quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Dados da Estação Meteorológica em Olhão

Dados referentes ao mês de Dezembro de 2015


 


Dia

Temperatura


Máxima (ºC)



Temperatura


mínima (ºC)



Precipitação


(mm)


               Observações             
1 18.4 12.7 0 Céu nublado
2 17.3 11.3 0 Céu pouco nublado
3 20.2 10.0 0 Céu limpo
4 18.7 9.9 0 Céu pouco nublado
5 17.6 10.3 0 Céu pouco nublado
6 18.3 12.0 0 Céu nublado
7 18.0 13.3 0 Céu muito nublado
8 17.7 13.1 0 Céu muito nublado
9 19.3 12.4 0 Céu muito nublado
10 18.7 12.2 0 Céu pouco nublado
11 17.7 12.4 0 Céu nublado por nuvens altas
12 18.6 12.4 0 Céu nublado
13 19.8 13.8 0 Céu nublado
14 20.3 16.0 0 Céu nublado
15 19.8 13.2 0 Céu pouco nublado
16 20.2 13.1 0 Céu pouco nublado
17 18.8 11.2 0 Céu nublado por nuvens altas
18 19.4 11.6 0 Céu nublado por nuvens altas
19 18.6 10.4 0

Céu pouco nublado aumentando de 


nebulosidade


20 16.4 11.4 5

Céu nublado tornando-se pouco nublado


Aguaceiros e Trovoada no início da manhã


21 19.6 10.3 0 Céu limpo
22 19.7 11.6 0 Céu pouco nublado
23 17.9 9.9 0

Céu pouco nublado tornando-se nublado


por nuvens altas


24 18.2 9.6 0 Céu pouco nublado
25 17.3 9.3 0 Céu nublado
26 17.0 12.6 0 Céu nublado por nuvens altas
27 18.3 11.7 0 Céu nublado por nuvens altas
28 19.9 16.2 18 Céu nublado. Aguaceiros durante a manhã
29 17.3 11.1 0 Céu limpo
30 18.3 11.3 0 Céu nublado
31 17.9 13.1 6 Céu nublado Aguaceiros

 

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

2482: Aviso Amarelo no Algarve

Faro


Última actualização da informação:



Terça-feira, 29 de Dezembro de 2015



 

Agitação Marítima

Amarelo



Agitação Marítima


Para o período de: 2015-12-30 15:00:00
até: 2015-12-31 11:59:59



Altura Significativa das Ondas


Costa Ocidental ondas de quadrante oeste com 4 a 4 5 m



 


Fonte: IPMA

2481: Passagem de Ano 2015/2016 no Algarve

As festas gratuitas de fim de ano vão repetir-se em vários pontos do Algarve, sobretudo nas zonas mais turísticas, a par das propostas para quem quiser abrir os cordões à bolsa, em hotéis ou casinos.

Em Albufeira, o cantor angolano Anselmo Ralph vai atuar no palco da Praia dos Pescadores, estando previstas sessões de fogo-de-artifício na praia dos Pescadores e na zona da Oura e, ainda, uma "Star Parade", um desfile com artistas de circo.

O presidente da Câmara de Albufeira, um dos locais mais procurados pelos turistas e residentes no "réveillon", disse hoje à Lusa estimar que a cidade receba entre 50.000 a 70.000 pessoas para o fim de ano, havendo um nível elevado de reservas para os hotéis do concelho.

Também com entrada gratuita, o Jardim Manuel Bívar, em Faro, vai apresentar um concerto com o grupo algarvio La Plante Mutante, que recria músicas da década de 1980, a partir das 22:00, havendo fogo-de-artifício às 00:00 e, a partir da 01:00, o DJ Mr Kool.

Em Lagos, a noite será preenchida com a atuação dos portugueses Expensive Soul, seguidos do DJ TobyOne, na praça do Infante, e em Portimão a despedida de 2015 será feita ao som do DJ Deelight, com fogo-de-artifício a partir do molhe da Praia da Rocha.

Em Quarteira, será o grupo britânico Platinum – The Live ABBA Tribute Show que irá animar, a partir das 00:15, a praça do Mar, junto à praia, com as músicas que fizeram a carreira dos suecos ABBA.

O fim de ano em Armação de Pêra será assinalado com uma festa na Praia dos Pescadores, que contará com um concerto da banda algarvia Iris e o DJ China.

Já em Olhão, a passagem de ano vai ser celebrada num espaço de animação criado para o efeito no Jardim Pescador Olhanense, com 2.000 metros quadrados e uma tenda gigante com 500 metros quadrados, onde atuará o músico Fábio Lagarto.

