sexta-feira, 30 de novembro de 2007

36: Biocombustíveis são tema de encontro em Olhão

Os biocombustíveis e as potencialidades que a região algarvia tem ao nível das energias renováveis vão ser o tema central do «Encontro Biocosbustíveis do Algarve- Na rota das energias regionais», que vai decorrer no próximo sábado, dia 1 de Dezembro, em Olhão.


A iniciativa vai ter lugar no Auditório Municipal de Olhão, junto à Escola Secundária de Olhão, a partir das 15 horas.

O local originalmente escolhido para acolher o evento, a Ecoteca de Olhão, teve de ser preterido pelo auditório, uma vez que o número de inscrições foi mais elevado do que era esperado.

No encontro vão estar representantes de associações e empresas que já se dedicam à produção e utilização de energias renováveis.

A associação Almargem, que promove o evento em parceria com a Ecoteca de Olhão, a Associação Interprofissional para o Desenvolvimento da Produção e Valorização da Alfarroba (AIDA) e as empresas Biocar e Reciclimpa são as entidades representadas.

Ao todo, serão feitas quatro apresentações. Manuel Caetano, da AIDA, vai falar sobre «As histórias da Alfarroba, desde as origens ao Bioetanol», enquanto que o representante da Biocar António Fernandes falará sobre o tema «Óleo Vegetal novo ou usado, o biocombustível para o automóvel».

De seguida, Fernando Jerónimo, da Reciclimpa, vai debruçar-se sobre o tema «A aventura da recolha dos Óleos Alimentares Usados». A última apresentação da tarde estará a cargo de Alfredo Franco, da Almargem, que falará sobre o tema «Biodiesalgarve, a valorização energética dum resíduo».

Às apresentações seguir-se-á um período de debate. Os interessados em participar no evento deverão enviar um e-mail para o endereço da Ecoteca de Olhão, o ecotecadeolhao@gmail.com, com os seus dados pessoais e profissionais.


 


Fonte: Barlavento Online

36: Biocombustíveis são tema de encontro em Olhão

Os biocombustíveis e as potencialidades que a região algarvia tem ao nível das energias renováveis vão ser o tema central do «Encontro Biocosbustíveis do Algarve- Na rota das energias regionais», que vai decorrer no próximo sábado, dia 1 de Dezembro, em Olhão.


A iniciativa vai ter lugar no Auditório Municipal de Olhão, junto à Escola Secundária de Olhão, a partir das 15 horas.

O local originalmente escolhido para acolher o evento, a Ecoteca de Olhão, teve de ser preterido pelo auditório, uma vez que o número de inscrições foi mais elevado do que era esperado.

No encontro vão estar representantes de associações e empresas que já se dedicam à produção e utilização de energias renováveis.

A associação Almargem, que promove o evento em parceria com a Ecoteca de Olhão, a Associação Interprofissional para o Desenvolvimento da Produção e Valorização da Alfarroba (AIDA) e as empresas Biocar e Reciclimpa são as entidades representadas.

Ao todo, serão feitas quatro apresentações. Manuel Caetano, da AIDA, vai falar sobre «As histórias da Alfarroba, desde as origens ao Bioetanol», enquanto que o representante da Biocar António Fernandes falará sobre o tema «Óleo Vegetal novo ou usado, o biocombustível para o automóvel».

De seguida, Fernando Jerónimo, da Reciclimpa, vai debruçar-se sobre o tema «A aventura da recolha dos Óleos Alimentares Usados». A última apresentação da tarde estará a cargo de Alfredo Franco, da Almargem, que falará sobre o tema «Biodiesalgarve, a valorização energética dum resíduo».

Às apresentações seguir-se-á um período de debate. Os interessados em participar no evento deverão enviar um e-mail para o endereço da Ecoteca de Olhão, o ecotecadeolhao@gmail.com, com os seus dados pessoais e profissionais.


 


Fonte: Barlavento Online

35: Algarve tem água de qualidade única no mundo

A água que corre nas torneiras da região, fornecida em alta pela empresa Águas do Algarve, é a primeira no mundo a ter uma certificação de qualidade para consumo humano.


Com a certificação ISSO 22000- Sistemas de Gestão de Segurança Alimentar, a empresa que fornece água aos 16 concelhos algarvios garante não só qualidade e segurança do produto, em qualquer etapa do processo de tratamento e adução, como a prevenção de perigos para a saúde humana.

«Com este sistema de gestão, garantimos um produto seguro e de qualidade inequívoca, contribuindo, desta forma, para a principal actividade económica do Algarve, que é o turismo», afirmou Artur Ribeiro, administrador da empresa, na apresentação desta que é a primeira água certificada.

Humberto Rosa, secretário de Estado do Ambiente, na cerimónia que assinalou a obtenção da certificação da água, relembrou que, em tempos, o Algarve teve problemas de abastecimento e qualidade de água, mas que esta situação fica agora apenas na memória.

«Houve uma mudança nos sistemas multimunicipais e uma melhoria da qualidade da água abastecida», referiu, frisando que, com esta certificação de qualidade, «foi dado mais um passo».

«Agora temos uma água de qualidade especial, igual à que a natureza nos dá. Estamos num lugar cimeiro e somos únicos no mundo», afirmou Humberto Rosa.

Bernardo Trindade, secretário de Estado do Turismo, por seu lado, considerou que este esforço da empresa Águas do Algarve demonstra «um país que se quer afirmar pela qualidade».

Para Pedro Serra, presidente da Águas de Portugal, esta iniciativa «vem sublinhar o trabalho que foi feito para melhorar o sistema de abastecimento de água na região», confessando esperar dentro de alguns anos «beber um copo de água residual tratada».

Depois da cerimónia e da visita às instalações, todos os presentes tiveram a oportunidade de provar um copo da única água de qualidade certificada em todo o mundo.


 


Fonte: Barlavento Online

35: Algarve tem água de qualidade única no mundo

A água que corre nas torneiras da região, fornecida em alta pela empresa Águas do Algarve, é a primeira no mundo a ter uma certificação de qualidade para consumo humano.


Com a certificação ISSO 22000- Sistemas de Gestão de Segurança Alimentar, a empresa que fornece água aos 16 concelhos algarvios garante não só qualidade e segurança do produto, em qualquer etapa do processo de tratamento e adução, como a prevenção de perigos para a saúde humana.

«Com este sistema de gestão, garantimos um produto seguro e de qualidade inequívoca, contribuindo, desta forma, para a principal actividade económica do Algarve, que é o turismo», afirmou Artur Ribeiro, administrador da empresa, na apresentação desta que é a primeira água certificada.

Humberto Rosa, secretário de Estado do Ambiente, na cerimónia que assinalou a obtenção da certificação da água, relembrou que, em tempos, o Algarve teve problemas de abastecimento e qualidade de água, mas que esta situação fica agora apenas na memória.

«Houve uma mudança nos sistemas multimunicipais e uma melhoria da qualidade da água abastecida», referiu, frisando que, com esta certificação de qualidade, «foi dado mais um passo».

