3 - Olhão 21.9 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 21.6 ºC


5 - Sagres 18.5 ºC


6 - Monchique 15.5 ºC


 


Temperaturas mínimas:



1 - Monchique 6.7 ºC


2 - Olhão 11.2 ºC


3 - São Brás de Alportel 11.3 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 11.7 ºC


5 - Sagres 12.6 ºC


6 - Tavira 14.1 ºC


 


Fontes: IM, INAG e CCVT

sábado, 29 de março de 2008

204: Providência cautelar para evitar alegada destruição na Ria de Alvor passa no Tribunal

O Tribunal Central Administrativo do Sul aceitou o recurso da associação ambientalista A Rocha sobre a providência cautelar interposta para impedir alegadas ilegalidades que têm ocorrido na Quinta da Rocha, na Ria da Alvor, desde 2005, anunciou a associação na quinta-feira.


A providência cautelar foi interposta a 10 de Agosto no Tribunal Administrativo e Fiscal de Loulé, que viria a rejeitar o pedido dos ambientalistas no final de Dezembro de 2007.

O Tribunal invocou uma razão processual relacionada com o incumprimento de um prazo de três meses para a entrega de uma acção principal.

A Associação A Rocha considerou a decisão incorrecta, "por não estar em causa a anulação ou a suspensão de eficácia de um acto administrativo, mas uma tentativa de impedir as contínuas acções de destruição não autorizadas levadas a cabo pelos proprietários, pelo que neste caso o prazo de três meses não se aplicaria", sublinham os ambientalistas.

De acordo com A Rocha, será agora possível, ainda em sede de providência cautelar, ouvir as testemunhas indicadas e analisar todas as provas e indícios de danos contra a natureza que alegadamente vêm ocorrendo na Quinta da Rocha.

Na acção indeferida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Loulé, a associação pedia a suspensão do pastoreio de gado bovino em zonas protegidas na propriedade de 200 hectares do presidente da Naval 1º de Maio Aprígio Santos, nomeadamente em locais em que se encontra uma planta cuja defesa é considerada prioritária pela Directiva Habitats, o "Thymus camphoratus".

De acordo com o requerente, cerca de um terço dos exemplares daquela espécie já foram destruídos, o que também terá acontecido a outras espécies prioritárias ou raras.

A associação pedia ainda que a CCDR/Algarve passe a exercer vigilância semanal na quinta, a fim de prever novos danos.

Na contestação, a Butwell reconheceu que a quinta se encontra em zona de Rede Natura e de REN, mas garante que empregou "os meios técnico-científicos mais evoluídos" nas intervenções que fez e refuta que tenha destruído os habitats referidos pela associação.

O empresário Aprígio Santos já enfrenta um processo no Tribunal de Portimao. Em Dezembro foi constituído arguido pelo Ministério Público, por alegado desrespeito ao embargo de obras que levaram à destruição de um sapal na quinta.

A associação ambientalista afirma que irá manter-se firme na sua posição de "encontrar, pelo diálogo, uma solução que respeite os direitos dos proprietários mas que preserve os valores já devidamente protegidos pela legislação portuguesa e comunitária".


 


Fonte: Barlavento Online

204: Providência cautelar para evitar alegada destruição na Ria de Alvor passa no Tribunal

O Tribunal Central Administrativo do Sul aceitou o recurso da associação ambientalista A Rocha sobre a providência cautelar interposta para impedir alegadas ilegalidades que têm ocorrido na Quinta da Rocha, na Ria da Alvor, desde 2005, anunciou a associação na quinta-feira.


A providência cautelar foi interposta a 10 de Agosto no Tribunal Administrativo e Fiscal de Loulé, que viria a rejeitar o pedido dos ambientalistas no final de Dezembro de 2007.

O Tribunal invocou uma razão processual relacionada com o incumprimento de um prazo de três meses para a entrega de uma acção principal.

A Associação A Rocha considerou a decisão incorrecta, "por não estar em causa a anulação ou a suspensão de eficácia de um acto administrativo, mas uma tentativa de impedir as contínuas acções de destruição não autorizadas levadas a cabo pelos proprietários, pelo que neste caso o prazo de três meses não se aplicaria", sublinham os ambientalistas.

De acordo com A Rocha, será agora possível, ainda em sede de providência cautelar, ouvir as testemunhas indicadas e analisar todas as provas e indícios de danos contra a natureza que alegadamente vêm ocorrendo na Quinta da Rocha.

Na acção indeferida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Loulé, a associação pedia a suspensão do pastoreio de gado bovino em zonas protegidas na propriedade de 200 hectares do presidente da Naval 1º de Maio Aprígio Santos, nomeadamente em locais em que se encontra uma planta cuja defesa é considerada prioritária pela Directiva Habitats, o "Thymus camphoratus".