Em Monte Gordo, a programação de "réveillon" está centrada numa tenda gigante instalada na marginal, que tem início na quarta-feira, dia 31, e se estende até sábado, dia 02 de janeiro.

Já em Tavira, a festa será na Praça da República, a partir das 22:00, com interpretação, pelo Grupo AF, de êxitos musicais das décadas de 1970, 1980 e 1990.

Além das propostas de festas gratuitas, organizadas pelos municípios e juntas de freguesia, há igualmente vários eventos programados para os casinos e hotéis da região.

No Casino de Vilamoura, por exemplo, a noite será animada com um espetáculo de ‘stand-up comedy’ com Serafim e pela banda “Os Melhores Anos”, a troco de 180 euros por pessoa, incluindo o jantar.

No Hotel Algarve Casino, na Praia da Rocha, os preços variam entre os 135 e os 160 euros, e no Casino de Monte Gordo, em Vila Real de Santo António, o "réveillon" custa 130 euros.

Quem quiser jantar e fazer estadia num hotel de cinco estrelas, os preços podem variar entre os 565 euros, por duas noites no Tivoli Marina de Vilamoura Hotel, e os 660 euros, no Sheraton Pine Cliffs, em Albufeira.


 


Fonte: Lusa

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

2480: Inundações em Albufeira

As chuvas fortes esta segunda-feira já alagaram as zonas baixas da cidade de Albufeira, no Algarve. A água tem 20 centímetros de altura.


 


No dia 1 de novembro, Albufeira ficou inundada e vários estabelecimentos e habitações ficaram destruídos.


 


O valor dos prejuízos do temporal de 1 de novembro em Albufeira ainda não está totalmente apurado, mas já ultrapassa os 20 milhões de euros. A baixa da cidade foi arrasada pela enxurrada.


 



 


Fonte: CM

2479: Aviso Amarelo no Algarve

Faro


Última actualização da informação:



Segunda-feira, 28 de Dezembro de 2015



 

Precipitação

Amarelo



Precipitação


Para o período de: 2015-12-28 07:00:00
até: 2015-12-28 23:59:59



Chuva/Aguaceiros


Periodos de chuva por vezes forte e acompanhada de trovoada



 

Agitação Marítima

Amarelo



Agitação Marítima


Para o período de: 2015-12-28 07:00:00
até: 2015-12-28 17:59:59



Altura Significativa das Ondas


Na costa ocidental Ondas de sudoeste com 4 a 5 metros



 


Fonte: IPMA

2478: Previsão meteorológica para a semana de 28 de Dezembro de 2015 a 3 de Janeiro de 2016


Previsão meteorológica no Algarve para os próximos dias:


 


Dia 28 (2ªfeira) - Céu nublado. Períodos de chuva ou aguaceiros. Possibilidade para a ocorrência de trovoadas. Vento moderado a forte de sudoeste com rajadas até 60 km/h.


 


Máximas: 16ºC - 20ºC


mínimas: 10ºC - 14ºC


 


Estado do mar: Ondas de sul/sudoeste com 2 a 3 metros, sendo ondas de sueste até ao início da manhã no sotavento, diminuindo para 1,5 a 2 metros no final do dia. Temperatura da água do mar: 18ºC.


 


Dia 29 (3ªfeira) - Céu nublado por nuvens altas. Vento fraco. Pequena descida da temperatura mínima.


 


Máximas: 15ºC - 19ºC


mínimas: 4ºC - 8ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 a 1.5 metros. Temperatura da água do mar: 18ºC.


 


Dia 30 (4ªfeira) - Céu pouco nublado aumentando de nebulosidade a partir da tarde. Vento moderado de sudoeste. Pequena subida da temperatura mínima.


 


Máximas: 15ºC - 19ºC


mínimas: 5ºC - 9ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 a 2 metros. .


 


Dia 31 (5ª feira) - Céu nublado diminuindo de nebulosidade a partir da tarde. Aguaceiros. Vento moderado de oeste.


 


Máximas: 15ºC - 19ºC


mínimas: 9ºC - 13ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 2 metros.


 


Dia 1 (6ª feira) - Céu nublado por nuvens altas. Vento fraco.


 


Máximas: 13ºC - 17ºC


mínimas: 6ºC - 10ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1.5 a 2 metros.


 


Dia 2 (Sábado) - Céu nublado. Vento moderado a forte de sudoeste. Aguaceiros.


 


Máximas: 16ºC - 20ºC


mínimas: 8ºC - 12ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 2 metros.




Dia 3 (Domingo) - Céu nublado por nuvens altas. Vento fraco.


 


Máximas: 16ºC - 20ºC


mínimas: 8ºC - 12ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 a 1.5 metros.