«Agora temos uma água de qualidade especial, igual à que a natureza nos dá. Estamos num lugar cimeiro e somos únicos no mundo», afirmou Humberto Rosa.

Bernardo Trindade, secretário de Estado do Turismo, por seu lado, considerou que este esforço da empresa Águas do Algarve demonstra «um país que se quer afirmar pela qualidade».

Para Pedro Serra, presidente da Águas de Portugal, esta iniciativa «vem sublinhar o trabalho que foi feito para melhorar o sistema de abastecimento de água na região», confessando esperar dentro de alguns anos «beber um copo de água residual tratada».

Depois da cerimónia e da visita às instalações, todos os presentes tiveram a oportunidade de provar um copo da única água de qualidade certificada em todo o mundo.


 


Fonte: Barlavento Online

Dados da Estação Meteorológica em Olhão (não oficial)

Dados do mês de Novembro de 2007


 




Dia



Temperatura Máxima (ºC)



Temperatura mínima (ºC)



Precipitação (mm)



1



21.6



12.7



0



2



22.7



12.1



0



3



22.0



 13.9



0



4



22.5



13.5



0



5



22.9



13.2



0



6



23.1



12.9



0



7



22.0



10.0



0



8



22.0



12.9



0



9



23.6



11.7



0



10



22.0



11.4



0



11



22.9



12.2



0



12



21.8



11.8



0



13



24.2



10.4



0



14



21.4



10.0



0



15



19.7



7.1



0



16



19.7



10.0



0



17



19.4



11.0



0



18



19.7



11.0



0



19



22.1



10.6



7



20



19.2



14.2



42



21



21.2



10.9



1



22



19.7



10.0



3



23



18.2



9.5



0



24



16.4



9.9



0



25



18.3



10.6



0



26



19.2



8.5



0



27



17.2



6.5



0



28



18.2



5.9



0



29



17.2



7.2



0



30



17.1



6.2



0




 


 

Dados da Estação Meteorológica em Olhão (não oficial)

Dados do mês de Novembro de 2007


 




Dia



Temperatura Máxima (ºC)



Temperatura mínima (ºC)



Precipitação (mm)



1



21.6



12.7



0



2



22.7



12.1



0



3



22.0



 13.9



0



4



22.5



13.5



0



5



22.9



13.2



0



6



23.1



12.9



0



7



22.0



10.0



0



8



22.0



12.9



0



9



23.6



11.7



0



10



22.0



11.4



0



11



22.9



12.2



0



12



21.8



11.8



0



13



24.2



10.4



0



14



21.4



10.0



0



15



19.7



7.1



0



16



19.7



10.0



0



17



19.4



11.0



0



18



19.7



11.0



0



19



22.1



10.6



7



20



19.2



14.2



42



21



21.2



10.9



1



22



19.7



10.0



3



23



18.2



9.5



0



24



16.4



9.9



0



25



18.3



10.6



0



26



19.2



8.5



0



27



17.2



6.5



0



28



18.2



5.9



0



29



17.2



7.2



0



30



17.1



6.2



0




 


 

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

34: Colheita da laranja atrasa por causa do tempo quente

A colheita da laranja algarvia, principal região produtora do país, está atrasada cerca de um mês na maturação da cor e há produtores a queixarem-se de quebras de produção entre 20 a 30 por cento.

 


"Apesar dos índices de maturação do sabor e sumo tenham atingido os valores necessários. Temos a laranja atrasada na cor um mês devido às altas temperaturas registadas", explicou à Lusa Horácio Ferreira, da Organização de Produção (OP) Cacial.


Segundo aquele especialista, as mudanças climatéricas podem ser uma das razões para o atraso na colheita da laranja algarvia de Inverno, mas o facto de no ano passado se ter registado uma forte produção também pode levar a uma diminuição natural dos citrinos, justifica.


"A laranja algarvia ainda não está capaz estou convencido que só de meados de Dezembro em diante é que vai estar boa", lança, por seu turno, Fernando Cristina da OP Cooprobol, referindo que o único fruto que "está com o sabor algarvio é a clementina".


Além do atraso na cor da laranja que tem de receber um tratamento chamado de desverdização, Fernando Cristina menciona que a produção da laranja reduziu cerca de 30 por cento do ano passado para o vigente, nomeadamente na variedade New Hall.


"Há uma quebra grande de produção", conta o produtor, assinalando ainda que o tempo mais seco estragou o desenvolvimento dos citrinos, levando a que existam menos vendas no mercado.


Também uma das responsáveis pela colheita de laranjas na OP Tavifruta adiantou que há pomares no final de Novembro cuja fruta "ainda não tem os índices de maturação mínimo para colher".


"A colheita está um mês atrasada. O que estamos a colher no final de Novembro era feito no final de Outubro", conta a responsável, que preferiu anonimato, referindo que a venda também não está a correr de forma satisfatória, nomeadamente por causa da concorrência da fruta espanhola, com variedades novas.


O responsável pela Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Algarve (DRAPALG), Castelão Rodrigues, referiu que ainda é cedo para quantificar a quebra de produção da laranja algarvia, mas confirmou que os técnicos da DRAPAL estão a avaliar a situação do atraso da colheita e que uma das causas plausíveis pode relacionar-se com a época da floração (entre Março e Abril).


 


Fonte: Observatório do Algarve


34: Colheita da laranja atrasa por causa do tempo quente

A colheita da laranja algarvia, principal região produtora do país, está atrasada cerca de um mês na maturação da cor e há produtores a queixarem-se de quebras de produção entre 20 a 30 por cento.

 


"Apesar dos índices de maturação do sabor e sumo tenham atingido os valores necessários. Temos a laranja atrasada na cor um mês devido às altas temperaturas registadas", explicou à Lusa Horácio Ferreira, da Organização de Produção (OP) Cacial.


Segundo aquele especialista, as mudanças climatéricas podem ser uma das razões para o atraso na colheita da laranja algarvia de Inverno, mas o facto de no ano passado se ter registado uma forte produção também pode levar a uma diminuição natural dos citrinos, justifica.


"A laranja algarvia ainda não está capaz estou convencido que só de meados de Dezembro em diante é que vai estar boa", lança, por seu turno, Fernando Cristina da OP Cooprobol, referindo que o único fruto que "está com o sabor algarvio é a clementina".


Além do atraso na cor da laranja que tem de receber um tratamento chamado de desverdização, Fernando Cristina menciona que a produção da laranja reduziu cerca de 30 por cento do ano passado para o vigente, nomeadamente na variedade New Hall.


"Há uma quebra grande de produção", conta o produtor, assinalando ainda que o tempo mais seco estragou o desenvolvimento dos citrinos, levando a que existam menos vendas no mercado.


Também uma das responsáveis pela colheita de laranjas na OP Tavifruta adiantou que há pomares no final de Novembro cuja fruta "ainda não tem os índices de maturação mínimo para colher".