De acordo com o requerente, cerca de um terço dos exemplares daquela espécie já foram destruídos, o que também terá acontecido a outras espécies prioritárias ou raras.

A associação pedia ainda que a CCDR/Algarve passe a exercer vigilância semanal na quinta, a fim de prever novos danos.

Na contestação, a Butwell reconheceu que a quinta se encontra em zona de Rede Natura e de REN, mas garante que empregou "os meios técnico-científicos mais evoluídos" nas intervenções que fez e refuta que tenha destruído os habitats referidos pela associação.

O empresário Aprígio Santos já enfrenta um processo no Tribunal de Portimao. Em Dezembro foi constituído arguido pelo Ministério Público, por alegado desrespeito ao embargo de obras que levaram à destruição de um sapal na quinta.

A associação ambientalista afirma que irá manter-se firme na sua posição de "encontrar, pelo diálogo, uma solução que respeite os direitos dos proprietários mas que preserve os valores já devidamente protegidos pela legislação portuguesa e comunitária".


 


Fonte: Barlavento Online

Situação das Albufeiras no Algarve

Dados referentes a 29 de Fevereiro de 2008:



Volume armazenado nas Albufeiras (Barragens) e a percentagem de armazenamento:


 


Albufeira do Arade: 11602 dam3  ( 40,87 %)


Albufeira do Beliche: 36066 dam3 ( 75,14 %)


Albufeira da Bravura: 29524 dam3 ( 84,78 %)


Albufeira do Funcho: 24399 dam3 ( 51,13 %)


Albufeira de Odeleite: 122352 dam3 ( 94,12 %)


 


Fonte: INAG


 


Pode-se concluir que as reservas de água nas albufeiras algarvias estão dentro da média para esta época do ano, tirando só a bacia do Arade onde se encontra a albufeira do Arade e do Funcho, com valores muito abaixo para esta época do ano.


 

Situação das Albufeiras no Algarve

Dados referentes a 29 de Fevereiro de 2008:



Volume armazenado nas Albufeiras (Barragens) e a percentagem de armazenamento:


 


Albufeira do Arade: 11602 dam3  ( 40,87 %)


Albufeira do Beliche: 36066 dam3 ( 75,14 %)


Albufeira da Bravura: 29524 dam3 ( 84,78 %)


Albufeira do Funcho: 24399 dam3 ( 51,13 %)


Albufeira de Odeleite: 122352 dam3 ( 94,12 %)


 


Fonte: INAG


 


Pode-se concluir que as reservas de água nas albufeiras algarvias estão dentro da média para esta época do ano, tirando só a bacia do Arade onde se encontra a albufeira do Arade e do Funcho, com valores muito abaixo para esta época do ano.


 

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 28 de Março de 2008



Temperaturas Máximas:



1 - Faro (Aeroporto) 23.0 ºC


2 - Olhão 22.7 ºC


3 - Tavira 22.0 ºC


4 - São Brás de Alportel 18.9 ºC


5 - Sagres 18.2 ºC


6 - Monchique 10.7 ºC


 


Temperaturas mínimas:



1 - Monchique 6.7 ºC


2 - Olhão 8.9 ºC


3 - São Brás de Alportel 9.6 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 10.6 ºC


5 - Tavira 11.2 ºC


6 - Sagres 12.6 ºC


 


Precipitação acumulada:



1 - Monchique 0.1 mm


2 - Faro (Aeroporto) 0 mm


3 - Olhão 0 mm


4 - Sagres 0 mm


5 - São Brás de Alportel 0 mm


6 - Tavira 0 mm


 


Fontes; IM, INAG e CCVT

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 28 de Março de 2008



Temperaturas Máximas:



1 - Faro (Aeroporto) 23.0 ºC


2 - Olhão 22.7 ºC


3 - Tavira 22.0 ºC


4 - São Brás de Alportel 18.9 ºC


5 - Sagres 18.2 ºC


6 - Monchique 10.7 ºC


 


Temperaturas mínimas:



1 - Monchique 6.7 ºC


2 - Olhão 8.9 ºC


3 - São Brás de Alportel 9.6 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 10.6 ºC


5 - Tavira 11.2 ºC


6 - Sagres 12.6 ºC


 


Precipitação acumulada:



1 - Monchique 0.1 mm


2 - Faro (Aeroporto) 0 mm


3 - Olhão 0 mm


4 - Sagres 0 mm


5 - São Brás de Alportel 0 mm


6 - Tavira 0 mm


 


Fontes; IM, INAG e CCVT

sexta-feira, 28 de março de 2008

203: Cidades de 35 países apagam sábado as luzes em defesa do ambiente

Sydney, Austrália, 28 Mar (Lusa) - Mais de 370 cidades de 35 países vão desligar as luzes durante uma hora no sábado, no âmbito da iniciativa "Earth Hour" (Hora da Terra), que visa alertar para as mudanças climáticas.