 


Precipitação prevista para esta semana: 10 mm a 30 mm


sábado, 26 de dezembro de 2015

2477: Resumo climatológico do mês de Novembro de 2015 no Algarve

































Novembro de 2015 no Algarve


 



Estações


Meteorológicas



Temperatura


Máxima (ºC)



Temperatura


mínima (ºC)



Precipitação


(mm)



Aljezur



29.5



2.2



86.6



Almancil



24.2



6.1



149.1



Alte



29.3



2.4



180.8



Castro Marim



27.8



5.0



63.4



Faro (Aeroporto)



23.3


6.9

105.1



Lagoa (Sítio das Fontes)



24.6



3.3



73.2



Lagoa



25.0



3.4



131.0



Messines



28.3



-0.1



173.0



Olhão



22.6



6.8



68.0



Portimão



25.5



5.7



130.8



Sagres



21.8



4.2



110.4



Tavira



25.7



8.8



37.9



 


 


Resumo do mês:


Em termos das temperaturas máximas variaram entre os 29.5ºC em Aljezur e os 21.8ºC em Sagres. As temperaturas mínimas variaram entre os -0.1ºC em Messines e os 8.8ºC em Tavira.


Quanto à precipitação de notar que o mês de Novembro pode classificar-se como chuvoso a normal no Algarve.  A precipitação variou entre os 63.4 mm em Castro Marim e os 180.8 mm em Alte.


 


Precipitação total em 2015:


 



Estações


Meteorológicas



Precipitação


(mm)



Aljezur



381.8



Almancil



392.4



Alte


453.2

Castro Marim



299.6



Faro (Aeroporto)



308.5



Lagoa (Sitio das Fontes)



288.8



Lagoa



403.2



Messines



457.2



Olhão



254.0



Portimão



469.0



Sagres



466.0*



Tavira



254.2



 


 


Precipitação no Ano Hidrológico 2015/2016 (1 de Outubro de 2015 a 30 de Setembro de 2016):


 



Estações


Meteorológicas



Precipitação


(mm)



Aljezur


194.0

Almancil



274.8



Alte



279.4



Castro Marim



167.4



Faro (Aeroporto)



224.6



Lagoa (Sítio das Fontes)



139.5



Lagoa



224.0



Messines



296.8



Olhão



173.0



Portimão



242.0



Sagres



355.3



Tavira



118.1



 


Tendo por base, a normal climatológica 1971/2000 da estação meteorológica Faro (Aeroporto) entre 1 de Outubro e 30 de Novembro, a precipitação acumulada seria de 146.8 mm, tendo em conta a tabela acima a percentagem de precipitação acumulada no Algarve situa-se entre 80.45% em Tavira e os 241.89% em Sagres.


 


* - falta dados devido a falha da estação meteorológica


 


Fonte: IPMACCVTDRAPALG, WU, MeteoFontes

































2476: Resumo do mês de Novembro de 2015

Novembro de 2015



Média das Máximas: 19.7ºC (-0.2ºC)
Média das mínimas: 12.4ºC (+0.9ºC)
MÉDIA: 16.1ºC (+0.4ºC)



Temperatura MÁXIMA mais alta: 22.5ºC (dia 7)
Temperatura MÁXIMA mais baixa: 15.4ºC (dia 22)
Temperatura mínima mais baixa: 6.8ºC (dia 22)
Temperatura mínima mais alta: 17.1ºC (dia 8)



Nº dias com temperaturas Máximas superiores a 25ºC: 0
Nºdias com temperaturas Máximas superiores a 20ºC: 16
Nº dias com temperaturas mínimas inferiores a 10ºC: 7
Nº dias com temperatura mínimas inferiores a 5ºC: 0



Precipitação: 68 mm
Precipitação máxima diária: 55 mm (dia 1)
Nº dias com precipitação superior a 10 mm: 1
Nº dias com precipitação: 3
Nº dias com trovoada: 1


 


460


 


461


 


 


 


 


 

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

2475: Aviso Amarelo no Algarve

Faro


Última actualização da informação:



Sexta-feira, 25 de Dezembro de 2015



 

Agitação Marítima

Amarelo



Agitação Marítima


Para o período de: 2015-12-26 03:00:00
até: 2015-12-27 17:59:59



Altura Significativa das Ondas


Na costa Sul ondas de sueste com 2 a 3 metros



 


Fonte: IPMA

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

2474: Previsão Sazonal Inverno 2015/2016



Previsão sazonal Inverno 2015/2016 no Algarve


 



Dezembro 2015: Mês com temperaturas acima da média e precipitação abaixo da média.

Temperaturas: anomalia entre +1.0ºC e os +1.5ºC

Precipitação: entre 20 mm e os 50 mm


 



Janeiro 2016: Mês com temperaturas na média e precipitação na média.