"A colheita está um mês atrasada. O que estamos a colher no final de Novembro era feito no final de Outubro", conta a responsável, que preferiu anonimato, referindo que a venda também não está a correr de forma satisfatória, nomeadamente por causa da concorrência da fruta espanhola, com variedades novas.


O responsável pela Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Algarve (DRAPALG), Castelão Rodrigues, referiu que ainda é cedo para quantificar a quebra de produção da laranja algarvia, mas confirmou que os técnicos da DRAPAL estão a avaliar a situação do atraso da colheita e que uma das causas plausíveis pode relacionar-se com a época da floração (entre Março e Abril).


 


Fonte: Observatório do Algarve


quarta-feira, 28 de novembro de 2007

33: Demolições na Ria Formosa avançam em 2008

Parque Expo deverá concluir plano de intervenção na Ria Formosa até ao final do ano, num processo que se assemelha aos programas Polis. Há 30 milhões de euros de fundos comunitários reservados para o projecto. A demolição de casas ilegais nas ilhas-barreira da Ria Formosa deverá avançar no próximo ano, com a implementação do plano estratégico de intervenção que a sociedade Parque Expo está a concluir. O ministro do Ambiente Nunes Correia, que, na sexta-feira, apresentou em Alvor os fundos estruturais previstos para o Algarve, não quis comprometer-se com prazos, nem com o valor do investimento necessário à concretização do plano, mas foi garantindo que a implementação do plano de requalificação é para ter início em 2008 e que as demolições fazem parte dele. «Como é sabido, há muitas situações de legalidade não resolvidas e é preciso olhar para essas situações nesses planos», referiu. Nunes Correia quer «verdadeira qualidade e situações de total legalidade» na Ria Formosa, pois, disse, «vivemos mal com a ilegalidade». O plano de requalificação da Ria Formosa é um dos três projectos nacionais a que Nunes Correia chamou «Polis do Litoral». Depois de ter sido criado um grupo de trabalho que englobou a sociedade Parque Expo e as Câmaras Municipais de Loulé, Faro, Olhão, Tavira e Vila Real de Santo António, o plano deverá entrar em fase de discussão ainda este ano, de forma a que possa arrancar em 2008. Nunes Correia destacou a Ria Formosa pela sua dupla valia de se tratar de um Parque Natural e de estar inserida na «principal região turística do país», mas foi chamando à atenção para a existência de «muitas situações que podem ser qualificadas, quer de um ponto de vista ambiental, quer de um ponto de vista de frentes de rio, de comunicações na ria, de caminhos e maneiras de visitar as várias zonas da ria, sem prejudicar os habitats». Embora não se conheça ainda o valor do investimento que o plano poderá implicar, sabe-se, porém, que o Plano Operacional Temático de Valorização do Território reserva cerca de 30 milhões de euros do Fundo de Coesão para a sua aplicação. «Sendo um projecto integrado, tem componentes muito diversas, algumas até muito exteriores ao meu próprio ministério, além de que as origens financeiras podem vir de várias linhas orçamentais e de vários programas operacionais», referiu, classificando o esquema de financiamento como «um puzzle com alguma complexidade». Em relação ao papel da sociedade Parque Expo, o ministro destacou o desafio lançado para que saia da esfera urbana. «Chamamos a isto os Polis do Litoral, mas, a meu ver, são muito mais quer os Polis tradicionais, pois temos uma área muito extensa, onde há zonas urbanas que merecem ser qualificadas, frentes de ria ou de mar, mas depois temos também outras zonas, por exemplo dunas, onde é preciso fazer caminhos para a visitação, percursos interpretativos... O que se pede é um projecto que integre essas componentes todas», rematou Nunes Correia.


 


Fonte: Barlavento Online

33: Demolições na Ria Formosa avançam em 2008

Parque Expo deverá concluir plano de intervenção na Ria Formosa até ao final do ano, num processo que se assemelha aos programas Polis. Há 30 milhões de euros de fundos comunitários reservados para o projecto. A demolição de casas ilegais nas ilhas-barreira da Ria Formosa deverá avançar no próximo ano, com a implementação do plano estratégico de intervenção que a sociedade Parque Expo está a concluir. O ministro do Ambiente Nunes Correia, que, na sexta-feira, apresentou em Alvor os fundos estruturais previstos para o Algarve, não quis comprometer-se com prazos, nem com o valor do investimento necessário à concretização do plano, mas foi garantindo que a implementação do plano de requalificação é para ter início em 2008 e que as demolições fazem parte dele. «Como é sabido, há muitas situações de legalidade não resolvidas e é preciso olhar para essas situações nesses planos», referiu. Nunes Correia quer «verdadeira qualidade e situações de total legalidade» na Ria Formosa, pois, disse, «vivemos mal com a ilegalidade». O plano de requalificação da Ria Formosa é um dos três projectos nacionais a que Nunes Correia chamou «Polis do Litoral». Depois de ter sido criado um grupo de trabalho que englobou a sociedade Parque Expo e as Câmaras Municipais de Loulé, Faro, Olhão, Tavira e Vila Real de Santo António, o plano deverá entrar em fase de discussão ainda este ano, de forma a que possa arrancar em 2008. Nunes Correia destacou a Ria Formosa pela sua dupla valia de se tratar de um Parque Natural e de estar inserida na «principal região turística do país», mas foi chamando à atenção para a existência de «muitas situações que podem ser qualificadas, quer de um ponto de vista ambiental, quer de um ponto de vista de frentes de rio, de comunicações na ria, de caminhos e maneiras de visitar as várias zonas da ria, sem prejudicar os habitats». Embora não se conheça ainda o valor do investimento que o plano poderá implicar, sabe-se, porém, que o Plano Operacional Temático de Valorização do Território reserva cerca de 30 milhões de euros do Fundo de Coesão para a sua aplicação. «Sendo um projecto integrado, tem componentes muito diversas, algumas até muito exteriores ao meu próprio ministério, além de que as origens financeiras podem vir de várias linhas orçamentais e de vários programas operacionais», referiu, classificando o esquema de financiamento como «um puzzle com alguma complexidade». Em relação ao papel da sociedade Parque Expo, o ministro destacou o desafio lançado para que saia da esfera urbana. «Chamamos a isto os Polis do Litoral, mas, a meu ver, são muito mais quer os Polis tradicionais, pois temos uma área muito extensa, onde há zonas urbanas que merecem ser qualificadas, frentes de ria ou de mar, mas depois temos também outras zonas, por exemplo dunas, onde é preciso fazer caminhos para a visitação, percursos interpretativos... O que se pede é um projecto que integre essas componentes todas», rematou Nunes Correia.


 


Fonte: Barlavento Online

terça-feira, 27 de novembro de 2007

32: Almargem não concorda com planos da Câmara de Olhão para Marim

A associação ambientalista e de defesa do património algarvia Almargem repudiou a proposta de Plano de Pormenor (PP) Turístico-Cultural de Marim, posta em discussão pública pela Câmara de Olhão.