Na lista de participantes na iniciativa "Earth Hour", lançada pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF) australiano, constam, entre outras, cidades de países como Espanha, Reino Unido, Argentina, Bolívia, Brasil, México, Uruguai, Venezuela, Canadá, Dinamarca, ilhas Fiji, Estados Unidos e Tailândia.




Nenhuma cidade portuguesa aderiu à iniciativa, segundo a lista divulgada no "site" da organização na Internet (www.earthhour.org).


O evento, que se realizou o ano passado apenas na Austrália, visa alertar e consciencializar as pessoas para as mudanças climáticas.


A iniciativa, que consiste em apagar sábado, às 20:00 (hora local em cada cidade), as luzes e electrodomésticos durante uma hora, tornou-se num acontecimento mundial "maior do que a organização esperava".


"São quase 400 cidades e povoações, 18.876 empresas e 257.165 cidadãos os que aderiram ao evento através da página na Internet", adiantou o director executivo do movimento "Earth Hour", Andy Ridley.


Na lista de adesões à iniciativa, constam sete empresas portuguesas.


Sydney será a primeira de mais de 370 cidades australianas e localidades de todo o mundo a desligar as luzes.


No ano passado, participaram no "Earth Hour" mais de dois milhões de pessoas, 2.100 empresas, cinemas, teatros, restaurantes, bares, discotecas, clubes desportivos, escolas e igrejas.


Segundo a organização, a iniciativa conseguiu em 2007 uma redução 10,2 por cento nas emissões de gases com efeito de estufa na cidade de Sydney.


Os organizadores consideram que se esta redução fosse conseguida durante um ano seria o equivalente à retirada de 48,616 carros das estradas.


Na sua página na Internet, a organização salienta que se os cidadãos em todo o mundo adoptarem diariamente o hábito simples de desligar electrodomésticos quando não estão a ser utilizados ou usarem lâmpadas de baixo consumo estão a contribuir para o objectivo de "reduzir as emissões anuais em cinco por cento".


"Até algo tão simples como desligar a luz quando não está num quarto e mudar para fontes mais limpas de electricidade como a `energia verde` fazem uma grande diferença", sublinha.


 


Fonte: LUSA


203: Cidades de 35 países apagam sábado as luzes em defesa do ambiente

Sydney, Austrália, 28 Mar (Lusa) - Mais de 370 cidades de 35 países vão desligar as luzes durante uma hora no sábado, no âmbito da iniciativa "Earth Hour" (Hora da Terra), que visa alertar para as mudanças climáticas.







Na lista de participantes na iniciativa "Earth Hour", lançada pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF) australiano, constam, entre outras, cidades de países como Espanha, Reino Unido, Argentina, Bolívia, Brasil, México, Uruguai, Venezuela, Canadá, Dinamarca, ilhas Fiji, Estados Unidos e Tailândia.




Nenhuma cidade portuguesa aderiu à iniciativa, segundo a lista divulgada no "site" da organização na Internet (www.earthhour.org).


O evento, que se realizou o ano passado apenas na Austrália, visa alertar e consciencializar as pessoas para as mudanças climáticas.


A iniciativa, que consiste em apagar sábado, às 20:00 (hora local em cada cidade), as luzes e electrodomésticos durante uma hora, tornou-se num acontecimento mundial "maior do que a organização esperava".


"São quase 400 cidades e povoações, 18.876 empresas e 257.165 cidadãos os que aderiram ao evento através da página na Internet", adiantou o director executivo do movimento "Earth Hour", Andy Ridley.


Na lista de adesões à iniciativa, constam sete empresas portuguesas.


Sydney será a primeira de mais de 370 cidades australianas e localidades de todo o mundo a desligar as luzes.


No ano passado, participaram no "Earth Hour" mais de dois milhões de pessoas, 2.100 empresas, cinemas, teatros, restaurantes, bares, discotecas, clubes desportivos, escolas e igrejas.


Segundo a organização, a iniciativa conseguiu em 2007 uma redução 10,2 por cento nas emissões de gases com efeito de estufa na cidade de Sydney.


Os organizadores consideram que se esta redução fosse conseguida durante um ano seria o equivalente à retirada de 48,616 carros das estradas.


Na sua página na Internet, a organização salienta que se os cidadãos em todo o mundo adoptarem diariamente o hábito simples de desligar electrodomésticos quando não estão a ser utilizados ou usarem lâmpadas de baixo consumo estão a contribuir para o objectivo de "reduzir as emissões anuais em cinco por cento".