Temperaturas: anomalia entre os -0.1ºC e os +0.5ºC.



Precipitação: entre 40 mm e os 70 mm


 


 


Fevereiro 2016: Mês com  temperaturas na média ou ligeiramente acima da média e precipitação acima da média.


 


Temperaturas: anomalia entre +0.2ºC e os +0.5ºC

Precipitação: entre 60 mm e os 100 mm



segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

2473: Previsão meteorológica para a semana de 21 de Dezembro a 27 de Dezembro de 2015


Previsão meteorológica no Algarve para os próximos dias:


 


Dia 21 (2ªfeira) - Céu pouco nublado. Vento fraco a moderado de norte. Descida da temperatura mínima.


 


Máximas: 16ºC - 20ºC


mínimas: 6ºC - 10ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 a 2 metros. Temperatura da água do mar: 18ºC.


 


Dia 22 (3ªfeira) - Céu pouco nublado. Vento fraco de leste. Pequena descida da temperatura mínima.


 


Máximas: 16ºC - 20ºC


mínimas: 3ºC - 7ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 a 1.5 metros. Temperatura da água do mar: 18ºC.


 


Dia 23 (4ªfeira) - Céu nublado por nuvens altas. Vento fraco de leste. Pequena subida da temperatura mínima.


 


Máximas: 15ºC - 19ºC


mínimas: 6ºC - 10ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro. .


 


Dia 24 (5ª feira) - Céu nublado por nuvens altas. Vento fraco de leste.


 


Máximas: 15ºC - 19ºC


mínimas: 5ºC - 9ºC


 


Estado do mar: Ondas de sueste com 1 metro.


 


Dia 25 (6ª feira) - Céu nublado por nuvens altas. Vento moderado de leste.


 


Máximas: 15ºC - 19ºC


mínimas: 5ºC - 9ºC


 


Estado do mar: Ondas de sueste com 1 metro.


 


Dia 26 (Sábado) - Céu nublado por nuvens altas. Vento moderado a forte de sueste.


 


Máximas: 16ºC - 20ºC


mínimas: 8ºC - 12ºC


 


Estado do mar: Ondas de sueste com 1 a 1.5 metros aumentando para 2 metros.


 


Dia 27 (Domingo) - Céu nublado. Vento moderado a forte de sueste com rajadas até 60 km/h. .


 


Máximas: 16ºC - 20ºC


mínimas: 8ºC - 12ºC


 


Estado do mar: Ondas de sueste com 2 a 2.5 metros.


segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

2472: Previsão meteorológica para a semana de 14 de Dezembro a 20 de Dezembro de 2015

Previsão meteorológica no Algarve para os próximos dias:


 


Dia 14 (2ªfeira) - Céu nublado. Vento moderado de sul. Períodos de chuva fraca.


 


Máximas: 18ºC - 22ºC


mínimas: 12ºC - 16ºC


 


Estado do mar: Ondas de sueste com 1.5 a 2.5 metros. Temperatura da água do mar: 18ºC.


 


Dia 15 (3ªfeira) - Céu nublado por nuvens altas. Vento fraco a moderado de leste.


 


Máximas: 18ºC - 22ºC


mínimas: 10ºC - 14ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 a 2 metros. Temperatura da água do mar: 18ºC.


 


Dia 16 (4ªfeira) - Céu nublado por nuvens altas. Vento fraco de leste.


 


Máximas: 19ºC - 23ºC


mínimas: 9ºC - 13ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 a 2 metros. .


 


Dia 17 (5ª feira) - Céu nublado por nuvens altas. Vento fraco de leste.


 


Máximas: 17ºC - 21ºC


mínimas: 11ºC - 15ºC


 


Estado do mar: Ondas de sueste com 1 metro.


 


Dia 18 (6ª feira) - Céu nublado por nuvens altas. Vento fraco de leste.


 


Máximas: 16ºC - 20ºC


mínimas: 7ºC - 11ºC


 


Estado do mar: Ondas de sueste com 1 metro.


 


Dia 19 (Sábado) - Céu nublado por nuvens altas. Vento fraco de leste.


 


Máximas: 16ºC - 20ºC


mínimas: 6ºC - 10ºC


 


Estado do mar: Ondas de sueste com 1 metro.


 


Dia 20 (Domingo) - Céu nublado. Vento fraco de sudoeste. Possibilidade para a ocorrência de chuva fraca..