Segundo os ambientalistas, este plano apenas vem repetir os erros do passado e vai contra aquilo que é determinado na proposta de Plano de Ordenamento do Parque Natural da Ria Formosa.

O PP de Marim «não se mostra compatível com os objectivos subjacentes às classes de Regime de Protecção afectadas – no caso concreto, as previstas para a Área Terrestre - Protecção Parcial I e Protecção Complementar II», considera a Almargem, num parecer a que o barlavento.online teve acesso.

«De igual forma, a referida proposta contraria claramente os objectivos previstos no Plano de Ordenamento, quer do que ainda está em vigor, quer do que aguarda a sua aprovação», acrescenta a Almargem.

Para a associação, a proposta apresentada é «perfeitamente massificadora e desenquadrada do contexto natural e paisagístico em que se insere, e como tal lesiva dos valores naturais e paisagísticos excepcionais ali existentes».

Também vai contra o «Plano Director Municipal (PDM) em vigor», alertaram.

Outro aspecto do plano que repudiam é o facto de se mencionar «generosamente» os valores naturais e ambientais da zona, ao mesmo tempo que se preconiza «uma imagem vulgar e padronizada do tipo de turismo que se tem vindo a adoptar um pouco por todo o país».

Mesmo assim, a Almargem considera que apesar da vocação eminentemente agrícola da zona, «que deveria ser promovida, esta área poderia sem dúvida receber uma componente turística, a qual deveria no entanto incidir sobre projectos de baixa capacidade de carga que fossem capazes de aliar o desenvolvimento económico com a melhoria da qualidade de vida das populações locais e a protecção e valorização dos valores naturais e paisagísticos».

Tendo isso em conta, defende que deveria ser «objecto de reformulação e, posteriormente, de um processo de Avaliação de Impacte Ambiental ou, no mínimo, de uma Análise de Incidências Ambientais».

Na posição que a Almargem apresentou durante a discussão pública da proposta de plano, pode ler-se que, apesar das características eminentemente rurais da zona em que incide o plano, esta proposta aposta «na expansão da malha urbana para Nascente».

«O Plano de Pormenor de Ocupação Turístico-Cultural de Marim – Olhão - UOP2 constitui um exemplo da desajustada política de ordenamento que orientou os chamados PDM da primeira geração», consideram os ambientalistas.

«Assim, a Almargem exorta os órgãos autárquicos do concelho de Olhão a considerarem de interesse superior promover o desenvolvimento de formas alternativas de usufruto do seu litoral e dos seus espaços naturais, que os tem por excelência, sob a forma de projectos verdadeiramente integradores e genuínos no âmbito do Turismo de Natureza e de Habitação/Rural, reforçando a sua harmonização com várias actividades no âmbito da conservação da natureza, educação ambiental, lazer, desporto, entre outras», conclui a associação.


 


Fonte: Barlavento Online

32: Almargem não concorda com planos da Câmara de Olhão para Marim

A associação ambientalista e de defesa do património algarvia Almargem repudiou a proposta de Plano de Pormenor (PP) Turístico-Cultural de Marim, posta em discussão pública pela Câmara de Olhão.


Segundo os ambientalistas, este plano apenas vem repetir os erros do passado e vai contra aquilo que é determinado na proposta de Plano de Ordenamento do Parque Natural da Ria Formosa.

O PP de Marim «não se mostra compatível com os objectivos subjacentes às classes de Regime de Protecção afectadas – no caso concreto, as previstas para a Área Terrestre - Protecção Parcial I e Protecção Complementar II», considera a Almargem, num parecer a que o barlavento.online teve acesso.

«De igual forma, a referida proposta contraria claramente os objectivos previstos no Plano de Ordenamento, quer do que ainda está em vigor, quer do que aguarda a sua aprovação», acrescenta a Almargem.

Para a associação, a proposta apresentada é «perfeitamente massificadora e desenquadrada do contexto natural e paisagístico em que se insere, e como tal lesiva dos valores naturais e paisagísticos excepcionais ali existentes».

Também vai contra o «Plano Director Municipal (PDM) em vigor», alertaram.

Outro aspecto do plano que repudiam é o facto de se mencionar «generosamente» os valores naturais e ambientais da zona, ao mesmo tempo que se preconiza «uma imagem vulgar e padronizada do tipo de turismo que se tem vindo a adoptar um pouco por todo o país».

Mesmo assim, a Almargem considera que apesar da vocação eminentemente agrícola da zona, «que deveria ser promovida, esta área poderia sem dúvida receber uma componente turística, a qual deveria no entanto incidir sobre projectos de baixa capacidade de carga que fossem capazes de aliar o desenvolvimento económico com a melhoria da qualidade de vida das populações locais e a protecção e valorização dos valores naturais e paisagísticos».

Tendo isso em conta, defende que deveria ser «objecto de reformulação e, posteriormente, de um processo de Avaliação de Impacte Ambiental ou, no mínimo, de uma Análise de Incidências Ambientais».

Na posição que a Almargem apresentou durante a discussão pública da proposta de plano, pode ler-se que, apesar das características eminentemente rurais da zona em que incide o plano, esta proposta aposta «na expansão da malha urbana para Nascente».

«O Plano de Pormenor de Ocupação Turístico-Cultural de Marim – Olhão - UOP2 constitui um exemplo da desajustada política de ordenamento que orientou os chamados PDM da primeira geração», consideram os ambientalistas.

«Assim, a Almargem exorta os órgãos autárquicos do concelho de Olhão a considerarem de interesse superior promover o desenvolvimento de formas alternativas de usufruto do seu litoral e dos seus espaços naturais, que os tem por excelência, sob a forma de projectos verdadeiramente integradores e genuínos no âmbito do Turismo de Natureza e de Habitação/Rural, reforçando a sua harmonização com várias actividades no âmbito da conservação da natureza, educação ambiental, lazer, desporto, entre outras», conclui a associação.


 


Fonte: Barlavento Online

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

31: Previsão de 26 de Novembro a 2 de Dezembro de 2007

Esta semana vai dominar a estabilidade atmosférica, o céu vai apresentar-se pouco nublado ou limpo, o vento vai soprar de nordeste o que faz aumentar a sensação de frio na rua e as temperatura vai sofrer uma pequena descida nos próximos dias.


 


Máxima: 16ºC-19ºC


mínima: 6ºC- 10ºC

31: Previsão de 26 de Novembro a 2 de Dezembro de 2007

Esta semana vai dominar a estabilidade atmosférica, o céu vai apresentar-se pouco nublado ou limpo, o vento vai soprar de nordeste o que faz aumentar a sensação de frio na rua e as temperatura vai sofrer uma pequena descida nos próximos dias.