"Até algo tão simples como desligar a luz quando não está num quarto e mudar para fontes mais limpas de electricidade como a `energia verde` fazem uma grande diferença", sublinha.


 


Fonte: LUSA


202: Governo isenta 7 empresas produtoras de biodiesel

O Governo decidiu isentar de Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP) sete empresas produtoras de biodiesel num total de 1,032 milhões de litros entre 2008 e 2010, tendo a Iberol sido a maior beneficiada com 224 milhões de litros.




A produção de bioetanol não está para já contemplada nesta isenção, devendo o Governo lançar um novo concurso para o biocombustível substituto da gasolina no final do primeiro semestre, afirmou fonte oficial do Ministério da Economia à Lusa.


A Torrejana, a Iberol, a Prio, a Biovegetal, a Sovena, a Valouro e a Greencyber são as sete empresas de produção de biodiesel beneficiadas pela isenção parcial de ISP atribuída pela Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) nos próximos três anos. Ao longo dos três anos, a Iberol, de João Rodrigues, é a que tem a maior quantidade de litros isenta - 224 milhões de litros - e a Greencyber a que tem a menor quantidade - 45,4 milhões de litros.


Sem isenção ficaram as empresas Bioportdiesel, Gondwana e Enerfuel, tendo sido excluída a candidatura da Cleanmotor por não se encontrar devvidamente instruída. As isenções foram atribuídas a título provisório pela comissão de avaliação, encontrando-se a lista em fase de audiência prévia.


Aos 987 milhões de litros isentos, a DGEG reservou mais 44,5 milhões de litros a título de prémios, que apenas serão entregues aos operadores após verificação do cumprimento das condições que lhe deram origem. O Governo não revelou ainda os valores da isenção mas fonte conhecedora do processo adiantou à agência Lusa que a isenção para o biodiesel se deve manter entre um limite mínimo de 280 euros e um máximo de 300 euros por cada 1.000 litros.


A isenção de ISP sobre os biocombustíveis destina-se a fomentar a utilização dos biocombustíveis nos transportes para reduzir a dependência energética portuguesa e cumprir a directiva comunitária que visa proceder, até 2020, à substituição de 20 por cento dos combustíveis convencionais usados nos transportes por combustíveis alternativos.


O Governo português estabeleceu como objectivo incorporar 10 por cento de biocombustíveis na gasolina e no gasóleo até 2010, uma meta que é quase o dobro dos 5,75 por cento definidos pela União Europeia.


 


Fonte: Observatório do Algarve


202: Governo isenta 7 empresas produtoras de biodiesel

O Governo decidiu isentar de Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP) sete empresas produtoras de biodiesel num total de 1,032 milhões de litros entre 2008 e 2010, tendo a Iberol sido a maior beneficiada com 224 milhões de litros.




A produção de bioetanol não está para já contemplada nesta isenção, devendo o Governo lançar um novo concurso para o biocombustível substituto da gasolina no final do primeiro semestre, afirmou fonte oficial do Ministério da Economia à Lusa.


A Torrejana, a Iberol, a Prio, a Biovegetal, a Sovena, a Valouro e a Greencyber são as sete empresas de produção de biodiesel beneficiadas pela isenção parcial de ISP atribuída pela Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) nos próximos três anos. Ao longo dos três anos, a Iberol, de João Rodrigues, é a que tem a maior quantidade de litros isenta - 224 milhões de litros - e a Greencyber a que tem a menor quantidade - 45,4 milhões de litros.


Sem isenção ficaram as empresas Bioportdiesel, Gondwana e Enerfuel, tendo sido excluída a candidatura da Cleanmotor por não se encontrar devvidamente instruída. As isenções foram atribuídas a título provisório pela comissão de avaliação, encontrando-se a lista em fase de audiência prévia.


Aos 987 milhões de litros isentos, a DGEG reservou mais 44,5 milhões de litros a título de prémios, que apenas serão entregues aos operadores após verificação do cumprimento das condições que lhe deram origem. O Governo não revelou ainda os valores da isenção mas fonte conhecedora do processo adiantou à agência Lusa que a isenção para o biodiesel se deve manter entre um limite mínimo de 280 euros e um máximo de 300 euros por cada 1.000 litros.


A isenção de ISP sobre os biocombustíveis destina-se a fomentar a utilização dos biocombustíveis nos transportes para reduzir a dependência energética portuguesa e cumprir a directiva comunitária que visa proceder, até 2020, à substituição de 20 por cento dos combustíveis convencionais usados nos transportes por combustíveis alternativos.


O Governo português estabeleceu como objectivo incorporar 10 por cento de biocombustíveis na gasolina e no gasóleo até 2010, uma meta que é quase o dobro dos 5,75 por cento definidos pela União Europeia.