 


Máximas: 16ºC - 20ºC


mínimas: 8ºC - 12ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

2471: Aviso Amarelo no Algarve

Faro


Última actualização da informação:



Quinta-feira, 10 de Dezembro de 2015



 

Agitação Marítima

Amarelo



Agitação Marítima


Para o período de: 2015-12-11 00:00:00
até: 2015-12-11 17:59:59



Altura Significativa das Ondas


Na costa Sul ondas de sueste com 2 metros



 


Fonte: IPMA

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

2470: Aviso Amarelo no Algarve

Faro


Última actualização da informação:



Quarta-feira, 9 de Dezembro de 2015



 

Agitação Marítima

Amarelo



Agitação Marítima


Para o período de: 2015-12-09 18:00:00
até: 2015-12-10 08:59:59



Altura Significativa das Ondas


Na costa Sul ondas de sueste com 2 metros



 


Fonte: IPMA

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

2469: Portugal cai dez posições em ranking climático

Portugal caiu dez posições num ranking climático internacional realizado por organizações ambientalistas. O país estava na nona posição e agora está na 19.ª, entre 58 países incluídos no Índice de Desempenho em Alterações Climáticas, da organização German Watch e da Rede Europeia de Acção Climática, apresentado esta terça-feira na cimeira do clima em Paris.






O país foi penalizado pelo uso da carvão na produção eléctrica, pelo travão nas renováveis, pelos incêndios florestais e pelas suas políticas internacionais.


 


O índice dá um valor para cada país, com base numa série de parâmetros. Portugal sai-se bem nas emissões de gases com efeito de estufa, que continuaram a tendência de redução iniciada em 2005. Também tem boa pontuação na eficiência energética e na política nacional, com a aprovação de uma nova estratégia para as alterações climáticas até 2030.


 


Mas noutros parâmetros, a sua avaliação é pior em comparação com a do ano passado. Um deles é o da produção eléctrica. Devido ao seu baixo preço agora, o carvão tem sido utilizado em força nas centrais termoeléctricas de Sines e do Pego, em detrimento das centrais a gás natural, que são menos poluentes. Em 2013 – ano do qual vem a maior parte dos dados para o índice – o carvão foi responsável por 19% de todas as emissões de CO2 do país, segundo cálculos de Francisco Ferreira, especialista em clima e energia na Universidade Nova de Lisboa. E de Janeiro a Novembro deste ano, 28% da electricidade produzida veio das centrais de Sines e do Pego.


 


O índice para Portugal foi também prejudicado pelo facto de o país ter demorado a fixar a sua contribuição para o Fundo Climático Verde – criado pela ONU para a adaptação dos países mais vulneráveis às alterações climáticas.


 


Os incêndios florestais foram outro factor negativo. Em 2013, arderam 153 mil hectares de mato e floresta.


 


Até as energias renováveis, tidas como um caso de sucesso em Portugal, também penalizaram o país. Embora haja cada vez mais produção de energia renovável, o ritmo do seu crescimento baixou nos últimos anos. “É um facto”, reagiu o novo ministro do Ambiente, Pedro Matos Fernandes, à margem da cimeira do clima em Paris. “Houve um pico muito grande nas energias renováveis durante o governo socialista, que não continuou nos últimos quatro anos de Governo. O PS anotou-o e com certeza que será agora consequente”, disse ao PÚBLICO.


 


Matos Fernandes considera que, com estes factores, em particular os incêndios de 2013, é natural que se tenha degradado a posição de Portugal – a pior do país desde que o índice foi publicado pela primeira vez, em 2012. Mas afirma: “Acho que Portugal não tem uma fraca performance neste índice. Tem é uma performance mais fraca do que noutros anos”.


 


Fonte: Publico

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

2468: Previsão meteorológica para a semana de 7 de Dezembro a 13 de Dezembro de 2015

Previsão meteorológica no Algarve para os próximos dias:


 


Dia 7 (2ªfeira) - Céu nublado. Vento moderado de sueste.


 


Máximas: 18ºC - 22ºC


mínimas: 8ºC - 12ºC


 


Estado do mar: Ondas de sueste com 1 a 1.5 metros. Temperatura da água do mar: 18ºC.


 


Dia 8 (3ªfeira) - Céu nublado por nuvens altas. Vento fraco de leste.


 


Máximas: 17ºC - 21ºC


mínimas: 6ºC - 10ºC


 


Estado do mar: Ondas de sueste com 1 a 1.5 metros. Temperatura da água do mar: 18/19ºC.


 


Dia 9 (4ªfeira) - Céu com períodos de muita nebulosidade. Vento fraco de leste.


 


Máximas: 17ºC - 21ºC


mínimas: 10ºC - 14ºC


 


Estado do mar: Ondas de sueste com 1 a 1.5 metros. .


 


Dia 10 (5ª feira) - Céu com períodos de muita nebulosidade. Vento fraco.


 


Máximas: 17ºC - 21ºC


mínimas: 9ºC - 13ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 a 1.5 metros.