 


Máxima: 16ºC-19ºC


mínima: 6ºC- 10ºC

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

30: Mexilhões artificiais medem poluição no mar algarvio


Universidades do Algarve e Hong Kong unidas em projecto ambiental
Mexilhões artificiais medem poluição no mar algarvio
 

Mais de duas centenas de «mexilhões artificiais» vão testar níveis de poluição marinha na costa algarvia. É um projecto conjunto da Universidade do Algarve com a Universidade de Hong Kong.

No próximo dia 27 de Novembro vão ser lançados ao largo da costa algarvia a barlavento, 250 unidades de uma tecnologia chinesa que permite reter os níveis de metais tóxicos existentes.

Os «mexilhões artificiais» são tubos de acrílico com 2,5 cm de diâmetro e 6 de comprimento. Contêm 200 mg de uma resina gelatinosa no interior que retém a poluição. Serão retirados do mar três meses mais tarde para serem analisados em Hong Kong.

Fonte da UALG salienta que “o protótipo já foi testado” e que “os resultados, publicados na revista científica Environmental Pollution confirmam o potencial da tecnologia”.

O protótipo imita o comportamento dos mexilhões reais, que têm sido usados para monitorizar os níveis de poluição em ambientes aquáticos, dada à sua capacidade de reter metais tóxicos.

Os «mexilhões artificiais», alojados em gaiolas, são lançados dia 27 no estuário do rio Arade às 10:00 horas, por uma equipa liderada por Maria João Bebianno, docente e presidente do Conselho Directivo da Faculdade de Ciências Marinhas e Ambientais da UALG.



 


Fonte: Região Sul

30: Mexilhões artificiais medem poluição no mar algarvio


Universidades do Algarve e Hong Kong unidas em projecto ambiental
Mexilhões artificiais medem poluição no mar algarvio
 

Mais de duas centenas de «mexilhões artificiais» vão testar níveis de poluição marinha na costa algarvia. É um projecto conjunto da Universidade do Algarve com a Universidade de Hong Kong.

No próximo dia 27 de Novembro vão ser lançados ao largo da costa algarvia a barlavento, 250 unidades de uma tecnologia chinesa que permite reter os níveis de metais tóxicos existentes.

Os «mexilhões artificiais» são tubos de acrílico com 2,5 cm de diâmetro e 6 de comprimento. Contêm 200 mg de uma resina gelatinosa no interior que retém a poluição. Serão retirados do mar três meses mais tarde para serem analisados em Hong Kong.

Fonte da UALG salienta que “o protótipo já foi testado” e que “os resultados, publicados na revista científica Environmental Pollution confirmam o potencial da tecnologia”.

O protótipo imita o comportamento dos mexilhões reais, que têm sido usados para monitorizar os níveis de poluição em ambientes aquáticos, dada à sua capacidade de reter metais tóxicos.

Os «mexilhões artificiais», alojados em gaiolas, são lançados dia 27 no estuário do rio Arade às 10:00 horas, por uma equipa liderada por Maria João Bebianno, docente e presidente do Conselho Directivo da Faculdade de Ciências Marinhas e Ambientais da UALG.



 


Fonte: Região Sul

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

29: FARO: Motivos para as alterações climáticas

Descobrir o papel do plâncton nas alterações climáticas é a proposta para a tertúlia agendada no Café Oceano, no Atrium Faro (2º piso), hoje, às 18h30.


 


A discussão vai ser moderada por Carlos Norton, doutorado da Faculdade de Ciências do Mar e do Ambiente (FCMA) da Universidade do Algarve (UALG).


O Café Oceano é um café científico que pretende juntar pessoas de várias sensibilidades, especialistas ou leigos, para conviver e conversar acerca de um assunto que a todos interesse, sempre relacionado com o mar, promovendo mensalmente espaços de discussão.


O tema de Novembro é “Qual é o papel do plâncton nas alterações climáticas”.


Sob a moderação de Carlos Norton, a discussão vai tentar responder a várias questões, como, por exemplo: Como é que o plâncton reage às alterações climáticas? Como é que, no Algarve, a produtividade primária tem tendência a responder? Será que se passa a mesma coisa em todas as regiões do globo?


A sessão de Dezembro já está agendada para dia 13, às 18h30, em espaço ainda a definir. O tema em cima da mesa vai ser “Os tubarões das nossas costas”.


O Cafe Oceano nasceu de uma ideia original dos alunos de Oceanografia da FCMA e de Cristina Veiga Pires, também docente naquela faculdade, com o objectivo de debater assuntos relacionados com o oceano. Decorre normalmente uma vez por mês, ao fim do dia, num café da cidade de Faro.


A primeira edição teve lugar no dia 19 de Maio de 2005, no Bar do Álvaro, em Gambelas.


 


Fonte: Observatorio do Algarve


29: FARO: Motivos para as alterações climáticas

Descobrir o papel do plâncton nas alterações climáticas é a proposta para a tertúlia agendada no Café Oceano, no Atrium Faro (2º piso), hoje, às 18h30.


 


A discussão vai ser moderada por Carlos Norton, doutorado da Faculdade de Ciências do Mar e do Ambiente (FCMA) da Universidade do Algarve (UALG).


O Café Oceano é um café científico que pretende juntar pessoas de várias sensibilidades, especialistas ou leigos, para conviver e conversar acerca de um assunto que a todos interesse, sempre relacionado com o mar, promovendo mensalmente espaços de discussão.


O tema de Novembro é “Qual é o papel do plâncton nas alterações climáticas”.


Sob a moderação de Carlos Norton, a discussão vai tentar responder a várias questões, como, por exemplo: Como é que o plâncton reage às alterações climáticas? Como é que, no Algarve, a produtividade primária tem tendência a responder? Será que se passa a mesma coisa em todas as regiões do globo?


A sessão de Dezembro já está agendada para dia 13, às 18h30, em espaço ainda a definir. O tema em cima da mesa vai ser “Os tubarões das nossas costas”.


O Cafe Oceano nasceu de uma ideia original dos alunos de Oceanografia da FCMA e de Cristina Veiga Pires, também docente naquela faculdade, com o objectivo de debater assuntos relacionados com o oceano. Decorre normalmente uma vez por mês, ao fim do dia, num café da cidade de Faro.


A primeira edição teve lugar no dia 19 de Maio de 2005, no Bar do Álvaro, em Gambelas.


 


Fonte: Observatorio do Algarve


terça-feira, 20 de novembro de 2007

27: Mau Tempo no Algarve

Fustigado por temporal



O mau tempo chegou ontem ao início da noite ao Barlavento algarvio com chuvas intensas e vento forte a fustigarem a zona de Sagres e a derrubarem árvores em Monchique e Aljezur.



Fonte: Correio da Manhã



 




Mau tempo provoca três acidentes na A22

Três acidentes de viação na Via Infante (A22), quedas de árvores e de enfeites de Natal em várias localidades do Algarve é o resultado do mau tempo registado hoje na região.


 



Nas últimas horas foram registadas 14 ocorrências pelo Comando Distrital de Operação de Socorros (CDOS) em Faro "sem gravidade", apenas com quedas de árvores e de enfeites de Natal em Aljezur, Loulé, Monchique, Tavira, Lagos e Vila Real de Santo António, informou fonte do CDOS.