 


Fonte: Observatório do Algarve


Ranking meteorológico do Algarve

Dia 27 de Março de 2008



Temperaturas Máximas:



1 - Tavira 21.7 ºC


2 - Olhão 20.9 ºC


3 - Faro (Aeroporto) 20.6 ºC


4 - Sagres 18.2 ºC


5 - São Brás de Alportel 17.6 ºC


6 - Monchique 9.2 ºC


 


Temperaturas mínimas:



1 - Monchique 6.4 ºC


2 - São Brás de Alportel 7.4 ºC


3 - Faro (Aeroporto) 9.4 ºC


4 - Olhão 9.5 ºC


5 - Tavira 9.7 ºC


6 - Sagres 12.9 ºC


 


Precipitação acumulada:



1 - Monchique 0.5 mm


2 - Faro (Aeroporto) 0 mm


3 - Olhão 0 mm


4 - Sagres 0 mm


5 - São Brás de Alportel 0 mm


6 - Tavira 0 mm


 


Fontes: IM, INAG e CCVT



Ranking meteorológico do Algarve

Dia 27 de Março de 2008



Temperaturas Máximas:



1 - Tavira 21.7 ºC


2 - Olhão 20.9 ºC


3 - Faro (Aeroporto) 20.6 ºC


4 - Sagres 18.2 ºC


5 - São Brás de Alportel 17.6 ºC


6 - Monchique 9.2 ºC


 


Temperaturas mínimas:



1 - Monchique 6.4 ºC


2 - São Brás de Alportel 7.4 ºC


3 - Faro (Aeroporto) 9.4 ºC


4 - Olhão 9.5 ºC


5 - Tavira 9.7 ºC


6 - Sagres 12.9 ºC


 


Precipitação acumulada:



1 - Monchique 0.5 mm


2 - Faro (Aeroporto) 0 mm


3 - Olhão 0 mm


4 - Sagres 0 mm


5 - São Brás de Alportel 0 mm


6 - Tavira 0 mm


 


Fontes: IM, INAG e CCVT



quinta-feira, 27 de março de 2008

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 26 de Março de 2008



Temperaturas Máximas:



1 - Olhão 20.4 ºC


2 - Faro (Aeroporto) 20.2 ºC


3 - Tavira 20.2 ºC


4 - Sagres 17.5 ºC


5 - São Brás de Alportel 16.9 ºC


6 - Monchique 8.9 ºC


 


Temperaturas mínimas:



1 - Monchique 4.8 ºC


2 - São Brás de Alportel 8.2 ºC


3 - Olhão 9.2 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 9.3 ºC


5 - Tavira 11.3 ºC


6 - Sagres 12.3 ºC


 


Precipitação acumulada:



1 - São Brás de Alportel 0.4 mm


2 - Monchique 0.1 mm


3 - Faro (Aeroporto) 0 mm


4 - Olhão 0 mm


5 - Sagres 0 mm


6 - Tavira 0 mm


 


Fontes: IM, INAG e CCVT


Ranking meteorológico do Algarve

Dia 26 de Março de 2008



Temperaturas Máximas:



1 - Olhão 20.4 ºC


2 - Faro (Aeroporto) 20.2 ºC


3 - Tavira 20.2 ºC


4 - Sagres 17.5 ºC


5 - São Brás de Alportel 16.9 ºC


6 - Monchique 8.9 ºC


 


Temperaturas mínimas:



1 - Monchique 4.8 ºC


2 - São Brás de Alportel 8.2 ºC


3 - Olhão 9.2 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 9.3 ºC


5 - Tavira 11.3 ºC


6 - Sagres 12.3 ºC


 


Precipitação acumulada:



1 - São Brás de Alportel 0.4 mm


2 - Monchique 0.1 mm


3 - Faro (Aeroporto) 0 mm


4 - Olhão 0 mm


5 - Sagres 0 mm


6 - Tavira 0 mm


 


Fontes: IM, INAG e CCVT


quarta-feira, 26 de março de 2008

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 25 de Março de 2008



Temperaturas Máximas:



1 - Tavira 19.5 ºC


2 - Faro (Aeroporto) 19.3 ºC


3 - Olhão 19.1 ºC


4 - Sagres 17.1 ºC


5 - São Brás de Alportel 15.4 ºC


6 - Monchique 8.5 ºC


 


Temperaturas mínimas:



1 - Monchique 4.2 ºC


2 - São Brás de Alportel 6.7 ºC


3 - Sagres 8.3 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 8.4 ºC


5 - Olhão 8.5 ºC


6 - Tavira 9.9 ºC


 


Precipitação acumulada:



1 - Monchique 0.1 mm


2 - Faro (Aeroporto) 0 mm 


3 - Olhão 0 mm


4 - Sagres 0 mm


5 - São Brás de Alportel 0 mm


6 - Tavira 0 mm


 