 


Dia 11 (6ª feira) - Céu nublado por nuvens altas. Vento fraco.


 


Máximas: 16ºC - 20ºC


mínimas: 9ºC - 13ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro.


 


Dia 12 (Sábado) - Céu pouco nublado. Vento fraco de leste.


 


Máximas: 16ºC - 20ºC


mínimas: 8ºC - 12ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste inferiores a 1 metro.


 


Dia 13 (Domingo) - Céu nublado. Vento moderado de sudoeste. Períodos de chuva a partir do final da tarde.


 


Máximas: 16ºC - 20ºC


mínimas: 8ºC - 12ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste inferiores a 1 metro.

sábado, 5 de dezembro de 2015

2467: Situação nas Albufeiras no Algarve

































Dados referentes a 30 de Novembro de 2015


 


Nome

Volume


armazenado (dam3)



Percentagem


(%)



Diferença em relação


ao mês anterior


Albufeira do Arade 4681 16.49 +9.24%
Albufeira do Beliche 19851 41.38 +2.18%
Albufeira da Bravura 24781 71.16 +4.00%
Albufeira do Funcho 35440 74.27 +0.84%
Albufeira de Odeleite 63978 49.21 +2.43%
Albufeira de Odelouca 88490 56.36 +2.57%

 


Fonte: SNIRH

































2466: Com mais dois graus, que Terra nos espera em 2100?

Se o fim do século vai ser mais quente por causa das alterações climáticas, então 2015 está a marcar o tom do futuro. A temperatura média à superfície da Terra arrisca-se a atingir um grau Celsius acima da média pré-industrial, divulgou a Organização Meteorológica Mundial em Novembro. Se isso acontecer, este ano bate-se o recorde de temperaturas, e de uma forma simbólica. Um grau é metade do limite de dois graus que a Terra pode aquecer até 2100, definido por cientistas do clima e por políticos. A partir deste valor, os cenários climáticos prevêem um futuro mais assustador.






Isto não quer dizer que 2016 ou 2017 irão ser tão quentes como 2015. Há uma variabilidade natural de ano para ano. Mas o potencial recorde de temperaturas faz parte de uma tendência ligada às emissões humanas de gases com efeito de estufa, como o dióxido de carbono (CO2), o metano e o dióxido de azoto.


 


Como é que estes gases influenciam o termómetro global? A resposta começa nos raios solares que aquecem a superfície da Terra. Parte deste calor volta para a atmosfera em raios infravermelhos. Os gases com efeito de estufa retêm este calor e aquecem o ar. Quanto maior for a sua concentração, mais calor é retido.


 


O CO2, por ser injectado em grandes quantidades com a queima dos combustíveis fósseis, acaba por ser o gás mais importante nesta equação. Desde a revolução industrial, a sua concentração na atmosfera passou de 280 partes por milhão (ppm) para 400 ppm. E a temperatura tem subido.


 


Um dos efeitos mais significativos é no ciclo da água. Com mais calor, a evaporação dos oceanos torna-se mais rápida, a acumulação na atmosfera é maior e a precipitação mais concentrada. No Norte da Europa, espera-se por isso mais chuva até ao final do século, mas o Mediterrâneo vai tornar-se mais quente e seco. As secas vividas na Península Ibérica em 2005 e 2012 já só podem ser explicados neste contexto.


 


“Só conseguimos obter nos modelos climáticos esta frequência de grandes secas quando inserimos os gases com efeito de estufa”, diz ao PÚBLICO o investigador Ricardo Trigo, climatologista do Instituto Dom Luiz, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL). “Se só pusermos a variabilidade natural, não conseguimos reproduzir esta frequência.”


 


Por volta de 2100, se tivermos em conta apenas um aumento de dois graus Celsius, um ano típico em Portugal terá a chuva mais concentrada no Inverno e uma Primavera e um Outono mais secos. Este padrão é uma incubadora de ondas de calor mais fortes. “É uma situação atmosférica favorável para que ondas de calor que antes duravam uma semana, com uma temperatura de 37 graus, passem a durar duas semanas e atinjam os 40 graus”, avisa Ricardo Trigo. Se a chuva acabar mais cedo na Primavera, em Maio e Junho os solos já estão completamente secos. Quando chega uma onda de calor, “a energia solar não é usada para evaporar a humidade do solo, por isso o solo aquece e começa a aquecer a atmosfera”.


 


Décadas decisivas



O Mediterrâneo é uma pequena peça no complexo puzzle das alterações climáticas, que têm implicações no aquecimento e acidificação dos oceanos, no degelo dos pólos, na subida do nível médio do mar, no derretimento do permafrost, na alteração da vegetação, na migração e extinção de espécies e no agravamento das condições de vida de muitas populações humanas. Todos estes fenómenos serão mais ou menos graves dependendo da evolução das emissões de gases.