Ao longo da manhã, a Brigada de Trânsito registou, por seu turno, três acidentes na Via Infante de Sagres (A22), dois na zona de Lagos e um despiste junto ao nó de Olhão.


Qualquer dos acidentes apenas provocou danos matérias, confirmou fonte da Brigada de Trânsito de Albufeira.


A Polícia Marítima (PM), por seu lado, indicou que nenhuma das barras foi fechada até ao momento, o que significa que apesar da "ondulação acima do normal", a navegação está a ser feita por todas as embarcações.


O Algarve está em situação de alerta laranja com precipitação, vento e forte agitação marítima, uma situação que se deverá prolongar durante toda a tarde de hoje, mas com ligeiras melhorias para quarta-feira, de acordo com o Instituto da Meteorologia.



 


Fonte: Observatório do Algarve

27: Mau Tempo no Algarve

Fustigado por temporal



O mau tempo chegou ontem ao início da noite ao Barlavento algarvio com chuvas intensas e vento forte a fustigarem a zona de Sagres e a derrubarem árvores em Monchique e Aljezur.



Fonte: Correio da Manhã



 




Mau tempo provoca três acidentes na A22

Três acidentes de viação na Via Infante (A22), quedas de árvores e de enfeites de Natal em várias localidades do Algarve é o resultado do mau tempo registado hoje na região.


 



Nas últimas horas foram registadas 14 ocorrências pelo Comando Distrital de Operação de Socorros (CDOS) em Faro "sem gravidade", apenas com quedas de árvores e de enfeites de Natal em Aljezur, Loulé, Monchique, Tavira, Lagos e Vila Real de Santo António, informou fonte do CDOS.


Ao longo da manhã, a Brigada de Trânsito registou, por seu turno, três acidentes na Via Infante de Sagres (A22), dois na zona de Lagos e um despiste junto ao nó de Olhão.


Qualquer dos acidentes apenas provocou danos matérias, confirmou fonte da Brigada de Trânsito de Albufeira.


A Polícia Marítima (PM), por seu lado, indicou que nenhuma das barras foi fechada até ao momento, o que significa que apesar da "ondulação acima do normal", a navegação está a ser feita por todas as embarcações.


O Algarve está em situação de alerta laranja com precipitação, vento e forte agitação marítima, uma situação que se deverá prolongar durante toda a tarde de hoje, mas com ligeiras melhorias para quarta-feira, de acordo com o Instituto da Meteorologia.



 


Fonte: Observatório do Algarve

28: O que é que a àgua do Algarve tem?

Tem a única água do mundo certificada como produto alimentar, tem um modelo de funcionamento que é exemplo para o Grupo Águas de Portugal e tem a capacidade de fazer dos problemas uma lição para ser cada vez melhor.


Poucos algarvios sabem que, ao abrir a torneira, estão a consumir a primeira água de consumo público do mundo a ser certificada como um produto alimentar.

Menos ainda saberão que a empresa que a produz é um modelo de funcionamento para o Grupo Águas de Portugal. Mas muitos saberão que a Águas do Algarve foi distinguida, no final de Outubro, como a melhor empresa nacional em qualidade da água para consumo humano.
A distinção, feita no âmbito dos prémios anuais Qualidade de Serviços em Água e Resíduos, foi decidida por unanimidade pelo Instituto Regulador de Águas e Resíduos (IRAR), pela Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Água (APDDA), pela Associação Portuguesa de Engenharia Sanitária e Ambiental (APESA), pela Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos (APRH), pelo Laboratório Nacional e Engenharia Civil (LNE) e pelo Jornal «Água & Ambiente».
Tanta unanimidade na primeira edição destes prémios é apenas um reflexo da fama da empresa por todo o país.
«Ao longo dos últimos três anos em que o IRAR tem divulgado os índices de qualidade de serviço e de produto nesta área, temos sido destacados inúmeras vezes em primeiro lugar», justifica Artur Ribeiro, administrador da Águas do Algarve.
As suas metodologias, os seus planos de segurança e a sua cultura de excelência levam a que inúmeras empresas do Grupo Águas de Portugal repliquem o que de melhor se faz no Algarve.
Seja em cadernos de encargos para concursos públicos de outsourcing, seja no projecto de reutilização de águas residuais tratadas e de produção de energia, seja até no método de acompanhamento de todo o processo de tratamento.
«Procuramos, por um lado, antever problemas e responsabilizar cada interveniente em cada etapa da produção e, por outro, garantir que uma região turística como o Algarve possa orgulhar-se da extraordinária qualidade da água que consome», explica Artur Ribeiro.
Depois de ter sido, no ano passado, a primeira empresa do país a implementar um plano de segurança da linha de produção, foi, em Julho deste ano, a segunda empresa do género na Europa a implementar o sistema de HACCP (Sistema de Análise de Perigos e Controlo de Pontos Críticos exigido normalmente a empresas do ramo alimentar).
Daí a ser a primeira empresa do mundo a certificar a água de consumo público como um produto alimentar de qualidade foi um passo.
Artur Ribeiro entende que, no Algarve, faz todo o sentido avançar-se com este tipo de certificação. «A água era muito má há anos e, com o turismo de qualidade que se pretende, é fundamental que se contrarie desconfianças como as que se tem quando se viaja para um país em vias de desenvolvimento», refere.
Mas, por incrível que pareça, a génese da cultura de excelência da Águas do Algarve esteve associada às maiores crises que a empresa já atravessou.
Em 2003, quando a rotura da uma conduta deixou o concelho de Portimão sem água em pleno Verão, chegou-se à conclusão de que o plano de contingência da empresa teria que ser o mais exigente possível, antevendo todo e qualquer cenário.
Dois anos depois, veio a seca extrema e o desafio de manter os elevados índices de qualidade da água, mesmo quando a qualidade da matéria-prima decrescia diariamente.
Artur Ribeiro observa que o facto dos seus serviços terem sido «pró-activos» permitiu que, «ao longo de dois anos de seca, as análises à água que chegava à torneira das pessoas mantiveram-se entre as melhores do país».
No final do mesmo ano, um problema na Estação de Tratamento das Fontaínhas (Mexilhoeira Grande) obrigou a interromper a linha de tratamento para impedir que água de menor qualidade entrasse na rede pública.
«Tivemos que deitar muitos metros cúbicos de água fora, porque algo correu mal no processo. Reuni os responsáveis da manutenção e da operação, uns jogavam as culpas para os outros e foi quando chegámos à conclusão que era necessário avançar para a implementação de um plano de segurança, que nos permitisse controlar todos os passos da produção e tratamento», recorda Artur Ribeiro.
Hoje, não só por objectivos de qualidade, mas também para dar resposta aos obstáculos que se colocaram no caminho, a AdA conta com certificação do sistema de gestão ambiental, do sistema de gestão da qualidade, do sistema de gestão de saúde e segurança no trabalho, do sistema de gestão da segurança alimentar e do produto água para consumo humano.
«Servimo-nos dos problemas para dar um salto qualitativo», reconhece o responsável. «Tudo surgiu de forma natural, da parte de quem aprendeu com os erros e tentou tirar partido deles».