Fontes: IM, INAG e CCVT


 

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 25 de Março de 2008



Temperaturas Máximas:



1 - Tavira 19.5 ºC


2 - Faro (Aeroporto) 19.3 ºC


3 - Olhão 19.1 ºC


4 - Sagres 17.1 ºC


5 - São Brás de Alportel 15.4 ºC


6 - Monchique 8.5 ºC


 


Temperaturas mínimas:



1 - Monchique 4.2 ºC


2 - São Brás de Alportel 6.7 ºC


3 - Sagres 8.3 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 8.4 ºC


5 - Olhão 8.5 ºC


6 - Tavira 9.9 ºC


 


Precipitação acumulada:



1 - Monchique 0.1 mm


2 - Faro (Aeroporto) 0 mm 


3 - Olhão 0 mm


4 - Sagres 0 mm


5 - São Brás de Alportel 0 mm


6 - Tavira 0 mm


 


Fontes: IM, INAG e CCVT


 

terça-feira, 25 de março de 2008

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 24 de Março de 2008



Temperaturas Máximas:



1 - Tavira 19.5 ºC


2 - Faro (Aeroporto) 19.2 ºC


3 - Olhão 19.0 ºC


4 - Sagres 15.5 ºC


5 - São Brás de Alportel 15.4 ºC


6 - Monchique 9.3 ºC


 


Temperaturas mínimas:



1 - Monchique 2.0 ºC


2 - São Brás de Alportel 4.4 ºC


3 - Sagres 6.4 ºC


4 - Tavira 7.4 ºC


5 - Olhão 7.6 ºC


6 - Faro (Aeroporto) 7.7 ºC


 


Fontes: IM, INAG e CCVT



Ranking meteorológico do Algarve

Dia 24 de Março de 2008



Temperaturas Máximas:



1 - Tavira 19.5 ºC


2 - Faro (Aeroporto) 19.2 ºC


3 - Olhão 19.0 ºC


4 - Sagres 15.5 ºC


5 - São Brás de Alportel 15.4 ºC


6 - Monchique 9.3 ºC


 


Temperaturas mínimas:



1 - Monchique 2.0 ºC


2 - São Brás de Alportel 4.4 ºC


3 - Sagres 6.4 ºC


4 - Tavira 7.4 ºC


5 - Olhão 7.6 ºC


6 - Faro (Aeroporto) 7.7 ºC


 


Fontes: IM, INAG e CCVT



segunda-feira, 24 de março de 2008

201: Gestão dos recursos hídricos para abastecimento no Algarve deve ser integrada

Uma gestão integrada dos recursos hídricos do Algarve, das águas superficiais e subterrâneas, é a solução para períodos de crise provocados pela seca, conclui um estudo elaborado por especialistas da Universidade de Coimbra.


Sob coordenação de Maria da Conceição Cunha, do Departamento de Engenharia Civil da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), foi elaborado, a pedido da empresa Águas do Algarve, SA, um modelo de gestão integrada do sistema multimunicipal de abastecimento na sequência de um trabalho prévio de caracterização dos recursos hídricos existentes.

"É uma ferramenta que permite tomar boas decisões", salientou à agência Lusa, frisando que os elevados e crescentes consumos de água e a ocorrência periódica de episódios de seca prolongada no Algarve aconselham a que a sua gestão não deva estar dependente de um único tipo de recurso, mas de ambos, dos superficiais e dos subterrâneas.

De acordo com a coordenadora do estudo, o investimento deve ser feito em todos os recursos disponíveis, para se evitar o que sucedeu no período crítico de seca de 2004/2005, em que foram reabertas captações que tinham sido fechadas.

"Se for necessário recorrer às águas subterrâneas que se esteja preparado para isso", declarou à agência Lusa Maria da Conceição Cunha, ao reportar-se aos resultados do estudo que coordena há cerca de um ano e meio e que ficará concluído em Setembro próximo.

O que se pretende com o Modelo de Gestão Integrada do Sistema Multimunicipal de Abastecimento de Água do Algarve - acrescenta - é organizar a exploração das diferentes origens de água disponíveis, no sentido de tornar a resposta do sistema mais fiável, mesmo quando ocorrem eventos como períodos plurianuais de seca e situações de contingência (indisponibilidade de uma ou mais origens).

De acordo com uma nota do gabinete de imprensa da FCTUC, hoje divulgada, o estudo desenvolvido integra, em simultâneo, as questões ambientais, económicas e hídricas, como a qualidade da água ou as tecnologias de tratamentos da água, entre outros.

A região do Algarve - realça - é caracterizada por um regime hidrológico irregular, podendo ocorrer curtos períodos de forte precipitação e longos períodos de seca, limitando a oferta de água para os diferentes usos. Por outro lado, a procura sobre os recursos hídricos é elevada, devido à actividade turística, a principal actividade sócio-económica algarvia, e à agricultura de regadio que consome cerca de 70% da água que é usada na região.