 


Em 1996, com base na informação divulgada pelo Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC, sigla em inglês), das Nações Unidas, o conselho de ministros do Ambiente da União Europeia pôs os dois graus na agenda política. “O conselho acredita que a temperatura média global não deve exceder os dois graus acima do nível pré-industrial”, lê-se nas conclusões daquela reunião. “As concentrações de todos os gases com efeito de estufa devem ser estabilizadas”, acrescenta-se. 


 


“Os dois graus Celsius talvez permitissem evitar os pontos de não retorno. Acima deste patamar, a irreversibilidade [de vários fenómenos] torna-se mais plausível”, explica Tiago Capela Lourenço, investigador da FCUL. Alguns exemplos de pontos de não retorno são a perturbação das monções, o derretimento dos glaciares e à morte da floresta amazónica.


 


Mas pouco ou nada aconteceu para inverter a situação. Em 2000, o mundo tinha lançado 24.720 milhões de toneladas de CO2 para o ar. Em 2013 o número passou para 35.670 milhões.


 


No quinto relatório do IPCC, de 2013 e 2014, estimou-se que, no máximo, só se podia lançar mais um bilião de toneladas de CO2, face às emissões acumuladas até 2011, antes de se ultrapassarem os dois graus em 2100. Esta quantidade é equivalente a emitir 33.333 milhões de toneladas por ano em 30 anos, menos do que o valor de 2013. Por isso, as próximas décadas serão decisivas.


 


Na conferência do clima de Paris, que decorre desde 30 de Novembro, os países vão apresentar os seus compromissos de redução das emissões de gases com efeito de estufa. A Climate Interactive, uma organização sem fins lucrativos de Washington (EUA), compilou os valores das reduções a que os países já se comprometeram. A partir dessa informação, estimou que o CO2 atingirá as 675 ppm na atmosfera em 2100 e a temperatura aumentará 3,5 graus. Sem esses compromissos, o cenário é pior – o CO2 subirá até às 910 ppm e a temperatura 4,5 graus. Ainda assim, o horizonte dos dois graus será ultrapassado se não for feito mais.


 


Risco na Antárctida



Além desta incerteza sobre o futuro, mesmo tendo em conta o limite de dois graus, há impactos que poderão não ter regresso. “Nas regiões polares, muito provavelmente já se passaram pontos de não retorno”, diz Ricardo Trigo. Uma dessas situações é na Antárctida.


 


Alguns trabalhos recentes mostram que as águas marinhas junto à Antárctida Ocidental – com cerca de um décimo do gelo de todo o continente – estão a aquecer e a “comer” a parte de baixo dos glaciares da região. Segundo alguns modelos, a água irá acabar por penetrar debaixo daquela enorme massa de gelo, derretendo-a nos próximos séculos a milénios, e fazendo subir o mar em três metros.


 


Mas há dados mais concretos para outros fenómenos. No melhor dos cenários do último relatório do IPCC, em que é provável que a temperatura não ultrapasse os dois graus em 2100, os glaciares dos continentes vão derreter entre 15 e 55%, e o nível médio do mar subirá entre 26 e 55 centímetros. Esta subida pode pôr em causa a existência de atóis dos oceanos Índico e Pacífico, como as ilhas de Tuvalu, um país no Pacífico.


 


Tiago Capela Lourenço acrescenta que esta subida é especialmente perigosa durante as tempestades, quando “há uma diminuição da pressão atmosférica que faz uma sobreelevação do nível médio do mar”, aumentando ainda mais o alcance das cheias. Um relatório de 2012 do Banco Asiático de Desenvolvimento prevê que em 2050 haverá 37,2 milhões de pessoas em risco na Índia por causa do aumento do nível médio do mar, 27 milhões no Bangladesh e 22,3 milhões na China.


 


Em Portugal, o litoral irá mudar. “A linha costeira portuguesa como a conhecemos não será igual em 2100. Talvez as arribas no Sudoeste alentejano se mantenham”, prevê Tiago Capelo Lourenço. As praias do Algarve, da Costa da Caparica ou de Aveiro estão, por isso, em perigo.


 


Outra dúvida é o efeito do aquecimento no permafrost – o solo e subsolo gelados, que existem principalmente no Norte da Rússia e do Canadá. Esta região congelada pode atingir profundidades de centenas de metros. O IPCC estima que, no melhor dos cenários, 37% da área do “permafrost” irá derreter até uma profundidade de 3,5 metros.