Alguns números:

99,85 %
Parâmetros da qualidade da água correspondidos no Algarve

500 milhões euros
Investimento da AdA previsto entre 2004 e 2011

600 milhões de euros
Valor do património da Águas do Algarve

36 milhões de euros
Facturação bruta da AdA em 2006 (abastecimento e saneamento)


 


Fonte: Barlavento Online

28: O que é que a àgua do Algarve tem?

Tem a única água do mundo certificada como produto alimentar, tem um modelo de funcionamento que é exemplo para o Grupo Águas de Portugal e tem a capacidade de fazer dos problemas uma lição para ser cada vez melhor.


Poucos algarvios sabem que, ao abrir a torneira, estão a consumir a primeira água de consumo público do mundo a ser certificada como um produto alimentar.

Menos ainda saberão que a empresa que a produz é um modelo de funcionamento para o Grupo Águas de Portugal. Mas muitos saberão que a Águas do Algarve foi distinguida, no final de Outubro, como a melhor empresa nacional em qualidade da água para consumo humano.
A distinção, feita no âmbito dos prémios anuais Qualidade de Serviços em Água e Resíduos, foi decidida por unanimidade pelo Instituto Regulador de Águas e Resíduos (IRAR), pela Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Água (APDDA), pela Associação Portuguesa de Engenharia Sanitária e Ambiental (APESA), pela Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos (APRH), pelo Laboratório Nacional e Engenharia Civil (LNE) e pelo Jornal «Água & Ambiente».
Tanta unanimidade na primeira edição destes prémios é apenas um reflexo da fama da empresa por todo o país.
«Ao longo dos últimos três anos em que o IRAR tem divulgado os índices de qualidade de serviço e de produto nesta área, temos sido destacados inúmeras vezes em primeiro lugar», justifica Artur Ribeiro, administrador da Águas do Algarve.
As suas metodologias, os seus planos de segurança e a sua cultura de excelência levam a que inúmeras empresas do Grupo Águas de Portugal repliquem o que de melhor se faz no Algarve.
Seja em cadernos de encargos para concursos públicos de outsourcing, seja no projecto de reutilização de águas residuais tratadas e de produção de energia, seja até no método de acompanhamento de todo o processo de tratamento.
«Procuramos, por um lado, antever problemas e responsabilizar cada interveniente em cada etapa da produção e, por outro, garantir que uma região turística como o Algarve possa orgulhar-se da extraordinária qualidade da água que consome», explica Artur Ribeiro.
Depois de ter sido, no ano passado, a primeira empresa do país a implementar um plano de segurança da linha de produção, foi, em Julho deste ano, a segunda empresa do género na Europa a implementar o sistema de HACCP (Sistema de Análise de Perigos e Controlo de Pontos Críticos exigido normalmente a empresas do ramo alimentar).
Daí a ser a primeira empresa do mundo a certificar a água de consumo público como um produto alimentar de qualidade foi um passo.
Artur Ribeiro entende que, no Algarve, faz todo o sentido avançar-se com este tipo de certificação. «A água era muito má há anos e, com o turismo de qualidade que se pretende, é fundamental que se contrarie desconfianças como as que se tem quando se viaja para um país em vias de desenvolvimento», refere.
Mas, por incrível que pareça, a génese da cultura de excelência da Águas do Algarve esteve associada às maiores crises que a empresa já atravessou.
Em 2003, quando a rotura da uma conduta deixou o concelho de Portimão sem água em pleno Verão, chegou-se à conclusão de que o plano de contingência da empresa teria que ser o mais exigente possível, antevendo todo e qualquer cenário.
Dois anos depois, veio a seca extrema e o desafio de manter os elevados índices de qualidade da água, mesmo quando a qualidade da matéria-prima decrescia diariamente.
Artur Ribeiro observa que o facto dos seus serviços terem sido «pró-activos» permitiu que, «ao longo de dois anos de seca, as análises à água que chegava à torneira das pessoas mantiveram-se entre as melhores do país».
No final do mesmo ano, um problema na Estação de Tratamento das Fontaínhas (Mexilhoeira Grande) obrigou a interromper a linha de tratamento para impedir que água de menor qualidade entrasse na rede pública.
«Tivemos que deitar muitos metros cúbicos de água fora, porque algo correu mal no processo. Reuni os responsáveis da manutenção e da operação, uns jogavam as culpas para os outros e foi quando chegámos à conclusão que era necessário avançar para a implementação de um plano de segurança, que nos permitisse controlar todos os passos da produção e tratamento», recorda Artur Ribeiro.
Hoje, não só por objectivos de qualidade, mas também para dar resposta aos obstáculos que se colocaram no caminho, a AdA conta com certificação do sistema de gestão ambiental, do sistema de gestão da qualidade, do sistema de gestão de saúde e segurança no trabalho, do sistema de gestão da segurança alimentar e do produto água para consumo humano.
«Servimo-nos dos problemas para dar um salto qualitativo», reconhece o responsável. «Tudo surgiu de forma natural, da parte de quem aprendeu com os erros e tentou tirar partido deles».

Alguns números:

99,85 %
Parâmetros da qualidade da água correspondidos no Algarve

500 milhões euros
Investimento da AdA previsto entre 2004 e 2011

600 milhões de euros
Valor do património da Águas do Algarve

36 milhões de euros
Facturação bruta da AdA em 2006 (abastecimento e saneamento)


 


Fonte: Barlavento Online

26: Alerta Laranja e Amarelo no Algarve


Última actualização da informação: terça-feira, 20 Novembro 2007 às 05:44 UTC.


(Informação será actualizada nas próximas 24 horas.)




Informação do Aviso


Precipitação-LARANJA
clock.gif

Início



terça-feira, 20 Novembro 2007 às 06:00 (UTC).



Fim



terça-feira, 20 Novembro 2007 às 17:59 (UTC).


Precipitação Muito Forte  

chuva forte e com trovoadas.




Informação do Aviso


Vento-AMARELO
clock.gif

Início



terça-feira, 20 Novembro 2007 às 06:00 (UTC).



Fim



terça-feira, 20 Novembro 2007 às 14:59 (UTC).


Vento Forte relativamente à Velocidade Média e Rajada Máxima

Direcção de sudoeste forte 50 km/h com rajadas até 80km/h nas terras altas.




Informação do Aviso


Agitação Marítima-AMARELO
clock.gif

Início



terça-feira, 20 Novembro 2007 às 06:00 (UTC).



Fim



quarta-feira, 21 Novembro 2007 às 05:59 (UTC).


Agitação Marítima relativamente à Altura Significativa

Na costa Sul ondas de sudoeste com 3 a 4 m.