Para Maria da Conceição Cunha, citada na nota de imprensa, "seria desejável que, num futuro próximo, a implementação destes modelos constituísse uma das prioridades dos organismos públicos e privados envolvidos na gestão da água, no sentido de promover o uso eficiente das diferentes fontes hídricas disponíveis, com um menor impacto ambiental, um custo mais baixo e uma maior sustentabilidade".

O desenvolvimento do modelo de gestão na Universidade de Coimbra insere-se num estudo mais alargado sobre os recursos hídricos do Algarve que foi solicitado pela Empresa Águas do Algarve SA à Universidade do Algarve, e em que colabora igualmente o Instituto Superior Técnico.


Fonte: LUSA

201: Gestão dos recursos hídricos para abastecimento no Algarve deve ser integrada

Uma gestão integrada dos recursos hídricos do Algarve, das águas superficiais e subterrâneas, é a solução para períodos de crise provocados pela seca, conclui um estudo elaborado por especialistas da Universidade de Coimbra.


Sob coordenação de Maria da Conceição Cunha, do Departamento de Engenharia Civil da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), foi elaborado, a pedido da empresa Águas do Algarve, SA, um modelo de gestão integrada do sistema multimunicipal de abastecimento na sequência de um trabalho prévio de caracterização dos recursos hídricos existentes.

"É uma ferramenta que permite tomar boas decisões", salientou à agência Lusa, frisando que os elevados e crescentes consumos de água e a ocorrência periódica de episódios de seca prolongada no Algarve aconselham a que a sua gestão não deva estar dependente de um único tipo de recurso, mas de ambos, dos superficiais e dos subterrâneas.

De acordo com a coordenadora do estudo, o investimento deve ser feito em todos os recursos disponíveis, para se evitar o que sucedeu no período crítico de seca de 2004/2005, em que foram reabertas captações que tinham sido fechadas.

"Se for necessário recorrer às águas subterrâneas que se esteja preparado para isso", declarou à agência Lusa Maria da Conceição Cunha, ao reportar-se aos resultados do estudo que coordena há cerca de um ano e meio e que ficará concluído em Setembro próximo.

O que se pretende com o Modelo de Gestão Integrada do Sistema Multimunicipal de Abastecimento de Água do Algarve - acrescenta - é organizar a exploração das diferentes origens de água disponíveis, no sentido de tornar a resposta do sistema mais fiável, mesmo quando ocorrem eventos como períodos plurianuais de seca e situações de contingência (indisponibilidade de uma ou mais origens).

De acordo com uma nota do gabinete de imprensa da FCTUC, hoje divulgada, o estudo desenvolvido integra, em simultâneo, as questões ambientais, económicas e hídricas, como a qualidade da água ou as tecnologias de tratamentos da água, entre outros.

A região do Algarve - realça - é caracterizada por um regime hidrológico irregular, podendo ocorrer curtos períodos de forte precipitação e longos períodos de seca, limitando a oferta de água para os diferentes usos. Por outro lado, a procura sobre os recursos hídricos é elevada, devido à actividade turística, a principal actividade sócio-económica algarvia, e à agricultura de regadio que consome cerca de 70% da água que é usada na região.

Para Maria da Conceição Cunha, citada na nota de imprensa, "seria desejável que, num futuro próximo, a implementação destes modelos constituísse uma das prioridades dos organismos públicos e privados envolvidos na gestão da água, no sentido de promover o uso eficiente das diferentes fontes hídricas disponíveis, com um menor impacto ambiental, um custo mais baixo e uma maior sustentabilidade".

O desenvolvimento do modelo de gestão na Universidade de Coimbra insere-se num estudo mais alargado sobre os recursos hídricos do Algarve que foi solicitado pela Empresa Águas do Algarve SA à Universidade do Algarve, e em que colabora igualmente o Instituto Superior Técnico.


Fonte: LUSA

Ranking meteorológico do Algarve

Dia 23 de Março de 2008



Temperaturas Máximas:



1 - Faro (Aeroporto) 16.6 ºC


2 - Tavira 16.5 ºC


3 - Olhão 15.8 ºC


4 - Sagres 14.3 ºC


5 - São Brás de Alportel 12.6 ºC


6 - Monchique 6.9 ºC


 


Temperaturas mínimas:



1 - Monchique 0.7 ºC


2 - São Brás de Alportel 3.9 ºC


3 - Olhão 6.3 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 6.9 ºC


5 - Tavira 6.9 ºC


6 - Sagres 9.9 ºC


 


Fontes: IM, INAG e CCVT


 