 


Este derretimento torna o solo instável e terá efeitos nas alterações climáticas. Quando este solo descongelar, a matéria orgânica congelada há milénios irá degradar-se, libertando CO2 e metano, e acelerando as alterações climáticas. “O ‘permafrost’ é das coisas que assustam mais os climatologistas”, confessa Ricardo Trigo. “Há uma componente natural que pode disparar e está fora do nosso controlo.”


 


Resposta ao calor



Ao mesmo tempo, os ecossistemas do planeta vão estar sob um stress acrescido com o aumento de temperatura e as alterações do padrão de chuva nos continentes, e com o aquecimento e a acidificação nos oceanos – parte do CO2 a mais na atmosfera é absorvido pelos oceanos, tornando-os mais ácidos. “Projecta-se o decréscimo da produção primária em oceano aberto”, lê-se no relatório do IPCC, diminuindo os stocks de pesca em 2100.


 


Em terra, a sobrevivência dos animais dependerá de vários factores. No caso de um aumento de temperatura, “se a espécie viver numa planície, isso exige uma migração de centenas de quilómetros”, explica Henrique Miguel Pereira, especialista em conservação da biodiversidade da Universidade de Halle-Wittenberg, na Alemanha. “Numa zona de serra, pode ser que tenha só de se deslocar um pouco para o lado”, considera o biólogo. Mas há situações sem solução. “As comunidades adaptadas aos topos de montanha não têm para onde ir.”


 


Os cientistas têm estudado a resposta fisiológica de grupos de animais, como os répteis. Um trabalho publicado em 2010 na revista Science analisou a sobrevivência de 28 espécies de lagartos mexicanos em 200 locais diferentes do México desde 1975. Segundo o trabalho, 12% das populações locais extinguiram-se até 2009. E 39% das populações dos répteis em todo o mundo deverão extinguir-se até 2080.


 


“Os répteis estão especialmente activos no início e no final do dia. Durante metade do dia ficam no abrigo”, explica Henrique Miguel Pereira. Com as alterações climáticas e com o aquecimento global, os répteis têm menos tempo para estarem activos, segundo o artigo da Science. Um estudo mais recente, na revista Ecology Letters, indica, antes, que a mortalidade pode ser explicada por haver menos sombra natural, fornecido pelas plantas.


 


No caso das árvores, o aumento da concentração de CO2 pode ser bom para a fotossíntese, mas a seca e o calor serão factores de stress. “No Alentejo, o aumento de CO2 é provavelmente compensado muito negativamente com a diminuição da água”, diz Henrique Miguel Pereira. Espécies emblemáticas como o sobreiro e a azinheira, e paisagens como o montado, estão em risco no Sul de Portugal e poderão migrar para norte. No entanto, “o processo de expansão é mais lento do que o da degradação”.


 


Pobres com menos escolhas



O homem terá também de responder às novas pressões e o mesmo fenómeno pode ter implicações diferentes consoante os países, como o desaparecimento dos glaciares. “A região dos Himalaias é muito susceptível. Há muitas regiões dependentes do abastecimento de água vindo dos glaciares”, diz Tiago Capela Lourenço. Mas nos Alpes, o problema é a “instabilidade das vertentes” que pode afectar as ferrovias.


 


Os impactos também vão depender de factores económicos. “As populações mais desfavorecidas terão sempre mais problemas. Porque para a adaptação às alterações climáticas é necessário ter recursos. Sem recursos não há escolhas. Isso é verdade entre países e dentro de países”, sustenta o investigador.


 


Um exemplo desta situação é a fome de 2010 no Sudão, causada pela seca. Menos óbvia é a ligação entre as alterações climáticas e a guerra na Síria. Um artigo de 2010 do jornal New York Times – publicado meses antes da Primavera Árabe – dava conta da situação dos agricultores sírios, após quatro anos de seca profunda, com centenas de milhares de pessoas a fugir para as cidades.


 


Um ano depois, um estudo de cientistas da Administração Nacional do Oceano e da Atmosfera (NOAA) dos EUA indicava que o aumento de calor e secas nas últimas décadas no Mediterrâneo já era explicado pelas alterações climáticas. Em 2015, outro artigo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences fez a triangulação dos factos, defendendo que a duração da seca na Síria era provocada pelas alterações climáticas no Mediterrâneo, e que ajudou a fomentar o descontentamento civil nas cidades contra o regime ditatorial de Bashar al-Assad, com repercussões que continuamos a viver hoje.


 


Nas próximas décadas, as alterações climáticas serão um factor cada vez mais importante a ter em conta. E Ricardo Trigo lembra ainda que vamos continuar a sentir os seus efeitos nos próximos séculos: “Os dois graus é um valor artificial e 2100 é completamente artificial.”


 


Fonte: Publico

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