Fonte: IM

26: Alerta Laranja e Amarelo no Algarve


Última actualização da informação: terça-feira, 20 Novembro 2007 às 05:44 UTC.


(Informação será actualizada nas próximas 24 horas.)




Informação do Aviso


Precipitação-LARANJA
clock.gif

Início



terça-feira, 20 Novembro 2007 às 06:00 (UTC).



Fim



terça-feira, 20 Novembro 2007 às 17:59 (UTC).


Precipitação Muito Forte  

chuva forte e com trovoadas.




Informação do Aviso


Vento-AMARELO
clock.gif

Início



terça-feira, 20 Novembro 2007 às 06:00 (UTC).



Fim



terça-feira, 20 Novembro 2007 às 14:59 (UTC).


Vento Forte relativamente à Velocidade Média e Rajada Máxima

Direcção de sudoeste forte 50 km/h com rajadas até 80km/h nas terras altas.




Informação do Aviso


Agitação Marítima-AMARELO
clock.gif

Início



terça-feira, 20 Novembro 2007 às 06:00 (UTC).



Fim



quarta-feira, 21 Novembro 2007 às 05:59 (UTC).


Agitação Marítima relativamente à Altura Significativa

Na costa Sul ondas de sudoeste com 3 a 4 m.





Fonte: IM

domingo, 18 de novembro de 2007

25: Alerta Amarelo no Algarve

O IM colocou o Algarve em alerta amarelo devido à previsão de vento forte com rajadas até 80 Km/h para o litoral e rajadas até aos 90 Km/h nas terras altas e alerta amarelo para a previsão de trovoadas, a partir das 12 horas de amanhã.

25: Alerta Amarelo no Algarve

O IM colocou o Algarve em alerta amarelo devido à previsão de vento forte com rajadas até 80 Km/h para o litoral e rajadas até aos 90 Km/h nas terras altas e alerta amarelo para a previsão de trovoadas, a partir das 12 horas de amanhã.

sábado, 17 de novembro de 2007

24: Visita do Presidente da República a Olhão

“Este laboratório que acabo de visitar é um sinal” disse sobre a estação-piloto de aquacultura em Olhão


O Presidente da República reconheceu esta tarde o “bom exemplo” no domínio da investigação das pescas em Olhão e garantiu acreditar que o País pode afirmar-se “como um centro de excelência” no nível internacional em matéria de investigação ligada ao mar.
Cavaco Silva falava em Olhão, numa visita à estação-piloto de aquacultura, no âmbito do Roteiro para a Ciência dedicado às Ciências e Tecnologias do Mar. A visita ao Algarve foi iniciada no Porto de Sines e terminou na Universidade do Algarve.
“A minha intenção é chamar a atenção dos portugueses para esta potencialidade do mar mas, ao mesmo tempo, tentar juntar empresários, investigadores, universidades e também agentes públicos para aproveitar melhor essa riqueza que nós temos que é o património do mar” disse aos jornalistas sobre o objectivo do roteiro.
Sobre o que falta fazer nessa matéria, Cavaco Silva salientou acreditar que as empresas portuguesas e outras internacionais que podem instalar-se no País, possam ajudar no crescimento económico, por meio de um melhor aproveitamento dos recursos marítimos.
Mas esta 3º jornada do Roteiro para a Ciência pretende ainda ser um contributo para passar à acção, sublinhou Cavaco Silva, tendo acrescentando que faltam “muito poucos dias” para ser apresentado “o plano de acção detalhado para implementação da estratégia nacional para o mar”.
“Eu espero que isto signifique como disse hoje o secretário de Estado de Assuntos do Mar, (durante um almoço com investigadores e especialistas da área das Ciências do Mar em Faro), a passagem definitiva da retórica para a acção. Este é o tempo de passar à prática. Este laboratório que acabo de visitar é um sinal” revelou o Presidente da República.
Aos jornalistas, Cavaco Silva confessou que o secretário de Estado de Assuntos do Mar lhe pediu para, no ano seguinte, fazer uma nova reunião “para prestar contas” e saber como se encontra aquele plano estratégico, tendo o próprio revelado que lhe respondeu apenas “então prepare-se”.

Fonte: Região Sul

24: Visita do Presidente da República a Olhão

“Este laboratório que acabo de visitar é um sinal” disse sobre a estação-piloto de aquacultura em Olhão


O Presidente da República reconheceu esta tarde o “bom exemplo” no domínio da investigação das pescas em Olhão e garantiu acreditar que o País pode afirmar-se “como um centro de excelência” no nível internacional em matéria de investigação ligada ao mar.
Cavaco Silva falava em Olhão, numa visita à estação-piloto de aquacultura, no âmbito do Roteiro para a Ciência dedicado às Ciências e Tecnologias do Mar. A visita ao Algarve foi iniciada no Porto de Sines e terminou na Universidade do Algarve.
“A minha intenção é chamar a atenção dos portugueses para esta potencialidade do mar mas, ao mesmo tempo, tentar juntar empresários, investigadores, universidades e também agentes públicos para aproveitar melhor essa riqueza que nós temos que é o património do mar” disse aos jornalistas sobre o objectivo do roteiro.
Sobre o que falta fazer nessa matéria, Cavaco Silva salientou acreditar que as empresas portuguesas e outras internacionais que podem instalar-se no País, possam ajudar no crescimento económico, por meio de um melhor aproveitamento dos recursos marítimos.
Mas esta 3º jornada do Roteiro para a Ciência pretende ainda ser um contributo para passar à acção, sublinhou Cavaco Silva, tendo acrescentando que faltam “muito poucos dias” para ser apresentado “o plano de acção detalhado para implementação da estratégia nacional para o mar”.
“Eu espero que isto signifique como disse hoje o secretário de Estado de Assuntos do Mar, (durante um almoço com investigadores e especialistas da área das Ciências do Mar em Faro), a passagem definitiva da retórica para a acção. Este é o tempo de passar à prática. Este laboratório que acabo de visitar é um sinal” revelou o Presidente da República.
Aos jornalistas, Cavaco Silva confessou que o secretário de Estado de Assuntos do Mar lhe pediu para, no ano seguinte, fazer uma nova reunião “para prestar contas” e saber como se encontra aquele plano estratégico, tendo o próprio revelado que lhe respondeu apenas “então prepare-se”.

Fonte: Região Sul

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

23: Informação do IM - Chuva vai regressar ao Continente

De acordo com as previsões elaboradas, o Instituto de Meteorologia prevê o início de ocorrência de precipitação a partir do final de Domingo, dia 18, nas regiões do Litoral. Durante Segunda e Terça - Feira, dias 19 e 20, esta precipitação será por vezes moderada a forte e acompanhada de trovoada.


 


Fonte: IM

4549: Aviso Amarelo no Algarve

  Instituto Português do Mar e da Atmosfera - Avisos Faro Amarelo Agitação Marítima Válido entre 2026-01-16 00:00:00 e 2026-01-18 06:...