Ranking meteorológico do Algarve

Dia 23 de Março de 2008



Temperaturas Máximas:



1 - Faro (Aeroporto) 16.6 ºC


2 - Tavira 16.5 ºC


3 - Olhão 15.8 ºC


4 - Sagres 14.3 ºC


5 - São Brás de Alportel 12.6 ºC


6 - Monchique 6.9 ºC


 


Temperaturas mínimas:



1 - Monchique 0.7 ºC


2 - São Brás de Alportel 3.9 ºC


3 - Olhão 6.3 ºC


4 - Faro (Aeroporto) 6.9 ºC


5 - Tavira 6.9 ºC


6 - Sagres 9.9 ºC


 


Fontes: IM, INAG e CCVT


 


200: Previsão semanal de 24 de Março a 30 de Março de 2008

Previsão meteorológica para os próximos dias no Algarve:




Dia 24 (2ªfeira) - Céu pouco nublado. Vento moderado de norte. Pequena subida da temperatura.


 


Máximas: 15ºC - 18ºC


mínimas: 4ºC - 7ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro. Temperatura da água do mar: 17ºC


 


Dia 25 (3ªfeira) - Céu pouco nublado. Vento moderado de norte.


 


Máximas: 15ºC - 18ºC


mínimas: 5ºC - 8ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro. Temperatura da água do mar: 17ºC


 


Dia 26 (4ªfeira) - Céu nublado com abertas. Vento moderado de noroeste.


 


Máximas: 15ºC - 19ºC


mínimas: 6ºC - 11ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro. Temperatura da água do mar: 17ºC


 


Dia 27 (5ªfeira) - Céu pouco nublado. Vento moderado de norte. Pequena subida da temperatura.


 


Máximas: 17ºC - 21ºC


mínimas: 9ºC - 13ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro. Temperatura da água do mar: 17ºC


 


Dia 28 (6ªfeira) - Céu pouco nublado. Vento moderado de nordeste. Pequena subida da temperatura.


 


Máximas: 16ºC - 20ºC


mínimas: 10ºC - 14ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1,5 metros. Temperatura da água do mar: 17ºC


 


Dia 29 (Sábado) - Céu muito nublado. Vento moderado de leste. Aguaceiros.


 


Máximas: 16ºC - 19ºC


mínimas: 11ºC - 13ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1,5 a 2 metros. Temperatura da água do mar: 17ºC


 


Dia 30 (Domingo) - Céu muito nublado. Vento moderado de sueste. Aguaceiros fracos.


 


Máximas: 17ºC - 20ºC


mínimas: 10ºC - 13ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro. Temperatura da água do mar: 17ºC


 


200: Previsão semanal de 24 de Março a 30 de Março de 2008

Previsão meteorológica para os próximos dias no Algarve:




Dia 24 (2ªfeira) - Céu pouco nublado. Vento moderado de norte. Pequena subida da temperatura.


 


Máximas: 15ºC - 18ºC


mínimas: 4ºC - 7ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro. Temperatura da água do mar: 17ºC


 


Dia 25 (3ªfeira) - Céu pouco nublado. Vento moderado de norte.


 


Máximas: 15ºC - 18ºC


mínimas: 5ºC - 8ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro. Temperatura da água do mar: 17ºC


 


Dia 26 (4ªfeira) - Céu nublado com abertas. Vento moderado de noroeste.


 


Máximas: 15ºC - 19ºC


mínimas: 6ºC - 11ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro. Temperatura da água do mar: 17ºC


 


Dia 27 (5ªfeira) - Céu pouco nublado. Vento moderado de norte. Pequena subida da temperatura.


 


Máximas: 17ºC - 21ºC


mínimas: 9ºC - 13ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro. Temperatura da água do mar: 17ºC


 


Dia 28 (6ªfeira) - Céu pouco nublado. Vento moderado de nordeste. Pequena subida da temperatura.


 


Máximas: 16ºC - 20ºC


mínimas: 10ºC - 14ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1,5 metros. Temperatura da água do mar: 17ºC


 


Dia 29 (Sábado) - Céu muito nublado. Vento moderado de leste. Aguaceiros.


 


Máximas: 16ºC - 19ºC


mínimas: 11ºC - 13ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1,5 a 2 metros. Temperatura da água do mar: 17ºC


 


Dia 30 (Domingo) - Céu muito nublado. Vento moderado de sueste. Aguaceiros fracos.


 


Máximas: 17ºC - 20ºC


mínimas: 10ºC - 13ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro. Temperatura da água do mar: 17ºC


 


4549: Aviso Amarelo no Algarve

  Instituto Português do Mar e da Atmosfera - Avisos Faro Amarelo Agitação Marítima Válido entre 2026-01-16 00:00:00 e 2026-01-18 06:...